Os buquins - arrumadins do fim para o princípio, ou vice versa

Marés vivas

Cititorul din Pestera

HUMANITAS CLASIC: Rui Zink, Cititorul din pestera. Un titlu care, chiar daca nu vine din vechea Elada, ci din extrema cealalta a continentului, Lisabona, iti aduce aminte, vrand-nevrand, de pestera lui Platon, acolo unde umbrele se proiecteaza pe pereti… Si cartile ce-s, daca nu o umbra? Desi ar veni, poate, altcineva ” sau o alta voce din mine ” care sa spuna: tocmai, cartile imprastie intunericul… Mori Ogai, Gasca salbatica. O coperta extraordinara, ca o secventa din film. Aparent, e vorba despre cum sa poti tine companie la mancatul unei gaste impreuna cu bautul sake-ului aferent. Da, dar nu e numai atat. E vorba, mai ales, de personaje ” si de meditat la adancimea, uneori, a lucrurilor simple.

r_cover_1058.jpg

Xargol 2005. Trad. Ori Preuss

Águas passadas - anos 90

A Arte Suprema - 1997

arte-suprema.jpg
(Asa, 1997, com o António Jorge Gonçalves - salvo erro, sai nova colaboração nova em breve. Um livro muito bem editado em todos os sentidos da palavra, pelo Manuel Alberto Valente com o beneplácito de Américo Areal.)

Esta é a história de Idalina, uma mulher-a-dias que não compreende o seu próprio destino, quanto mais o do mundo.
É também a história de um político que julga conhecer o seu destino. Num clima de crise internacional que nos coloca a todos à beira do fim, esta mulher invisível talvez seja a única a poder impedir a catástrofe.
Isto se Idalina descobrir a tempo a Arte Suprema.

Homens-Aranhas - 1994

homens_aranhas.jpg

(Relógio d’Água. Por acaso a capa é do Fernando Mateus. O editor é o Fernando Vale, que embora adore livros - palmas para o catálogo da Relógio - não acompanha lá muito bem o admirável mundo novo. Estou-lhe grato por me ter ressuscitado para o livro: entre 1988 e 1994 estive a seco. Ele disse que a porta estava aberta. Vale muito.)

A ideia não era tanto um livro de histórias tendo por mitos-base os super-heróis mas antes falar de gente às aranhas. Como toda a gente, aliás. O meu conto favorito é “Voo nocturno”, based on a true story: a amizade, num hospício para moribundos, entre a minha tia Corina, que passou a vida amarrada a uma cama após os Céus a terem castigado por, aos catorze anos, subir às árvores, e a mulher-de-armas Fernanda, uma das primeiras correspondentes de guerra portuguesas (em África, claro). Como nas melhores histórias, não tive de inventar nada, só de seguir o conselho do antigo chefe do restaurante Clube dos Empresários: “Bom cozinheiro é aquele que trabalha com boa matéria-prima.” E, acrescento eu: não a estraga. E, mais um acrescento: muito.

A idade é um post - anos 80

Hotel Lusitano - 1986

lusitano.jpg

Pornex, o livro - 1984

Pornex, o livro - & Etc., 1984

Edição & Etc. - cujo editor é o lendário Vítor Silva Tavares. Coord. Leonor Areal e Rui Zink, com Miguel Vale de Almeida, Alberto Pimenta, Rui Simões

“Que desculpa posso dar? Éramos jovens, pensávamos…”

Academia - militar!

Literatura gráfica (Celta 1999)

lit-grafica.jpeg

José Vilhena - muitas pinturas, muitos desenhos, muita alma

(Editorial Notícias 2002)

jose-vilhena.jpg

Este é um livro de pintura e desenho. E retratos, muitos retratos. Do espírito e da forma, da forma do espírito e do espírito da forma. E, claro, da mulher.

Até ao Oriente (org.)

(Contos para Wenceslau de Moraes: Richard Zenith, Possidónio Cachapa, Mário Cláudio, Inês Pedrosa, Jacinto Lucas Pires, Luís Cardoso, Eduardo Brum, DQ 2004)

ate-ao-oriente.jpg