É pá, ainda não tinha felicitado o Rui pelo seu excelente logotipo deste blogue. Os criadores - N. Design Studio -estão de parabéns!!! Está genial, com piada e cheio de truques…
Antes de mais, apresento-me. Não me conhece ou não faz a
menor ideia de onde o conheço. É a vantagem de não ser figura pública, eheheh. Sou professor de Português e apreciador da sua obra. Tenho, também, uma pequena editora, esta Lugar da Palavra. Ah, e chamo-me João Carlos Brito.
Agora, passo a tentar explicar (tarefa bem mais complicada) o motivo por que tive a ousadia de o contactar. Então é assim… vou publicar uma
colectânea de contos, narrativas muito curtas, de vários autores, que vai dar pelo nome de FIXÕES: chortesetóris. Assim mesmo, grafado desta forma pouco convencional. É um projecto que pretende, com uma pitada de humor e
sarcasmo, reunir diversos autores. Convidados e que se façam convidar, desde que escrevam com qualidade.
O que pretendo, afinal? Em primeiro lugar, não sei até que ponto poderia participar na colectânea… seria, obviamente, uma honra para nós.
Em segundo lugar (agora vem a parte mais difícil), a colectânea vai trazer apensa um brinde. Quer-se dizer… não é bem um brinde… olhe, nem sei bem o que é. O livro vai trazer uns short’s (chortesetóris… tá-se mesmo
a ver a ligação…). Vamos mandar fazer uma edição limitada à Fátima Lopes. Ou talvez comprar na Feira de Custóias… Assim como assim, a ideia era vender o livro com os short’s… assinados por alguns autores. E o
Rui Zink seria um deles… Só para usar em ocasiões especiais, vê-se logo.
De toda a forma, independentemente da resposta, mais ou menos insultuosa, despeço-me, com imensa consideração. Por si e pela sua obra, que tenho,
obviamente acompanhado e apreciado. A participação naquele programa da tvi tb já está esquecida!
Com os melhores cumprimentos e votos de boas férias
também acho, mas é fantasmático como o óbvio, o mais simples, o mais natural é, frequentemente, visto como o que exige mais esforço, o que está, paradoxalmente mais distante…manias- a urbe, não raro tolhe-nos a vista e confundimos o essencial com o acessório e vice versa…então chegamos à conclusão que não será tão óbvio assim…enfim Let The Games Continue for History to Happen…
A viagem mais excitante é a interior, sem uma regra ou «tolerância».
Sentir de acordo com a chama, os guias ignoram-nos: simpatizam com as ideias, indiferentes aos afectos.
Atrás de um olhar.
Nada fica das visitas aos monumentos.
UN: tá tudo, é meio panilas mas tá tudo… meio assético, mas tu na sabias, foi a primeira vez…
Agora us ganchos na U. Aberta e no Instituto camões (público) devem render uns cobres. Para mim vales Zero, éhs 1a sanguessuga, vives du frágil estadu, mamas na TeTa Tb.
Julho 15th, 2009 at 4:32
… eu até já tive uns boxers introspectivos…
Julho 15th, 2009 at 19:29
Adorava ouvir o Buda pronunciar as palavras - Roupa interior..-
Não sei, acho que não me soaria bem.
Julho 15th, 2009 at 19:34
Por outro lado soar-me-ia melhor se ele disse-se:dispam-se mas tussam para o lado ou em lenços de papel.
Julho 16th, 2009 at 11:25
e a roupa interior é como a viagem: quanto mais se percorre com o tacto espiritual mais excitante fica a experiência da distância interior percorrida…
Julho 16th, 2009 at 19:06
Ah! Que grande in citação
Julho 17th, 2009 at 3:10
Despir uma mulher tb pode constituir uma rica viagem interior. Que o diga, se é que existe, o actual namorado da ministra da educação.
Julho 17th, 2009 at 3:20
Despir a ministra da educação num lago de piranhas e tubarões também seria excelente para testar a resiliência do seu guarda-roupa.
Julho 17th, 2009 at 15:18
A viagem interior:
É pá, ainda não tinha felicitado o Rui pelo seu excelente logotipo deste blogue. Os criadores - N. Design Studio -estão de parabéns!!! Está genial, com piada e cheio de truques…
Julho 17th, 2009 at 16:33
A Possibilidade de uma Ilha, do Michel Houllebecq. Um livro a despir.
Julho 19th, 2009 at 13:55
as autênticas viagens interiores exigem a completa nudez, a roupa interior faz parte dos adereços cénicos, dos acessórios que nos afastam da Essência…
Julho 20th, 2009 at 23:58
Óbvio!!!!!!!!!!!!!!
Julho 22nd, 2009 at 13:37
Bom dia… e por falar em roupa interior…
Antes de mais, apresento-me. Não me conhece ou não faz a
menor ideia de onde o conheço. É a vantagem de não ser figura pública, eheheh. Sou professor de Português e apreciador da sua obra. Tenho, também, uma pequena editora, esta Lugar da Palavra. Ah, e chamo-me João Carlos Brito.
Agora, passo a tentar explicar (tarefa bem mais complicada) o motivo por que tive a ousadia de o contactar. Então é assim… vou publicar uma
colectânea de contos, narrativas muito curtas, de vários autores, que vai dar pelo nome de FIXÕES: chortesetóris. Assim mesmo, grafado desta forma pouco convencional. É um projecto que pretende, com uma pitada de humor e
sarcasmo, reunir diversos autores. Convidados e que se façam convidar, desde que escrevam com qualidade.
O que pretendo, afinal? Em primeiro lugar, não sei até que ponto poderia participar na colectânea… seria, obviamente, uma honra para nós.
Em segundo lugar (agora vem a parte mais difícil), a colectânea vai trazer apensa um brinde. Quer-se dizer… não é bem um brinde… olhe, nem sei bem o que é. O livro vai trazer uns short’s (chortesetóris… tá-se mesmo
a ver a ligação…). Vamos mandar fazer uma edição limitada à Fátima Lopes. Ou talvez comprar na Feira de Custóias… Assim como assim, a ideia era vender o livro com os short’s… assinados por alguns autores. E o
Rui Zink seria um deles… Só para usar em ocasiões especiais, vê-se logo.
De toda a forma, independentemente da resposta, mais ou menos insultuosa, despeço-me, com imensa consideração. Por si e pela sua obra, que tenho,
obviamente acompanhado e apreciado. A participação naquele programa da tvi tb já está esquecida!
Com os melhores cumprimentos e votos de boas férias
João Carlos Brito
Julho 25th, 2009 at 11:54
também acho, mas é fantasmático como o óbvio, o mais simples, o mais natural é, frequentemente, visto como o que exige mais esforço, o que está, paradoxalmente mais distante…manias- a urbe, não raro tolhe-nos a vista e confundimos o essencial com o acessório e vice versa…então chegamos à conclusão que não será tão óbvio assim…enfim Let The Games Continue for History to Happen…
Agosto 3rd, 2009 at 0:31
A viagem mais excitante é a interior, sem uma regra ou «tolerância».
Sentir de acordo com a chama, os guias ignoram-nos: simpatizam com as ideias, indiferentes aos afectos.
Atrás de um olhar.
Nada fica das visitas aos monumentos.
Agosto 7th, 2009 at 16:42
façam o Camjnho de Santiago
Agosto 13th, 2009 at 5:38
a mais excitante é a possibilidade da sua ausência.
Agosto 13th, 2009 at 23:05
Ó Stor
Num acha que está a exagerar?…
Ele é a avaliação, ele é a reforma, ele é a carga borucr´rática… É o caralho…
Mas quando toca a férias é 1 mesada nu, mínimo ( sei que estás nu no Meco).
tive um patrão prospetivo que dizia: ” eu até metia um empregado, mas eu pago-lhes 14 meses e eles trabalham 11… assim não dá.”
Agora vou cuscar se o Stor tá numa univ publica ou privada.
Eu voltarei
Agosto 17th, 2009 at 11:20
ui!
Agosto 17th, 2009 at 11:21
eroo da pata
muuuu
Agosto 22nd, 2009 at 0:03
éh o k eu pensava:
UN: tá tudo, é meio panilas mas tá tudo… meio assético, mas tu na sabias, foi a primeira vez…
Agora us ganchos na U. Aberta e no Instituto camões (público) devem render uns cobres. Para mim vales Zero, éhs 1a sanguessuga, vives du frágil estadu, mamas na TeTa Tb.
Voltei
Setembro 4th, 2009 at 22:46
efectuada num vai vem especial, rssst