Não é que eu goste muito de massa com massinha…mas você tio Rui, tira-me de cima dela para o ir ouvir onde aparece.
Não li nada seu imagine, mas vou fazê-lo porque sei que acha muita piada aos meus comentários e como tal, estarei muito próximo da sensualidade que diz ser característica de pessoas muito inteligentes como nós.
Desculpe ter escrito com palavras muito simples, mas é a forma de chocar os miúdos e as miúdas que me virão na peugada…
Até já.
olá tótó!… por aqui?…
Já tomaste os comprimidos?…;)
O ti rui acha-te o máximo, e nós também!… tens é que lhe comprar os livrinhos, mesmo que não os leias…;)
UI!!!
nunca me senti tão cheio de sensulidade! depois de arrebentar com o corrector automatico do meu pc!
isto é ser sexy ou nem por isso?
acho que sim! pelo menos as meninas nao me largam…eu não as vejo, masi sem que elas andam atras de mim!
Pois é, mas a propósito de gramática convém lembrar que “Grave é uma palavra grave. Esdrúxula é uma palavra esdrúxula. Já o que é grave é que aguda é uma palavra grave!”
Isto já diziam os criadores do Pão com Manteiga, de boa memória, no começo dos anos oitenta.
Pois, Canseiroso…
Ohh, coro?!… não, fofo…;)
Ocorre-me antes dizer-te que estes teus extra-ordinários contributos aqui pr’à caixa registadora de comentários… estas tuas frases cheias de eros lusófonos de construção e conjugação, me deixam vagamente incrédula e bastante pensativa…
Que tótó de caçador de pérolas é esse, que perde o seu tempo a lamber, até as limar! as bordas da linda conchinha do berbigão??!… Nada!
Canseiroso, mais longe!… Nada lá mais um bocadinho…;) Porque procurarias pérolas aqui à beira-mar?… não as há no berbigão, terias de entrar mar adentro, e encontrar, é as ostras!… dahhhh…. por isso não as achas!…;)
Mas estaria tudo explicado. Tanto o sentido daquele gerundio serodio-tropicalista, como aquela acção suspensa e inútil, impraticável, sentida e sensorialmente falando…;)
Escritor sensual não seria pois tanto aquele que ergue gloriosamente o óbvio à vista de todos…impedindo-lhes a marcha! mas antes aquele que o domina e verga, apontando-lhe a cabeça para o chão… afim que todos o possam pisar em toda a extensão da sua expressão e continuar a avançar…;)
Para resensualizares o teu discurso, Canseiroso… vais ter mesmo de sublimar…;)
O que é que é repugnante Saulus? Que raio andei eu a perder em 3 semanas? Bom, Canseiroso não sei que pérola procuras mas certamente que andarás desviado de alguma coisa andarás…mais um a querer armar tenda na água…enfim, venham de lá os insultos (especialmente aqueles que se revestem de uma pretensa cultura ou intelectualidade, um insulto é sempre um insulto seja com que retórica for) as teorias jungianas, a simples parvoíce…acontece que pelo menos 3 dos que aqui vêm conheceram-se assim, não me parece que tragas nada de novo e pelo menos mantens a conversa viva (ou não)…força! Faz algo totalmente inédito em blogues, certamente és pródigo nisso…
O comentário do nosso amigo canseiroso. É repugnante, assim como é repugnante toda a matéria fecal que brota a quantidades incomensuráveis da sua pretensa cultura ou superioridade intelectual. Quando o ouço, neste caso leio, vem-me à ideia uma retrete entupida e o vizinho de cima a fazer descargas consecutivas. Entretanto os canos não conseguem reter mais as fezes e sai tudo pela retrete e dá-se o caos. Um verdadeiro nojo. São lamentáveis as mazelas que impotência provoca na psique de alguns seres humanos, mas enfim, os hospitais especializados funcionam da mesma maneira de que as retretes entupidas, ou seja, não têm capacidade para dar vazão às descargas que são feitas de modo constante.
Pérola que emerge do sonho difuso e patético de quem se não vindo, permanecia queda e amarelenta clamando por luz.
Que júbilo o meu lima, que de acre te soltaste em prantos de eros, tímidos por serem eros, mas que olhos extasiados e luzidios, os teus, denunciavam como sendo metamorfoseados da mais elementar vontade de iniciar um novo mergulho.
Porque me queres assim?…
Repara como a pedra é de grande valor mulher, quase quase do tamanho da Maior Pérola do Mundo…
Dr. Rui Zink,
Não é comentário, é o expediente que encontrei para entrar em contacto consigo. Sei que vai estar na segunda feira no lançamento de uma nova edição de um magnífico livro de José Cardoso Pires, eu queria estar presente e na ocasião, dizer-lhe o que pretendo, mas, sabe, faço parte daquele grupo de professorecos, os tais 100 mil e tal, cujo tempo é ocupado em coisa nenhuma, a tal coisa nenhuma que permite a Maria de Lurdes tranquilizar e proclamar a alegria do dever cumprido, e portanto, a essa hora estarei em reunião e não poderei ir ( pois é.. a malta porta-se mal e depois fica de castigo, não há cinema, teatro, conferências, colóquios, livros… pra ninguém. Vou ver se conseguirei saltar pela janela).Queria saber do seu interesse e disponibilidade para orientar uma formação a um grupo dos tais professorecos. Como deve calcular, precisamos de bolsas de oxigénio para retardar a asfixia. Diga-me, por favor, qualquer coisa.
Anabela Almeida
Ericeira
Estás a transformar-te num agressor sexual à maneira, mas continuas o mesmo intelectual javardão e cobardolas… o mesmo lérias de maricas parvalhão…
És um estrupador mísogeno e homofóbico, rancoroso… e estás condenado. Se quisesses vir-te aqui, transformar num verdadeiro homem, tiravas já a mão debaixo da minha saia… e oferecias-me um pedido de desculpas… embrulhado num sorriso, de preferência…;)
Podes continuar a remexer as minhas carnes à vontade…;) Tantas mulheres, como eu, são aviltadas a toda a hora, e em qualquer lugar, por qualquer um…
Papa-me lá, tótó!…
Mas para além de te conseguires vir, babando e grunhindo, essa tua cabeça doente enfiada no meu entre-pernas, que mais sabes tu fazer?!…
Essa, é que é a questão, tótó…
Não se devem dar pérolas a porcos! e isto por maiores que eles o sejam!… e daqui não levas nada.
Nada, ora, nada lá mais um pouquinho, tótó…;)
Levas as mulheres ao castigo, e léva-las à certa, isto é à força! mas sobre mulheres continuas a não perceber um cu!…;)
Ainda o grande vazio do menino mal amado cresce dentro do teu peito de velho amargurado… O tempo urge e ainda és um condenado… Ainda tens por conhecer a minúscula imensidão que é a redenção pelo amor, pelo mavioso e multicolor estilhaçamento da dor…
Que mais sabes fazer para além de sofrer e fazer sofrer!…
Sabes escrever?…;) No teu blog, aquele que não queres mostrar a ninguém! és um poeta, um pensador, opá… quem diria!… Pára de fazer de atrasado mental… é penoso, chato, e pouco estimulante… opá, não me dá pica!… a sério…
Ficas para já aqui fechado nesta jaula. Viro-te as costas. E não falo mais contigo.
Logo veremos…
anfitrião, este seu blog está muito, muito estranho…;(
beijinhos malta
bom halloween…
ó Lima, ele pazzou-se de novo no penúltimo poste, ma no último quis redimi-se e até foi romântico- vá lá, ele tá querê redimi-se como melhó sabe e pode (acho eu ou será outa vez a pocaria da tinta a (a)tingi-me os neurónios? ai, credo!, que eu tamém acho que andam po aqui enegias estanhas e ciculamente buxísticas…será poque pus em cena sub-reptilmente a Madame Mim? Mas, porém, toda havia, com tudo, temos de reconhecê: tem a sua conguência oganizacionalis, oganizacionale, pois hoje, é o dia das qui-aturas malévolas…Ai, me voy…
Falar naturalmente de coisas que não existem é tão fácil como falar das existentes. Complicado é falar artificialmente das coisas.
Conheci uma pessoa a quem foi sugerido participar em sessões de yoga, uma vez que andava a bater mal e aquelas coisas..A reacção imediata da criatura foi começar a rir como se o risorio de santorini se lhe tivesse bloqueado, deixando a descoberto o amarelo flamejante dos caninos para trás.
É óbvio que estava a criatura a dizer que não estava absolutamente nada interessada em participar em tais demoníacas manifestações de revelação de fragilidades, onde se imagina ver montanhas ali a centímetros do nariz.
Vem isto a respeito da minha participação neste espaço esplêndido do tio Rui, pessoa que me habituei a ver com entusiasmo na TV, sempre que aparecia ao lado de um senhor de aspecto corpóreo a vociferar contra tudo que pensasse. Lá estava também o sintético MEC a ajudar a festa, festa essa, de onde se esperava que saísse chapada a qualquer momento. Infelizmente nunca aconteceu.
Mas dizia eu que ao vir aqui, faço-o assumindo o papel de convidado para sessões de yoga, em que o yoga é a festa sem senhores corpóreos e somos todos Ruis e Mecs.
Se não for exactamente assim e mesmo que eu não fume disso, aviso desde já que não me importo nada com o fumo e até me faz bem.
Vá lá Limamima…reconhece que exageraste…
tornar-se sensual é ver fotos da maria de lurdes knorr nua, deglutir o magalhães, defecar, ingerir as próprias fezes e dizer: agora que incorporei em mim o eterno feminino da maria de lurdes knorr, posso dizer que sou um escritor sensual!
A LLima é um ser de Luz, teve as suas razões para se pazzar- pacientzia tem limites- ela integra sempre os outros neste spot, nós mesmos estivemos aqui num choque frontal que nos ia dando cabo das protuberâncias córneas e foi ela que canalizou o episódio para a harmonia Cómico-Cósmica-Quântica…
Se calhar, agora, fomos nós que acirrámos a confusão, mas não foi por mal, foi para a tornar mais divertida e até activar o debate..Sorry!
Será que com a chegada de um novo mês, esta polémica fica arquivada? espero que sim.
afinal, todos os que vêm aqui, vêm pelo guru-anfitrião e não pelas polémicas.
VG…;) a menina é uma filha da mãe duma luso-tansa muuuutante muthabillis do camandro!… e eu adoro-a, a si, e mais ao senhor nosso pai, e nosso senhor… olhe, quase nem ligo àquilo dos efeitos secundários da tinta…;)
Nuno…;)
Fazer paz e amor, é comigo!…
Sou a própria fada sininho, um verdadeiro ser de luz…;) qualquer coisa entre o pirilampo mágico e o gambuzino selvagem e projecto em sombras chinesas, psico-dramas decadentes incandescentes para os ogres, faunos, cabras, veados, vacas, e outros bambis personagens da fábula aqui deste pagode de blog.
Percebo-o bem Nuno, seu breloque!…;)
Porque também eu adoro a sala de espera deste consultório… mas sigo as dietas sugeridas, avio as receitas na farmácia, e claro, tomo os comprimidos! não sou uma inimputável mal-dizente, nem uma putativa desistente, sou mais uma putencial resistente… uma sobrevivente…
Peace and love, brother…;)
Sérgio…;)
Ficou lindo de morrer e a matar!… aquele teu triunvirato comentarial, de natureza fecal…;) quanto sentido naquele cropológico momento de entendimento dos eros de português, dos sentimentos dos seus escribas e dos valores do seus leitores… visceral e pastoso o caldinho preparado e servido à colherada… Hummm…;)
Pois…;) o eterno feminino, a visão escatologica do apocalipse da salvação na zinkilandia e o agressor sexual que queria ser escritor! e sensual…
Tudo resumido à matéria fecal factual actual!…
Lindo, Sérgio, ficou lindo…;)
Lol, canseiroso é suposto isso ser uma manifestação de algo magnífico? Dever-me-ei prostrar e exclamar: «Ó santo génio que iluminas os céus pardos destas pobres existências traz-nos maravilhas que desconhecemos»? é suposto não é? Está dito! Grande verborreia de onanismo…
Rafeiroso?…
Pois é!… seu rancoroso, tentativa falhada.Vais continuar mesmo é enjaulado. E podes arreganhar-me os teus caninos amarelados para trás à vontade, assustando meio mundo, tentando morder à esquerda e à direita… eu sei que o que tu tens é cócegas e te estás a rir, doido por começar as aulas de yoga…
E também não falo contigo! enquanto não me pedires desculpa… porque como já to havia dito, mesmo não precisando continuar a ser assim, para já, mantens-te o mesmo parvalhão paternalista e prepotente de sempre…
A noite da má lingua era realmente uma festa, espantosamente divertida e estimulante… maravilhosa viagem pelo desconhecido transgressor, pela sensualíssima descoberta do humor…
Nunca lá vi ninguém a contra-argumentar em desespero, arriscavam até bastante mas jogavam limpo… e por isso era tão, tão divertido, tanto, tanto! que te trouxe a ti até aqui… e a mim também. Só isto te reconheço.
Jogar limpo seria por exemplo, aquela situação em que somos abrupta e torrencialmente desafiados para um duelo, mas com um sorriso, e passamos a escolher as armas e seguidamente a bater-nos! partindo completamente o coco à gargalhada…
Jogar sujo é vires falar neste blog do meu que não interessa um chavelho para o assunto… e no qual basta clicar ao contrário do teu. E ainda por cima, o fazeres com deselegância e negligencia… não que me atrapalhe…;) mas incomoda um bocadinho os carrapatos que tenho atrás das orelhas e faz-me crescer desmesuradamente as unhas dos pés.
Jogar na ímundice é defenderes-te da minha verborreia paradística-ó-festivaleira, atacando-me na minha reserva de intimidade.
Não sabes falar a rimar e por isso toca e vai de me apalpar e papar. Vai-te catar, tótó, vai sublimar!…;)
Digo que és uma fraude porque não és autêntico, não te conheces a ti próprio e não consegues admiti-lo. Tens receio de te ter tornado naquele que temes, mas obrigas-nos a nós a combate-lo por ti…
De artíficio só conheço o fogo, e artificial é ser natural como um animal… mesmo sendo também racional, pelo que aí te deixo onde te meteste. Nesta jaula.
E mais, és tanto mais tótó quanto não precisavas nada de fazer estas figurinhas, e aquela estapafúrdica brigada do fulgor pátrio ainda está por formar.
A Islandia afunda-se o grande degelo acelera e tu não és um verdadeiro patriota, se não entrares na risota…
Mas ri-te connosco, tótó, não te rias de nós!…
já te mandei foder?… opá, desculpa, ia-me esquecendo…
Eu venho aqui pelo host e pelos guests, que são do meu agrado, mesmo aqueles que necessitam de criar uma espécie de capa protectora agressiva, rude e mal-educada para não deixarem ninguém alcançar o seu verdadeiro eu sensível e agradável, as bebidas são boas, o fumo também, a música não incomoda e o clima é sempre fantástico. Cada qual defende-se da maneira que lhe parece conveniente. Também o faço, embora recorra a outros instrumentos menos desagradáveis, chamemos-lhe assim… Sinceramente, tenho dificuldade em compreender as pessoas que receiam revelar as suas fragilidades num meio francamente anónimo (estou a fazer uma análise mais ou menos superficial. Sei perfeitamente que não há anonimato na Internet, mas é muito difícil alcançar o cerne das pessoas, o seu intimo, o que elas realmente são e representam, o seu sentimento, que é no essencial o mais importante de todos nós.). Estamos todos ligados a um meio comum, mas existe a barreira intransponível do tempo e espaço e da presença física que inviabiliza qualquer medo de revelar aquilo que efectivamente somos. Já estamos suficientemente protegidos e não me parece razoável que se receie uma abordagem mais sincera e verdadeira a um lugar onde existem pessoas que, à sua maneira, procuram transmitir um pouco de si mesmas. Mas não somos todos iguais, nem no mundo real nem nesta nossa adorável realidade dos sonhos.
Saí da minha cidade hoje e quase sempre para norte, mesmo que a cidade grande seja tão avassaladora que me cative logo ali. Por ali me fico sim e quase sempre regresso à noite para o monte.
No monte estou agora e não sei se abençoado pelo ar dos sargaços encharcados, apetece-me dizer-te Lima, que só uma pena me existe minha doce jovenzinha…é olhar para o teu rosto e ver-te assim tão criancinha…tão pouca idade…
É claro que rirei contigo. Não fiques assim, porque o provinciano sou eu pronto!…
Faço coisas tão normais como dormir, porque a jornada foi longa e recordativa, como um dia será definitiva.
Vou dormir então.
Vai um curssilho de outono-inverno de auto-flagelação obsessivo-compulsiva extensível a todos os participantes aqui do spot zinkiano oferecido pela gerentzia da minha Academia Tubista?
Então, vamos todos entoar o som sagrado: Ooooooooooooooooooooooooooooommmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm…………….
sshuiuuu… sô páde, pedão, madame, perdão…;) meninas… mais baixinho, mais!…
Estou a velar a bela, pedão, a besta adormecida…
Pronto…;)
Ainda bem que conseguiste adormecer e recuperas…
Aproveito para te mudar de jaula. É maior, com um leito alto, perdido no chão frio e vazio, uma lareira, nas paredes o retrato de teus antepassados… e uma prateleira de livros, com montes deles…
A lenha trago-ta eu, que gosto de a ver a arder… o tempo, continua e continuará relativamente inexorável… mas os livros terás mesmo de ser tu a lê-los, ou a escrevê-los… tanto se me dá…;)
Parto-me a rir com o teu paternalismo, e com a superficialidade com que te investes duma sabedoria que é certamente a tua, mas que de certeza que não é essa! Mostras-te negligente na percepção, desconcentrado e pouco exigente na função… não tens recuo, e portas-te como o velho tonto, que nunca foste e porventura, e zinkiliana providência, nunca serás…;)
Pões-te muito bem instalado, todo refastelado nas tuas amargas experiencia e sabedoria da vida, a arrotar postas de pescada, que por serem tão óbvias! só podem não ser verdade… Duvida das evidências, Canseiroso, duvida da dívida e da dádiva!… Divide…;) Distribui e volta a dar… vá, joga…;)
Mas deixa-te agora estar, que estás a descansar, e eu também aproveito para coxilar…;)Ooooooooooooooooooooooooooooommmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Sua Leviandadade dixit e não desdixit…;)
Limemos, ou melhor, eliminemos então o primeiro parágrafo do teu descontentamento, que suporta já uma longa prosa. E como todas as prosas que dependem do primeiro parágrafo, sublimemos então a nossa tensão e convertamo-nos em monges das nossas venturas porque de desventuras parece estarmos já conversados. Sim, porque a minha distracção sendo patológico/não depressiva é todavia uma marca da minha personalidade, que não me deixa contudo alheio a tudo que me dá cócegas.
Calhaste-me na rifa para sermos mais objectivos.
Negas-me, renegas-me, açoitas-me com a tua língua em local público como se o pudor fosse palavra apenas e não recato de coisas íntimas e aventurosas.
Vai ser difícil o nosso retorno ao espaço Zinkiliano, sem que em cada gesto de análise metafórica e metafísica de tudo o que o nosso anfitrião produza, não resulte sempre um mantra nunca ensaiado, que nos curve sobre a ausência divina das coisas que se amam mesmo que incognoscívelmente.
É mesmo uma sensação de provinciano esta minha, Expressa assim, remetida para o tempo Pessoano das pessoas que vivem de preconceitos só por viverem na província. Que farsante me saiu este Pessoa.
Que autêntica és tu como pessoa.
Também não acedo, saulus!… e mesmo aquela página de abertura também está toda maluca… só consegui chegar até aqui fazendo batota com os botõezinhos…;)O que não percebo é como é que já tem 3 comentários… um dos quais me interessaria especialmente ler…;)
Dou-te, pois, o benefício da dúvida, Canseiroso… é uma dávida que não te deixa em dívida… porque logo, logo, poderemos acertar as nossas contas…;) Conto contigo… conta comigo!…;)
Digamos que te saí na rifa, sim! mas em boa verdade, terá sido até mais porque te deste ao cuidado de comprar a caderneta inteira, antes disto tudo ter começado a andar à roda…;)
Chegas, e logo te pões-te a chamar pelo Tio…;) e vaca à minha amiga… e veado ao meu amigo…;) achei que merecias como prémio uma ovelhinha…;) mas ranhosa, bem ranhosa!… Estavas tão auto-satisfeito a felicitar-te a ti próprio por aqui chegares… deverias é ter-te regozijado! não?!…
Eu regozijo-me, quer dizer: estou com sorte, quero, posso e devo aproveitar!…
Eu felicito-me, quer dizer: sou o maior, posso, quero, e mando, agora vou reinar!…
Ora, vê se entendes, para nós, que andamos aqui a pastar…;)a coisa, parecendo bastante semelhante, soa-nos completamente diferente!
(sabes, é que se lhe chamamos de anfitrião é para lhe dar ares de alguma importância… e para nos divertir-mos, mas na verdade, se não fôr um impostor, bem sabe como nós que não passa de mais um pastor, do seu, teu, meu, nosso senhor!…
Vens dar prémios?!…
Não vens buscar nada para ti?!…
A isso chama-se soberba… e um soberbo é um tótó!…
Sexualidade explicita e espiritualidade implícita, ou o contrário, tanto dá, num só comentário, e logo o primeiro?!…
A isso chama-se focalisação dicotómica nas pulsões de vida e morte… e isso implica urgência… grande aflição… e alguma irreflexão… e animalização…
Bom, isto para te dizer, que animalização e animação não são exactamente a mesma coisa. E que quando, páras de babar, grunhir e arreganhar os dentes, e te dás à canseira de articular o pensamento para chegar a algum intento, me agrada bastante mais a tua conversa…
Tens mais graça quando não fazes troça…;)
Mas não falo mais contigo! enquanto não me certificar do andaste a dizer a propósito dos mortos, dos vivos, e dos mortos-vivos… naquele caixão, pedão…;)naquela caixa de comentários! tão exclusiva…;)
Oh minha magana!…Tás a pedir umas nalgadas dicotómicas tas!. Eu te dou a focalização!…Ora a miúda…
Então agora disponibilizaste para mim assim em público? Tens um mail directinho para mim afim de, numa de teste maniqueísta e vens propor-me dicotómicamente ir comigo para a cama, focalizando a dicotomia nas ramificações do meu corpo?
O pastor deste rebanho que me perdoe, mas quando me excitam a esta distância fico absolutamente irrequieto e não sei se é dumas empadas de legumes que ando a comer agora, receitadas pelo meu mestre espiritual, ou mesmo da abstenção plena de carne que me começa a tirar o sono, que fico assim.
Já dei comigo a meditar em grupo e a sentir que a fraqueza me expõe as exuberâncias que, por força de não deixar passar nada por mim em fase de aclamação dos sonhos, deixo ficar e seja o que buda quiser.
Mas não… logo a seguir outro pensamento me ocorre e sem perder o ritmo da respiração, tão pouco sentido já o peso do meu belo corpo sobre os calcanhares, lá sou eu transportado para o norte, transpondo vales e montanhas como é de bom iniciado fazer, para lugar onde não se limam as palavras. Aí fico pasmado!… Entreabrem-se-me os lábios, a respiração entra no limbo precisamente dos justos, os olhos semicerrados, típicos de alentejano yoguista desconfiado observam o que se aproxima e o êxtase acontece. É o orgasmo sem manipulação, apenas espiritual, e só porque o meu mestre me disse que se podia pensar em tudo quando se está a meditar.
Na intimidade que antecede o mantra, já questionei o meu mestre sobre a eventualidade de estar a pecar, ou mesmo de me vir em plena oração, ao que ele me respondeu estar perante um caso inédito na história da prática da meditação libertária, e que tal a repetir-se, teria ele que abrir uma excepção e retirar-me a possibilidade de me fixar em alguns pensamentos.
Corro assim o risco de me retirar do reino dos justos, tudo por causa da impossibilidade de controlar a terrível testosterona que a não ter sido reforçada pelas empadas de soja, só pode ter sido estimulada por ti minha magana!…
saulinhus…;) tenho chá de cidreira, aqui ao lume, junto com outras mézinhas, e caldinhos, também serve?…;)
Sabes?…;)
Oh meu sacana… na cama era onde nós estávamos! Tótó…;)
Velava-te, lembras-te?…
Já tinha despertado, e estava a olhar para ti que meditavas no sono dos justos… balançando a minha cadeira num vai-vem pensativo e inspirado… Tão sereno, o teu corpo parecia realmente flutuar, devia ser quando te lançavas na tal viagem ao norte respondendo ao apelo da islandia, a bela, recaída…;)
Tinha até achado que os teus caninos, amarelados que fossem, nem eram assim tão grandes e pontiagudos, que não se pudesse imaginar tentar dar-lhes um jeito!…
Lembrei-me de mim também, que preciso de vez em quando, de me desembarçar destas enormes e resistentes unhas dos pés… Dão-me imenso jeitinho, mas atrapalham-me por vezes a marcha, e a verdade, é que também gosto de poder calçar de quando em vez os sapatinhos de cristal que tenho do meu enxoval…;)
Dizia-te, e continuo, que estava assim… nesse devaneio, quando de repente me veio à ideia que sim, que podiamos talvez, fazer alguma coisa de interessante… Poderiamos limar ligeiramente os teus dentes e simultâneamente aparar considerávelmente as minhas unhas…
Pelo que dei por mim, ainda sentada na minha cadeira de balouço a esticar devagarinho a perna e a pousar suavemente a planta do meu pé no teu peito…
Remexia docemente os dedos para chamar a tua atenção sem te incomodar, sorrias, e babavas apenas muito ligeiramente, pelo que me fui aproximando, aproximando… e sem que desses por isso lá ias fazendo o que te dá mais prazer fazer, que é ferrar o dente e papar, correu belissímamente…;)Pé pós pé, senti-me outra… mais leve e solta… tanto que lancei pairar sobre ti, já com os sapatinhos calçados e tudo…
Pensava se não poderia mesmo emprestar-te um fato catita e tirar uma cartola do joelho, por-te todo janota…
Era giro.
Davas-me o braço, cumprimentavas este e aquele, eu rodava a minha sombrinha… e saíamos airosamente desta caixinha de comentários, sob a aprovação e alívio gerais,
como duas silhuetas próximas, contra o cenário de um belo dia de passeio no parque…
Assarapantaste-me!…;) e caí inteira sobre o teu corpo, e antes que me sentisses pesar-te tratei de te atar todas as patas aos quatro cantos da cama… fazes lembrar o leonardo da vinci, e a circularidade do quadrado, a grande roda de onde sopram os quatro ventos, mas continuas com as mesmas ventas e continuas a bela besta de sempre…;)
Já te disse, ficas aí. Fechado! e desta vez amarrado.
É uma jaula decente, tens é de não confundir, mete essa na mona, não tomes outra vez a testosterona, vê se percebes! o que te falta é a metadona…
Tomar comprimidos não basta, têem de ser os certos!
Tótó… empata fadas…
Dicutumizo-te bastante, e muito profundamente…
E outra coisa, rafeiroso, magana é a tua tia, o meu nome é morgana… ahh?!… Plim!
Outubro 28th, 2008 at 18:55
Coloquei um link para o seu sítio, caro Rui, no meu blog.
Vou ler atentamente o seu novo romance,prometo.
Um abraço e tudo de bom
Lder JP Santos
Outubro 28th, 2008 at 19:39
Isso foi uma tentativa de sensualidade??? É que se foi é coisa para ter sido bem sucedida!
Bem haja!!
Outubro 28th, 2008 at 20:49
Hades ser, professor Zink. Mas enquanto não o és, contenta-te em ser um escritor austero e impiedoso…
Outubro 28th, 2008 at 23:11
Austero e impiedoso também é bom e nem por isso é um escritor menos sensual. Portanto, não “hades” ser quando efectivamente já és…. Oh, oh.
Outubro 28th, 2008 at 23:40
Eros português? Mas isso não é um contrasenso?
Outubro 29th, 2008 at 1:58
Não é que eu goste muito de massa com massinha…mas você tio Rui, tira-me de cima dela para o ir ouvir onde aparece.
Não li nada seu imagine, mas vou fazê-lo porque sei que acha muita piada aos meus comentários e como tal, estarei muito próximo da sensualidade que diz ser característica de pessoas muito inteligentes como nós.
Desculpe ter escrito com palavras muito simples, mas é a forma de chocar os miúdos e as miúdas que me virão na peugada…
Até já.
Outubro 29th, 2008 at 8:23
olá tótó!… por aqui?…
Já tomaste os comprimidos?…;)
O ti rui acha-te o máximo, e nós também!… tens é que lhe comprar os livrinhos, mesmo que não os leias…;)
Vais ficar bom…
Outubro 29th, 2008 at 17:55
UI!!!
nunca me senti tão cheio de sensulidade! depois de arrebentar com o corrector automatico do meu pc!
isto é ser sexy ou nem por isso?
acho que sim! pelo menos as meninas nao me largam…eu não as vejo, masi sem que elas andam atras de mim!
Muitos montinhos para o livro Rui!

Outubro 29th, 2008 at 22:35
só se for em pimba português of corse que não a ilha.
Outubro 30th, 2008 at 1:29
Consoante meu carro! Consoante!
: ))))
Outubro 30th, 2008 at 2:13
Aqui então o que não falta é Eros uns pelos outros…Saulus austeridade por vezes é sexy….e por falar em sexy: olá Llima, lol.
Outubro 30th, 2008 at 2:51
Pois é, mas a propósito de gramática convém lembrar que “Grave é uma palavra grave. Esdrúxula é uma palavra esdrúxula. Já o que é grave é que aguda é uma palavra grave!”
Isto já diziam os criadores do Pão com Manteiga, de boa memória, no começo dos anos oitenta.
Outubro 30th, 2008 at 12:03
Sensualidade é usando a lima, lambendo as bordas da concha que contém o berbigão, na procura da pérola.
Outubro 30th, 2008 at 15:49
lol… lindo, meu dôsssssi……;)
Pois, Canseiroso…
Ohh, coro?!… não, fofo…;)
Ocorre-me antes dizer-te que estes teus extra-ordinários contributos aqui pr’à caixa registadora de comentários… estas tuas frases cheias de eros lusófonos de construção e conjugação, me deixam vagamente incrédula e bastante pensativa…
Que tótó de caçador de pérolas é esse, que perde o seu tempo a lamber, até as limar! as bordas da linda conchinha do berbigão??!… Nada!
Canseiroso, mais longe!… Nada lá mais um bocadinho…;) Porque procurarias pérolas aqui à beira-mar?… não as há no berbigão, terias de entrar mar adentro, e encontrar, é as ostras!… dahhhh…. por isso não as achas!…;)
Mas estaria tudo explicado. Tanto o sentido daquele gerundio serodio-tropicalista, como aquela acção suspensa e inútil, impraticável, sentida e sensorialmente falando…;)
Escritor sensual não seria pois tanto aquele que ergue gloriosamente o óbvio à vista de todos…impedindo-lhes a marcha! mas antes aquele que o domina e verga, apontando-lhe a cabeça para o chão… afim que todos o possam pisar em toda a extensão da sua expressão e continuar a avançar…;)
Para resensualizares o teu discurso, Canseiroso… vais ter mesmo de sublimar…;)
Outubro 30th, 2008 at 19:01
Este homem é um senhor!
Outubro 30th, 2008 at 20:17
Simplesmente repugnante é o que me apraz dizer…
Outubro 30th, 2008 at 21:36
O que é que é repugnante Saulus? Que raio andei eu a perder em 3 semanas? Bom, Canseiroso não sei que pérola procuras mas certamente que andarás desviado de alguma coisa andarás…mais um a querer armar tenda na água…enfim, venham de lá os insultos (especialmente aqueles que se revestem de uma pretensa cultura ou intelectualidade, um insulto é sempre um insulto seja com que retórica for) as teorias jungianas, a simples parvoíce…acontece que pelo menos 3 dos que aqui vêm conheceram-se assim, não me parece que tragas nada de novo e pelo menos mantens a conversa viva (ou não)…força! Faz algo totalmente inédito em blogues, certamente és pródigo nisso…
Outubro 30th, 2008 at 23:47
O comentário do nosso amigo canseiroso. É repugnante, assim como é repugnante toda a matéria fecal que brota a quantidades incomensuráveis da sua pretensa cultura ou superioridade intelectual. Quando o ouço, neste caso leio, vem-me à ideia uma retrete entupida e o vizinho de cima a fazer descargas consecutivas. Entretanto os canos não conseguem reter mais as fezes e sai tudo pela retrete e dá-se o caos. Um verdadeiro nojo. São lamentáveis as mazelas que impotência provoca na psique de alguns seres humanos, mas enfim, os hospitais especializados funcionam da mesma maneira de que as retretes entupidas, ou seja, não têm capacidade para dar vazão às descargas que são feitas de modo constante.
Outubro 31st, 2008 at 2:10
Pérola que emerge do sonho difuso e patético de quem se não vindo, permanecia queda e amarelenta clamando por luz.
Que júbilo o meu lima, que de acre te soltaste em prantos de eros, tímidos por serem eros, mas que olhos extasiados e luzidios, os teus, denunciavam como sendo metamorfoseados da mais elementar vontade de iniciar um novo mergulho.
Porque me queres assim?…
Repara como a pedra é de grande valor mulher, quase quase do tamanho da Maior Pérola do Mundo…
Outubro 31st, 2008 at 11:33
Agora sim, foi lindo. Até eu me rendi…
Outubro 31st, 2008 at 12:49
Dr. Rui Zink,
Não é comentário, é o expediente que encontrei para entrar em contacto consigo. Sei que vai estar na segunda feira no lançamento de uma nova edição de um magnífico livro de José Cardoso Pires, eu queria estar presente e na ocasião, dizer-lhe o que pretendo, mas, sabe, faço parte daquele grupo de professorecos, os tais 100 mil e tal, cujo tempo é ocupado em coisa nenhuma, a tal coisa nenhuma que permite a Maria de Lurdes tranquilizar e proclamar a alegria do dever cumprido, e portanto, a essa hora estarei em reunião e não poderei ir ( pois é.. a malta porta-se mal e depois fica de castigo, não há cinema, teatro, conferências, colóquios, livros… pra ninguém. Vou ver se conseguirei saltar pela janela).Queria saber do seu interesse e disponibilidade para orientar uma formação a um grupo dos tais professorecos. Como deve calcular, precisamos de bolsas de oxigénio para retardar a asfixia. Diga-me, por favor, qualquer coisa.
Anabela Almeida
Ericeira
Outubro 31st, 2008 at 13:30
Tou feliz, a inusitada, ma toujours, elevada erótica poesia salvou o dia…Salve a Regina que Ela É tão Fina! Eppur se muove!
Abba Socas, meninos, as Enegias Cósmico-Quânticas Agadecem e a nossa Mesta merece…
Outubro 31st, 2008 at 14:41
É um escritor sensual ou fala com sotaque angolano!
Outubro 31st, 2008 at 16:33
Rafeiroso, não tomaste os comprimidos…
Estás a transformar-te num agressor sexual à maneira, mas continuas o mesmo intelectual javardão e cobardolas… o mesmo lérias de maricas parvalhão…
És um estrupador mísogeno e homofóbico, rancoroso… e estás condenado. Se quisesses vir-te aqui, transformar num verdadeiro homem, tiravas já a mão debaixo da minha saia… e oferecias-me um pedido de desculpas… embrulhado num sorriso, de preferência…;)
Podes continuar a remexer as minhas carnes à vontade…;) Tantas mulheres, como eu, são aviltadas a toda a hora, e em qualquer lugar, por qualquer um…
Papa-me lá, tótó!…
Mas para além de te conseguires vir, babando e grunhindo, essa tua cabeça doente enfiada no meu entre-pernas, que mais sabes tu fazer?!…
Essa, é que é a questão, tótó…
Não se devem dar pérolas a porcos! e isto por maiores que eles o sejam!… e daqui não levas nada.
Nada, ora, nada lá mais um pouquinho, tótó…;)
Levas as mulheres ao castigo, e léva-las à certa, isto é à força! mas sobre mulheres continuas a não perceber um cu!…;)
Ainda o grande vazio do menino mal amado cresce dentro do teu peito de velho amargurado… O tempo urge e ainda és um condenado… Ainda tens por conhecer a minúscula imensidão que é a redenção pelo amor, pelo mavioso e multicolor estilhaçamento da dor…
Que mais sabes fazer para além de sofrer e fazer sofrer!…
Sabes escrever?…;) No teu blog, aquele que não queres mostrar a ninguém! és um poeta, um pensador, opá… quem diria!… Pára de fazer de atrasado mental… é penoso, chato, e pouco estimulante… opá, não me dá pica!… a sério…
Ficas para já aqui fechado nesta jaula. Viro-te as costas. E não falo mais contigo.
Logo veremos…
anfitrião, este seu blog está muito, muito estranho…;(
beijinhos malta
bom halloween…
Outubro 31st, 2008 at 18:20
ó Lima, ele pazzou-se de novo no penúltimo poste, ma no último quis redimi-se e até foi romântico- vá lá, ele tá querê redimi-se como melhó sabe e pode (acho eu ou será outa vez a pocaria da tinta a (a)tingi-me os neurónios? ai, credo!, que eu tamém acho que andam po aqui enegias estanhas e ciculamente buxísticas…será poque pus em cena sub-reptilmente a Madame Mim? Mas, porém, toda havia, com tudo, temos de reconhecê: tem a sua conguência oganizacionalis, oganizacionale, pois hoje, é o dia das qui-aturas malévolas…Ai, me voy…
Outubro 31st, 2008 at 20:04
Falar naturalmente de coisas que não existem é tão fácil como falar das existentes. Complicado é falar artificialmente das coisas.
Conheci uma pessoa a quem foi sugerido participar em sessões de yoga, uma vez que andava a bater mal e aquelas coisas..A reacção imediata da criatura foi começar a rir como se o risorio de santorini se lhe tivesse bloqueado, deixando a descoberto o amarelo flamejante dos caninos para trás.
É óbvio que estava a criatura a dizer que não estava absolutamente nada interessada em participar em tais demoníacas manifestações de revelação de fragilidades, onde se imagina ver montanhas ali a centímetros do nariz.
Vem isto a respeito da minha participação neste espaço esplêndido do tio Rui, pessoa que me habituei a ver com entusiasmo na TV, sempre que aparecia ao lado de um senhor de aspecto corpóreo a vociferar contra tudo que pensasse. Lá estava também o sintético MEC a ajudar a festa, festa essa, de onde se esperava que saísse chapada a qualquer momento. Infelizmente nunca aconteceu.
Mas dizia eu que ao vir aqui, faço-o assumindo o papel de convidado para sessões de yoga, em que o yoga é a festa sem senhores corpóreos e somos todos Ruis e Mecs.
Se não for exactamente assim e mesmo que eu não fume disso, aviso desde já que não me importo nada com o fumo e até me faz bem.
Vá lá Limamima…reconhece que exageraste…
Novembro 1st, 2008 at 5:01
Escritor sensual é aquele que usa o Magalhães…
Novembro 1st, 2008 at 5:05
ser sensual é parecer-se com a especialista em massas knorr maria de lurdes rodrigues…
Novembro 1st, 2008 at 5:10
tornar-se sensual é ver fotos da maria de lurdes knorr nua, deglutir o magalhães, defecar, ingerir as próprias fezes e dizer: agora que incorporei em mim o eterno feminino da maria de lurdes knorr, posso dizer que sou um escritor sensual!
Novembro 1st, 2008 at 10:44
A LLima é um ser de Luz, teve as suas razões para se pazzar- pacientzia tem limites- ela integra sempre os outros neste spot, nós mesmos estivemos aqui num choque frontal que nos ia dando cabo das protuberâncias córneas e foi ela que canalizou o episódio para a harmonia Cómico-Cósmica-Quântica…
Se calhar, agora, fomos nós que acirrámos a confusão, mas não foi por mal, foi para a tornar mais divertida e até activar o debate..Sorry!
Novembro 1st, 2008 at 14:26
Será que com a chegada de um novo mês, esta polémica fica arquivada? espero que sim.
afinal, todos os que vêm aqui, vêm pelo guru-anfitrião e não pelas polémicas.
vá meninos(as) façam as pazes…
Novembro 1st, 2008 at 16:40
VG…;) a menina é uma filha da mãe duma luso-tansa muuuutante muthabillis do camandro!… e eu adoro-a, a si, e mais ao senhor nosso pai, e nosso senhor… olhe, quase nem ligo àquilo dos efeitos secundários da tinta…;)
Nuno…;)
Fazer paz e amor, é comigo!…
Sou a própria fada sininho, um verdadeiro ser de luz…;) qualquer coisa entre o pirilampo mágico e o gambuzino selvagem e projecto em sombras chinesas, psico-dramas decadentes incandescentes para os ogres, faunos, cabras, veados, vacas, e outros bambis personagens da fábula aqui deste pagode de blog.
Percebo-o bem Nuno, seu breloque!…;)
Porque também eu adoro a sala de espera deste consultório… mas sigo as dietas sugeridas, avio as receitas na farmácia, e claro, tomo os comprimidos! não sou uma inimputável mal-dizente, nem uma putativa desistente, sou mais uma putencial resistente… uma sobrevivente…
Peace and love, brother…;)
Novembro 1st, 2008 at 17:23
Sérgio…;)
Ficou lindo de morrer e a matar!… aquele teu triunvirato comentarial, de natureza fecal…;) quanto sentido naquele cropológico momento de entendimento dos eros de português, dos sentimentos dos seus escribas e dos valores do seus leitores… visceral e pastoso o caldinho preparado e servido à colherada… Hummm…;)
Pois…;) o eterno feminino, a visão escatologica do apocalipse da salvação na zinkilandia e o agressor sexual que queria ser escritor! e sensual…
Tudo resumido à matéria fecal factual actual!…
Lindo, Sérgio, ficou lindo…;)
Novembro 1st, 2008 at 20:25
Lol, canseiroso é suposto isso ser uma manifestação de algo magnífico? Dever-me-ei prostrar e exclamar: «Ó santo génio que iluminas os céus pardos destas pobres existências traz-nos maravilhas que desconhecemos»? é suposto não é? Está dito! Grande verborreia de onanismo…
Novembro 1st, 2008 at 20:26
Sensual é ingerir produtos knorr e ainda ser capaz de escrever bela prosa para nosso gaúdio =P
Novembro 1st, 2008 at 20:28
Eu não! Eu venho mesmo é pelas polémicas! Et tu (Brutus) Saulus? Lima? VG? Sérgio?
Novembro 1st, 2008 at 21:28
Rafeiroso?…
Pois é!… seu rancoroso, tentativa falhada.Vais continuar mesmo é enjaulado. E podes arreganhar-me os teus caninos amarelados para trás à vontade, assustando meio mundo, tentando morder à esquerda e à direita… eu sei que o que tu tens é cócegas e te estás a rir, doido por começar as aulas de yoga…
E também não falo contigo! enquanto não me pedires desculpa… porque como já to havia dito, mesmo não precisando continuar a ser assim, para já, mantens-te o mesmo parvalhão paternalista e prepotente de sempre…
A noite da má lingua era realmente uma festa, espantosamente divertida e estimulante… maravilhosa viagem pelo desconhecido transgressor, pela sensualíssima descoberta do humor…
Nunca lá vi ninguém a contra-argumentar em desespero, arriscavam até bastante mas jogavam limpo… e por isso era tão, tão divertido, tanto, tanto! que te trouxe a ti até aqui… e a mim também. Só isto te reconheço.
Jogar limpo seria por exemplo, aquela situação em que somos abrupta e torrencialmente desafiados para um duelo, mas com um sorriso, e passamos a escolher as armas e seguidamente a bater-nos! partindo completamente o coco à gargalhada…
Jogar sujo é vires falar neste blog do meu que não interessa um chavelho para o assunto… e no qual basta clicar ao contrário do teu. E ainda por cima, o fazeres com deselegância e negligencia… não que me atrapalhe…;) mas incomoda um bocadinho os carrapatos que tenho atrás das orelhas e faz-me crescer desmesuradamente as unhas dos pés.
Jogar na ímundice é defenderes-te da minha verborreia paradística-ó-festivaleira, atacando-me na minha reserva de intimidade.
Não sabes falar a rimar e por isso toca e vai de me apalpar e papar. Vai-te catar, tótó, vai sublimar!…;)
Digo que és uma fraude porque não és autêntico, não te conheces a ti próprio e não consegues admiti-lo. Tens receio de te ter tornado naquele que temes, mas obrigas-nos a nós a combate-lo por ti…
De artíficio só conheço o fogo, e artificial é ser natural como um animal… mesmo sendo também racional, pelo que aí te deixo onde te meteste. Nesta jaula.
E mais, és tanto mais tótó quanto não precisavas nada de fazer estas figurinhas, e aquela estapafúrdica brigada do fulgor pátrio ainda está por formar.
A Islandia afunda-se o grande degelo acelera e tu não és um verdadeiro patriota, se não entrares na risota…
Mas ri-te connosco, tótó, não te rias de nós!…
já te mandei foder?… opá, desculpa, ia-me esquecendo…
Novembro 1st, 2008 at 23:28
henriki…
sê sabi qu’eu mi venho aqui, sempre di bôa vontade, não sabi, cara?… pois! pulémicas, jamé!…;)
Novembro 1st, 2008 at 23:44
Eu venho aqui pelo host e pelos guests, que são do meu agrado, mesmo aqueles que necessitam de criar uma espécie de capa protectora agressiva, rude e mal-educada para não deixarem ninguém alcançar o seu verdadeiro eu sensível e agradável, as bebidas são boas, o fumo também, a música não incomoda e o clima é sempre fantástico. Cada qual defende-se da maneira que lhe parece conveniente. Também o faço, embora recorra a outros instrumentos menos desagradáveis, chamemos-lhe assim… Sinceramente, tenho dificuldade em compreender as pessoas que receiam revelar as suas fragilidades num meio francamente anónimo (estou a fazer uma análise mais ou menos superficial. Sei perfeitamente que não há anonimato na Internet, mas é muito difícil alcançar o cerne das pessoas, o seu intimo, o que elas realmente são e representam, o seu sentimento, que é no essencial o mais importante de todos nós.). Estamos todos ligados a um meio comum, mas existe a barreira intransponível do tempo e espaço e da presença física que inviabiliza qualquer medo de revelar aquilo que efectivamente somos. Já estamos suficientemente protegidos e não me parece razoável que se receie uma abordagem mais sincera e verdadeira a um lugar onde existem pessoas que, à sua maneira, procuram transmitir um pouco de si mesmas. Mas não somos todos iguais, nem no mundo real nem nesta nossa adorável realidade dos sonhos.
Novembro 2nd, 2008 at 2:15
Saí da minha cidade hoje e quase sempre para norte, mesmo que a cidade grande seja tão avassaladora que me cative logo ali. Por ali me fico sim e quase sempre regresso à noite para o monte.
No monte estou agora e não sei se abençoado pelo ar dos sargaços encharcados, apetece-me dizer-te Lima, que só uma pena me existe minha doce jovenzinha…é olhar para o teu rosto e ver-te assim tão criancinha…tão pouca idade…
É claro que rirei contigo. Não fiques assim, porque o provinciano sou eu pronto!…
Faço coisas tão normais como dormir, porque a jornada foi longa e recordativa, como um dia será definitiva.
Vou dormir então.
Novembro 2nd, 2008 at 11:32
Vai um curssilho de outono-inverno de auto-flagelação obsessivo-compulsiva extensível a todos os participantes aqui do spot zinkiano oferecido pela gerentzia da minha Academia Tubista?
Então, vamos todos entoar o som sagrado: Ooooooooooooooooooooooooooooommmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm…………….
LVL SPDE
Novembro 2nd, 2008 at 17:05
sshuiuuu… sô páde, pedão, madame, perdão…;) meninas… mais baixinho, mais!…
Estou a velar a bela, pedão, a besta adormecida…
Pronto…;)
Ainda bem que conseguiste adormecer e recuperas…
Aproveito para te mudar de jaula. É maior, com um leito alto, perdido no chão frio e vazio, uma lareira, nas paredes o retrato de teus antepassados… e uma prateleira de livros, com montes deles…
A lenha trago-ta eu, que gosto de a ver a arder… o tempo, continua e continuará relativamente inexorável… mas os livros terás mesmo de ser tu a lê-los, ou a escrevê-los… tanto se me dá…;)
Parto-me a rir com o teu paternalismo, e com a superficialidade com que te investes duma sabedoria que é certamente a tua, mas que de certeza que não é essa! Mostras-te negligente na percepção, desconcentrado e pouco exigente na função… não tens recuo, e portas-te como o velho tonto, que nunca foste e porventura, e zinkiliana providência, nunca serás…;)
Pões-te muito bem instalado, todo refastelado nas tuas amargas experiencia e sabedoria da vida, a arrotar postas de pescada, que por serem tão óbvias! só podem não ser verdade… Duvida das evidências, Canseiroso, duvida da dívida e da dádiva!… Divide…;) Distribui e volta a dar… vá, joga…;)
Mas deixa-te agora estar, que estás a descansar, e eu também aproveito para coxilar…;)Ooooooooooooooooooooooooooooommmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Sua Leviandadade dixit e não desdixit…;)
Novembro 2nd, 2008 at 17:48
Limemos, ou melhor, eliminemos então o primeiro parágrafo do teu descontentamento, que suporta já uma longa prosa. E como todas as prosas que dependem do primeiro parágrafo, sublimemos então a nossa tensão e convertamo-nos em monges das nossas venturas porque de desventuras parece estarmos já conversados. Sim, porque a minha distracção sendo patológico/não depressiva é todavia uma marca da minha personalidade, que não me deixa contudo alheio a tudo que me dá cócegas.
Calhaste-me na rifa para sermos mais objectivos.
Negas-me, renegas-me, açoitas-me com a tua língua em local público como se o pudor fosse palavra apenas e não recato de coisas íntimas e aventurosas.
Vai ser difícil o nosso retorno ao espaço Zinkiliano, sem que em cada gesto de análise metafórica e metafísica de tudo o que o nosso anfitrião produza, não resulte sempre um mantra nunca ensaiado, que nos curve sobre a ausência divina das coisas que se amam mesmo que incognoscívelmente.
É mesmo uma sensação de provinciano esta minha, Expressa assim, remetida para o tempo Pessoano das pessoas que vivem de preconceitos só por viverem na província. Que farsante me saiu este Pessoa.
Que autêntica és tu como pessoa.
Novembro 3rd, 2008 at 10:52
Por acaso algum de vós consegue aceder à caixa de comentários do último post? Estranho…
Novembro 3rd, 2008 at 16:59
Também não acedo, saulus!… e mesmo aquela página de abertura também está toda maluca… só consegui chegar até aqui fazendo batota com os botõezinhos…;)O que não percebo é como é que já tem 3 comentários… um dos quais me interessaria especialmente ler…;)
Dou-te, pois, o benefício da dúvida, Canseiroso… é uma dávida que não te deixa em dívida… porque logo, logo, poderemos acertar as nossas contas…;) Conto contigo… conta comigo!…;)
Digamos que te saí na rifa, sim! mas em boa verdade, terá sido até mais porque te deste ao cuidado de comprar a caderneta inteira, antes disto tudo ter começado a andar à roda…;)
Chegas, e logo te pões-te a chamar pelo Tio…;) e vaca à minha amiga… e veado ao meu amigo…;) achei que merecias como prémio uma ovelhinha…;) mas ranhosa, bem ranhosa!… Estavas tão auto-satisfeito a felicitar-te a ti próprio por aqui chegares… deverias é ter-te regozijado! não?!…
Eu regozijo-me, quer dizer: estou com sorte, quero, posso e devo aproveitar!…
Eu felicito-me, quer dizer: sou o maior, posso, quero, e mando, agora vou reinar!…
Ora, vê se entendes, para nós, que andamos aqui a pastar…;)a coisa, parecendo bastante semelhante, soa-nos completamente diferente!
(sabes, é que se lhe chamamos de anfitrião é para lhe dar ares de alguma importância… e para nos divertir-mos, mas na verdade, se não fôr um impostor, bem sabe como nós que não passa de mais um pastor, do seu, teu, meu, nosso senhor!…
Vens dar prémios?!…
Não vens buscar nada para ti?!…
A isso chama-se soberba… e um soberbo é um tótó!…
Sexualidade explicita e espiritualidade implícita, ou o contrário, tanto dá, num só comentário, e logo o primeiro?!…
A isso chama-se focalisação dicotómica nas pulsões de vida e morte… e isso implica urgência… grande aflição… e alguma irreflexão… e animalização…
Bom, isto para te dizer, que animalização e animação não são exactamente a mesma coisa. E que quando, páras de babar, grunhir e arreganhar os dentes, e te dás à canseira de articular o pensamento para chegar a algum intento, me agrada bastante mais a tua conversa…
Tens mais graça quando não fazes troça…;)
Mas não falo mais contigo! enquanto não me certificar do andaste a dizer a propósito dos mortos, dos vivos, e dos mortos-vivos… naquele caixão, pedão…;)naquela caixa de comentários! tão exclusiva…;)
Novembro 3rd, 2008 at 18:54
Oh minha magana!…Tás a pedir umas nalgadas dicotómicas tas!. Eu te dou a focalização!…Ora a miúda…
Então agora disponibilizaste para mim assim em público? Tens um mail directinho para mim afim de, numa de teste maniqueísta e vens propor-me dicotómicamente ir comigo para a cama, focalizando a dicotomia nas ramificações do meu corpo?
O pastor deste rebanho que me perdoe, mas quando me excitam a esta distância fico absolutamente irrequieto e não sei se é dumas empadas de legumes que ando a comer agora, receitadas pelo meu mestre espiritual, ou mesmo da abstenção plena de carne que me começa a tirar o sono, que fico assim.
Já dei comigo a meditar em grupo e a sentir que a fraqueza me expõe as exuberâncias que, por força de não deixar passar nada por mim em fase de aclamação dos sonhos, deixo ficar e seja o que buda quiser.
Mas não… logo a seguir outro pensamento me ocorre e sem perder o ritmo da respiração, tão pouco sentido já o peso do meu belo corpo sobre os calcanhares, lá sou eu transportado para o norte, transpondo vales e montanhas como é de bom iniciado fazer, para lugar onde não se limam as palavras. Aí fico pasmado!… Entreabrem-se-me os lábios, a respiração entra no limbo precisamente dos justos, os olhos semicerrados, típicos de alentejano yoguista desconfiado observam o que se aproxima e o êxtase acontece. É o orgasmo sem manipulação, apenas espiritual, e só porque o meu mestre me disse que se podia pensar em tudo quando se está a meditar.
Na intimidade que antecede o mantra, já questionei o meu mestre sobre a eventualidade de estar a pecar, ou mesmo de me vir em plena oração, ao que ele me respondeu estar perante um caso inédito na história da prática da meditação libertária, e que tal a repetir-se, teria ele que abrir uma excepção e retirar-me a possibilidade de me fixar em alguns pensamentos.
Corro assim o risco de me retirar do reino dos justos, tudo por causa da impossibilidade de controlar a terrível testosterona que a não ter sido reforçada pelas empadas de soja, só pode ter sido estimulada por ti minha magana!…
Novembro 3rd, 2008 at 22:39
O Ti Rui recomenda que compremos um magalhães para resolver o problema…
Novembro 3rd, 2008 at 22:41
Algum tem para aí um vomidrim…
Novembro 3rd, 2008 at 22:42
errata… alguém
Novembro 4th, 2008 at 1:20
saulinhus…;) tenho chá de cidreira, aqui ao lume, junto com outras mézinhas, e caldinhos, também serve?…;)
Sabes?…;)
Oh meu sacana… na cama era onde nós estávamos! Tótó…;)
Velava-te, lembras-te?…
Já tinha despertado, e estava a olhar para ti que meditavas no sono dos justos… balançando a minha cadeira num vai-vem pensativo e inspirado… Tão sereno, o teu corpo parecia realmente flutuar, devia ser quando te lançavas na tal viagem ao norte respondendo ao apelo da islandia, a bela, recaída…;)
Tinha até achado que os teus caninos, amarelados que fossem, nem eram assim tão grandes e pontiagudos, que não se pudesse imaginar tentar dar-lhes um jeito!…
Lembrei-me de mim também, que preciso de vez em quando, de me desembarçar destas enormes e resistentes unhas dos pés… Dão-me imenso jeitinho, mas atrapalham-me por vezes a marcha, e a verdade, é que também gosto de poder calçar de quando em vez os sapatinhos de cristal que tenho do meu enxoval…;)
Dizia-te, e continuo, que estava assim… nesse devaneio, quando de repente me veio à ideia que sim, que podiamos talvez, fazer alguma coisa de interessante… Poderiamos limar ligeiramente os teus dentes e simultâneamente aparar considerávelmente as minhas unhas…
Pelo que dei por mim, ainda sentada na minha cadeira de balouço a esticar devagarinho a perna e a pousar suavemente a planta do meu pé no teu peito…
Remexia docemente os dedos para chamar a tua atenção sem te incomodar, sorrias, e babavas apenas muito ligeiramente, pelo que me fui aproximando, aproximando… e sem que desses por isso lá ias fazendo o que te dá mais prazer fazer, que é ferrar o dente e papar, correu belissímamente…;)Pé pós pé, senti-me outra… mais leve e solta… tanto que lancei pairar sobre ti, já com os sapatinhos calçados e tudo…
Pensava se não poderia mesmo emprestar-te um fato catita e tirar uma cartola do joelho, por-te todo janota…
Era giro.
Davas-me o braço, cumprimentavas este e aquele, eu rodava a minha sombrinha… e saíamos airosamente desta caixinha de comentários, sob a aprovação e alívio gerais,
como duas silhuetas próximas, contra o cenário de um belo dia de passeio no parque…
Assarapantaste-me!…;) e caí inteira sobre o teu corpo, e antes que me sentisses pesar-te tratei de te atar todas as patas aos quatro cantos da cama… fazes lembrar o leonardo da vinci, e a circularidade do quadrado, a grande roda de onde sopram os quatro ventos, mas continuas com as mesmas ventas e continuas a bela besta de sempre…;)
Já te disse, ficas aí. Fechado! e desta vez amarrado.
É uma jaula decente, tens é de não confundir, mete essa na mona, não tomes outra vez a testosterona, vê se percebes! o que te falta é a metadona…
Tomar comprimidos não basta, têem de ser os certos!
Tótó… empata fadas…
Dicutumizo-te bastante, e muito profundamente…
E outra coisa, rafeiroso, magana é a tua tia, o meu nome é morgana… ahh?!… Plim!
Novembro 17th, 2008 at 17:34
e o k tem contos no erário púbico é um escritor pornô.
