A capa tá um must!
Aquilo é uma ganada? Ai, adoramos ganadas, bazukas, Cala-me a Chnikovs- ámas de fogo é con nosotras duas em uni-som…catanas e outas ámas bancas é que não, lembam-nos momenti terribilis, plenus de panicus e pain…
Tamos ansiosas po lê o contenundo non mantenundo…
As Pocas das Pacas, po vezes, destinam-nos (passo a redundância…) mêmo uma boa ganada e das duas uma- ou explodimos ou implodimos- eu pefiro explodi, implodi é tão kamikásico, credo! Se bem que, de vez em quando, uma boa dinâmica kamikásica só faz bem à pele e ao karpa!
Agora, não concódo que “o melhó destino” seja “aquele que nos faz senti em casa”, on the contrary, o best é aquele que nos faz senti complètement outdoors, não há nada como um bom abismo pa nos abi os horizontes…E, neste país, aonde só se consegue vislumbá a linha do horizonte ou péto do sea ou no Além Tejo…é uma nóia, credo! Tá sempe a pocaria de um mamarracho à fente do Céu (pus a maiúscula on purpose… não há pachorra! Peço de novo encarecidamente: alguém me tira deste filme e me põe na Áfica Minha? (a conivência com a Belita já me colou à pele uma dinâmica aficanizante- eles são terríveis- são como o paludismo, são endémicos, epidémicos e epidérmicos!)
Ansiosa pelo lançamento do livro!!!
Embora o meu tempo, neste momento, seja (parcialmente) ocupado por leituras obrigatórias dos livros da escola! E já tenha uma lista considerável de livros para ler!
mais uma vez, não tem nada haver, mas que se lixa grossa.
Planeta EnTerra
A NASA, vai pôr muito em breve à disposição dos contribuintes espalhados por todo o mundo, de forma gratuita, a sua vasta colecção de comprovativos não aprovados, que provam a existência de fotografias e filmes históricos sobre exploração, levados a cabo pelos melhores realizadores do género científico. Manuel de Oliveira, financiado por uma dimensão paralela aos fundos perdidos e vagueando pelo espaço que ele próprio já deixou de tentar perceber, não faz parte desta Meca cinematográfica, apenas porque não possui um telescópio espacial equiparável ao incrível Spitzler. Foi graças a este poderoso telescópio que pela primeira vez foram captadas imagens reais de enormes quantidades de água nas bolsas das maiores economias de um planeta cada vez mais distante a que se deu o nome EnTerra, água essa que parece estar na origem das calotas que, tal como no planeta azul, no vermelho de Marte e das economias mundiais, congelou depois de fustigadas por ventos ciclónicos muito frios e secos. A semelhança é tal que estão mesmo a pensar enviar para Marte uma enorme quantidade de gestores, banqueiros, promotores, comentadores de economia e um pobre pedinte morto de fome, suspeito de ser o responsável pela arrepiante crise económica que assolou este sistema; “Habituados a tantos caloteiros esses senhores não estranhariam qualquer cenário condicionado pelas calotas, já quanto ao morto de fome não sei se sobreviveria de mão estendida no meio daqueles tubarões e o mais certo até seria ficar sem roupa, couro e cabelo ”, referiu o analista espacial e de calote financeiro, Eulálio Moneimun.“
Para compensar possíveis más interpretações, a NASA vai mostrar o próximo Eclipse solar cobrando apenas um dólar ao governo Americano por cada curioso que se encontre no hemisfério Norte onde o Eclipse será total, enquanto os “paparasi” do outro hemisfério pagarão apenas o que nem sonham que pagam porque aí o Eclipse será parcial e até aproveitado por alguns para o desenvolvimento de novos negócios como a venda de dinheiro a pouco mais do dobro do seu valor. Os cegos pagarão uma taxa acrescida “visto” que não correm o risco de voltar a cegar; no entanto não devem inclinar a cabeça para trás para não provocarem atitudes reaccionárias em quem pensa que vê mais que os outros só pelo facto de ser mais roubado; mesmo os que ficam a ver navios por olhar directamente para o Eclipse económico, ainda que possa provocar cegueira permanente.
Atentos à desigualdade que se tem verificado nos últimos XXI séculos, a NASA tudo tem feito para acabar com falsos mitos e vai daí, comprou parte dos direitos de transmissão do STAR WARS (guerra das estrelas) a George W. Lucas, por um valor astrológico que garantirá a continuação da saga, onde Luke Skywalker contempla o duplo entardecer no Planeta Tattoine, o que lhe permitiu comunicar a existência de Sistemas com dois, três, quatro e muitos mais Sóis. Assim, para quem passou a vida a queixar-se que isso do “Sol quando nasce é para todos é uma grande treta”, vai finalmente ter direito a uma maior possibilidade de ser, também ele, iluminado e aquecido pelo destino da oportunidade de se queimar se não usar um forte protector solar. A NASA já contactou a ESA propondo aliviar os bolsos Europeus para que muitos dos contribuintes mais pobres possam estar mais leves quando partirem rumo aos sistemas Planetários com muitos Sóis que lhes garantirão, finalmente um futuro tão promissor quanto os dos gestores dos terrestres paraísos dourados. Mais, indo de encontro ao optimismo inabalável do Primeiro-Ministro Português José Sócrates, a Comunidade Científica anda com um sorriso de orelha a orelha, devido às mais recentes notícias da sonda “MARS”(Mars Science Laboratory-MSL. Nave espacial não tripulada da NASA) que depois de já ter encontrado uma rocha em Marte com a forma do Ministro da economia Manuel Pinho e de José Sócrates com um nariz do tamanho de uma montanha e um barrete “pink floyd”, descobriu agora umas crateras com a forma dos SMILEYS de Paulo Teixeira Pinto e Jardim Gonçalves, do Emplastro do Porto e uma montanha que pariu um rato muito parecida com o frenesim de Manuela ferreira Leite, sendo que estas últimas não foram reveladas, para não assustar a população mais esperançada. A Mars Odissey encontrou ainda evidências do que parecem ser sete cavernas na encosta de um vulcão marciano que foram apelidadas de “sete irmãs” falidas dentro das quais se vislumbravam os gestores especulativos que desde há uns meses se eclipsaram.
O telescópio Spitzler não foi capaz de detectar o segredo dos buracos negros para que pudesse ser revelado, apesar dos quase 2 biliões de euros que a NASA e a Europeia ESA destinaram para o efeito durante os próximos 15 anos, restando apenas, dessa aliança, a esperança de se materializar o projecto Lisa, que tentará comprovar a existência da radiação gravitacional, ou seja, as ondas geradas em grandes cataclismos económicos, o que é mais que certo já que lisos e lisas começaram a ficar muitos investidores e muitas carteiras. Justiça seja feita à equipa do Dr. Peter Chen que está a desenvolver um super telescópio construído com carbono e pó lunar, ideia imediatamente aproveitada por Eulálio Moneimun, que está a pensar aproveitar o pó a que serão reduzidas a economia de muitas empresas e famílias, para tentar construir o seu próprio super telescópio tornando possível ver as letras muito miudinhas, as que nem aparecem nos entalanços de créditos bancários e até os pensamentos ZEN que os gestores conseguem eclipsar, falando o que o pobre gosta de ouvir em vez do que irá pagar.
Já no que diz respeito às calotas polares, tal como na Terra e na realidade paralela de EnTerra, em Marte também parecem abundar fragmentos de caloteiros, pelo que tal descoberta não mereceu grande atenção da comunidade científica e financeira que se manteve calculista e fria, chegando mesmo a congelar, onde o gelo apenas foi quebrado por mais um comunicado do Governador do Banco de Portugal Victor Constâncio, alertando para a cor branca do cavalo branco de Napoleão, a chuva ser molhada e para mais qualquer coisa pela qual parece ter sido pago para esquecer-se e ninguém ouviu.
e lá vai mais um; este é que não tem mesminho népias a haver com népias de nada. Mas que se lixe com a lixa que quiser.
As Bodas de Fígado
A ópera cómica de Wolfgang Amareus Mozadt, vai ser reescrita para que possa ser adaptada aos profissionais da videira que frequentam os melhores palcos “tavernícolas” desta pequena cidade de artistas há muito em vinho d’alhos. Vai ser uma produção 100% nacional, apesar do trabalho de composição integrar personagens como “TF” e “T” (Touriga Franca e Tempranilho, também conhecida por tinta Roriz ou Aragonez), que substituirão o libreto de Lorenzo da Ponte (Emmanuele Conegliano) mas que continuará a ter como base a peça homónima de Pierre-Augustin Caron de Beaumarchais; a “TP” (Touriga Portuguesa) participará no novo libreto que será gravado a tintol de pena. Para não haver quezílias entre os actores que, sendo excêntricos e sem confiança no(a) taverneiro(a) estão sempre com a ideia de que o seu copo de vinho é menor que o do vizinho e o vinho do vizinho é melhor do que o do seu copinho, o elenco vai ser alargado a umas largas dezenas por cada actor principal da peça original, sem contar com as centenas de figurantes que cumprirão o seu papel a preceito não deixando os copos em mãos alheias, o que devia obrigar os vinicultores da região a patrocinar as Bodas de Fígado.
Os papéis principais a atribuir estão a provocar violentas discussões de taverna, provocando comportamentos esquinados em alguns dos pré-seleccionados que até têm diminuído significativamente o abuso do álcool, denunciando uma artéria apática e até mesmo antipática em vez de uma artéria hepática, o que tem levado o fígado a mostrar-se pouco simpático, pelo que se teme a perda das qualidades desejáveis para o efeito burlesco da trapalhada.
A acção vai desenrolar-se na tasca da condessa de Almaviva (esposa de Conde de Almaviva, um canibal de maus fígados que quer comer a mulher de Fígado), algures entre uns chispes suinos em vinagrete e um transplante hepático sem esperança. A escolha de um fígado para o papel de Fígado não está a ser nada fácil e há mesmo quem duvide dessa possibilidade. No entanto, sabe-se que Amareus Mozadt, já em 1785 enfrentou o mesmo problema e ponderou mesmo a substituição da maior glândula do corpo humano, por um órgão qualquer que contracenasse com Susanna Todaboa (noiva de Fígado) mas, entre uma cirroses e umas hepatitesitas, lá se conseguiu arranjar um produtor da família, o primo Pâncreas (bem sucedido empresário do ramo da insulina) que aguentou a ópera até ao fim. Depois das Bodas de Fígado, sabe-se que ficaram esgotadíssimos e desapareceram; há quem diga que os viu alojados na carcaça de “Eulálio Icterício” (da família dos Eulálios), que ainda hoje alimenta a esperança ser escolhido para o papel de Conde de Almaviva continuando a actuar empenhadamente nas tascas de sempre, apenas parando de enfrascar para emborcar mais um copo. Infelizmente, a maior comunidade de dadores de fígado não se encontra por estes lados, visto que já poucos o têm e os que ainda acham que o têm não o encontram, encontrando-se, no lugar dele, todos os órgãos menos esse responsável pela conversão de proteínas e gorduras em glicose na medida certa. Amareus Mozadt, demonstra nesta sua ópera que as células até podem morrer de fome, e de amores, pela glicose acumulada no sangue e na urina, a Diabetes Melitus, (interveniente não visível na ópera conhecido também por ponto devido à assiduidade com que todas as manhãs cumpria o ritual diário na sua tasca preferida onde picava uma meia-dúzia de pontos de 30 e tal CL de TT, T e TP, bem combinados).“mas de sede é que elas não morrem”, garantiu um taverneiro especialista nestes órgãos e em consequências dos derivados.
***Parece haver uma relação directa entre a troca de algumas consoantes no nome de Amadeus Mozart por Amareus Mozadt, Fígaro por Fígado e alguns danos cerebrais provocados pelo excesso de tintol.
Outubro 3rd, 2008 at 0:24
A capa está supimpa! Fico à espera do conteúdo. E de um convite para o lançamento. E para quando um capaline à porta do Continente?
Outubro 3rd, 2008 at 9:26
VG:
A capa tá um must!
Aquilo é uma ganada? Ai, adoramos ganadas, bazukas, Cala-me a Chnikovs- ámas de fogo é con nosotras duas em uni-som…catanas e outas ámas bancas é que não, lembam-nos momenti terribilis, plenus de panicus e pain…
Tamos ansiosas po lê o contenundo non mantenundo…
As Pocas das Pacas, po vezes, destinam-nos (passo a redundância…) mêmo uma boa ganada e das duas uma- ou explodimos ou implodimos- eu pefiro explodi, implodi é tão kamikásico, credo! Se bem que, de vez em quando, uma boa dinâmica kamikásica só faz bem à pele e ao karpa!
Agora, não concódo que “o melhó destino” seja “aquele que nos faz senti em casa”, on the contrary, o best é aquele que nos faz senti complètement outdoors, não há nada como um bom abismo pa nos abi os horizontes…E, neste país, aonde só se consegue vislumbá a linha do horizonte ou péto do sea ou no Além Tejo…é uma nóia, credo! Tá sempe a pocaria de um mamarracho à fente do Céu (pus a maiúscula on purpose… não há pachorra! Peço de novo encarecidamente: alguém me tira deste filme e me põe na Áfica Minha? (a conivência com a Belita já me colou à pele uma dinâmica aficanizante- eles são terríveis- são como o paludismo, são endémicos, epidémicos e epidérmicos!)
Abba Socas,
VG
Outubro 3rd, 2008 at 20:05
Bom, então tenho que me preparar para a respectiva compra e leitura.
Outubro 3rd, 2008 at 20:07
A capa é muito boa a propósito. Felicitações ao Mateus. Quanto ao livro confesso que estou curioso, adoro viagens, de vários géneros.
Outubro 3rd, 2008 at 22:43
Ansiosa pelo lançamento do livro!!!
Embora o meu tempo, neste momento, seja (parcialmente) ocupado por leituras obrigatórias dos livros da escola! E já tenha uma lista considerável de livros para ler!
Parabéns pelo novo livro!Boa sorte!
Outubro 9th, 2008 at 19:32
mais uma vez, não tem nada haver, mas que se lixa grossa.
Planeta EnTerra
A NASA, vai pôr muito em breve à disposição dos contribuintes espalhados por todo o mundo, de forma gratuita, a sua vasta colecção de comprovativos não aprovados, que provam a existência de fotografias e filmes históricos sobre exploração, levados a cabo pelos melhores realizadores do género científico. Manuel de Oliveira, financiado por uma dimensão paralela aos fundos perdidos e vagueando pelo espaço que ele próprio já deixou de tentar perceber, não faz parte desta Meca cinematográfica, apenas porque não possui um telescópio espacial equiparável ao incrível Spitzler. Foi graças a este poderoso telescópio que pela primeira vez foram captadas imagens reais de enormes quantidades de água nas bolsas das maiores economias de um planeta cada vez mais distante a que se deu o nome EnTerra, água essa que parece estar na origem das calotas que, tal como no planeta azul, no vermelho de Marte e das economias mundiais, congelou depois de fustigadas por ventos ciclónicos muito frios e secos. A semelhança é tal que estão mesmo a pensar enviar para Marte uma enorme quantidade de gestores, banqueiros, promotores, comentadores de economia e um pobre pedinte morto de fome, suspeito de ser o responsável pela arrepiante crise económica que assolou este sistema; “Habituados a tantos caloteiros esses senhores não estranhariam qualquer cenário condicionado pelas calotas, já quanto ao morto de fome não sei se sobreviveria de mão estendida no meio daqueles tubarões e o mais certo até seria ficar sem roupa, couro e cabelo ”, referiu o analista espacial e de calote financeiro, Eulálio Moneimun.“
Para compensar possíveis más interpretações, a NASA vai mostrar o próximo Eclipse solar cobrando apenas um dólar ao governo Americano por cada curioso que se encontre no hemisfério Norte onde o Eclipse será total, enquanto os “paparasi” do outro hemisfério pagarão apenas o que nem sonham que pagam porque aí o Eclipse será parcial e até aproveitado por alguns para o desenvolvimento de novos negócios como a venda de dinheiro a pouco mais do dobro do seu valor. Os cegos pagarão uma taxa acrescida “visto” que não correm o risco de voltar a cegar; no entanto não devem inclinar a cabeça para trás para não provocarem atitudes reaccionárias em quem pensa que vê mais que os outros só pelo facto de ser mais roubado; mesmo os que ficam a ver navios por olhar directamente para o Eclipse económico, ainda que possa provocar cegueira permanente.
Atentos à desigualdade que se tem verificado nos últimos XXI séculos, a NASA tudo tem feito para acabar com falsos mitos e vai daí, comprou parte dos direitos de transmissão do STAR WARS (guerra das estrelas) a George W. Lucas, por um valor astrológico que garantirá a continuação da saga, onde Luke Skywalker contempla o duplo entardecer no Planeta Tattoine, o que lhe permitiu comunicar a existência de Sistemas com dois, três, quatro e muitos mais Sóis. Assim, para quem passou a vida a queixar-se que isso do “Sol quando nasce é para todos é uma grande treta”, vai finalmente ter direito a uma maior possibilidade de ser, também ele, iluminado e aquecido pelo destino da oportunidade de se queimar se não usar um forte protector solar. A NASA já contactou a ESA propondo aliviar os bolsos Europeus para que muitos dos contribuintes mais pobres possam estar mais leves quando partirem rumo aos sistemas Planetários com muitos Sóis que lhes garantirão, finalmente um futuro tão promissor quanto os dos gestores dos terrestres paraísos dourados. Mais, indo de encontro ao optimismo inabalável do Primeiro-Ministro Português José Sócrates, a Comunidade Científica anda com um sorriso de orelha a orelha, devido às mais recentes notícias da sonda “MARS”(Mars Science Laboratory-MSL. Nave espacial não tripulada da NASA) que depois de já ter encontrado uma rocha em Marte com a forma do Ministro da economia Manuel Pinho e de José Sócrates com um nariz do tamanho de uma montanha e um barrete “pink floyd”, descobriu agora umas crateras com a forma dos SMILEYS de Paulo Teixeira Pinto e Jardim Gonçalves, do Emplastro do Porto e uma montanha que pariu um rato muito parecida com o frenesim de Manuela ferreira Leite, sendo que estas últimas não foram reveladas, para não assustar a população mais esperançada. A Mars Odissey encontrou ainda evidências do que parecem ser sete cavernas na encosta de um vulcão marciano que foram apelidadas de “sete irmãs” falidas dentro das quais se vislumbravam os gestores especulativos que desde há uns meses se eclipsaram.
O telescópio Spitzler não foi capaz de detectar o segredo dos buracos negros para que pudesse ser revelado, apesar dos quase 2 biliões de euros que a NASA e a Europeia ESA destinaram para o efeito durante os próximos 15 anos, restando apenas, dessa aliança, a esperança de se materializar o projecto Lisa, que tentará comprovar a existência da radiação gravitacional, ou seja, as ondas geradas em grandes cataclismos económicos, o que é mais que certo já que lisos e lisas começaram a ficar muitos investidores e muitas carteiras. Justiça seja feita à equipa do Dr. Peter Chen que está a desenvolver um super telescópio construído com carbono e pó lunar, ideia imediatamente aproveitada por Eulálio Moneimun, que está a pensar aproveitar o pó a que serão reduzidas a economia de muitas empresas e famílias, para tentar construir o seu próprio super telescópio tornando possível ver as letras muito miudinhas, as que nem aparecem nos entalanços de créditos bancários e até os pensamentos ZEN que os gestores conseguem eclipsar, falando o que o pobre gosta de ouvir em vez do que irá pagar.
Já no que diz respeito às calotas polares, tal como na Terra e na realidade paralela de EnTerra, em Marte também parecem abundar fragmentos de caloteiros, pelo que tal descoberta não mereceu grande atenção da comunidade científica e financeira que se manteve calculista e fria, chegando mesmo a congelar, onde o gelo apenas foi quebrado por mais um comunicado do Governador do Banco de Portugal Victor Constâncio, alertando para a cor branca do cavalo branco de Napoleão, a chuva ser molhada e para mais qualquer coisa pela qual parece ter sido pago para esquecer-se e ninguém ouviu.
Outubro 9th, 2008 at 19:34
e lá vai mais um; este é que não tem mesminho népias a haver com népias de nada. Mas que se lixe com a lixa que quiser.
As Bodas de Fígado
A ópera cómica de Wolfgang Amareus Mozadt, vai ser reescrita para que possa ser adaptada aos profissionais da videira que frequentam os melhores palcos “tavernícolas” desta pequena cidade de artistas há muito em vinho d’alhos. Vai ser uma produção 100% nacional, apesar do trabalho de composição integrar personagens como “TF” e “T” (Touriga Franca e Tempranilho, também conhecida por tinta Roriz ou Aragonez), que substituirão o libreto de Lorenzo da Ponte (Emmanuele Conegliano) mas que continuará a ter como base a peça homónima de Pierre-Augustin Caron de Beaumarchais; a “TP” (Touriga Portuguesa) participará no novo libreto que será gravado a tintol de pena. Para não haver quezílias entre os actores que, sendo excêntricos e sem confiança no(a) taverneiro(a) estão sempre com a ideia de que o seu copo de vinho é menor que o do vizinho e o vinho do vizinho é melhor do que o do seu copinho, o elenco vai ser alargado a umas largas dezenas por cada actor principal da peça original, sem contar com as centenas de figurantes que cumprirão o seu papel a preceito não deixando os copos em mãos alheias, o que devia obrigar os vinicultores da região a patrocinar as Bodas de Fígado.
Os papéis principais a atribuir estão a provocar violentas discussões de taverna, provocando comportamentos esquinados em alguns dos pré-seleccionados que até têm diminuído significativamente o abuso do álcool, denunciando uma artéria apática e até mesmo antipática em vez de uma artéria hepática, o que tem levado o fígado a mostrar-se pouco simpático, pelo que se teme a perda das qualidades desejáveis para o efeito burlesco da trapalhada.
A acção vai desenrolar-se na tasca da condessa de Almaviva (esposa de Conde de Almaviva, um canibal de maus fígados que quer comer a mulher de Fígado), algures entre uns chispes suinos em vinagrete e um transplante hepático sem esperança. A escolha de um fígado para o papel de Fígado não está a ser nada fácil e há mesmo quem duvide dessa possibilidade. No entanto, sabe-se que Amareus Mozadt, já em 1785 enfrentou o mesmo problema e ponderou mesmo a substituição da maior glândula do corpo humano, por um órgão qualquer que contracenasse com Susanna Todaboa (noiva de Fígado) mas, entre uma cirroses e umas hepatitesitas, lá se conseguiu arranjar um produtor da família, o primo Pâncreas (bem sucedido empresário do ramo da insulina) que aguentou a ópera até ao fim. Depois das Bodas de Fígado, sabe-se que ficaram esgotadíssimos e desapareceram; há quem diga que os viu alojados na carcaça de “Eulálio Icterício” (da família dos Eulálios), que ainda hoje alimenta a esperança ser escolhido para o papel de Conde de Almaviva continuando a actuar empenhadamente nas tascas de sempre, apenas parando de enfrascar para emborcar mais um copo. Infelizmente, a maior comunidade de dadores de fígado não se encontra por estes lados, visto que já poucos o têm e os que ainda acham que o têm não o encontram, encontrando-se, no lugar dele, todos os órgãos menos esse responsável pela conversão de proteínas e gorduras em glicose na medida certa. Amareus Mozadt, demonstra nesta sua ópera que as células até podem morrer de fome, e de amores, pela glicose acumulada no sangue e na urina, a Diabetes Melitus, (interveniente não visível na ópera conhecido também por ponto devido à assiduidade com que todas as manhãs cumpria o ritual diário na sua tasca preferida onde picava uma meia-dúzia de pontos de 30 e tal CL de TT, T e TP, bem combinados).“mas de sede é que elas não morrem”, garantiu um taverneiro especialista nestes órgãos e em consequências dos derivados.
***Parece haver uma relação directa entre a troca de algumas consoantes no nome de Amadeus Mozart por Amareus Mozadt, Fígaro por Fígado e alguns danos cerebrais provocados pelo excesso de tintol.