A minha vida dava uma fila indiana
Novidades Maio 7th, 20089h30: gravar um poema do Pessoa, o meu favorito: “Dobrada à moda do Porto” (grátis, cultura oblige).
11h: Presidir a uma defesa de mestrado (incumbência profissional).
13h: Descobrir que uma peça que escrevi (PessoAll) já não vai ser paga porque “não há dinheiro” para esse luxo chamado autor.
15h: Apresentar o Santiago Roncagliolo, um belo escritor peruano (incumbência profissional e prazer).
17h: Chegar atrasado ao funeral da minha tia Lurdes. (87 anos bem vividos.)
19h: Provar pela primeira vez a Sagres Rubi. (Bof, prefiro vinho.)
20h: preparar a arguição de amanhã (incumbência profissional).
21h: Preparar a conferência de sexta: “Como desaprender o português?” (Incumbência profissional, mas o prazer de chatear.)
22h: Ler trabalhos (incumbência profissional).
23h: preparar conferência sobre multiculturalismo (paga, Deus é grande).
24h: emendar conferência sobre Bellow (paga, Deus é mesmo muita bom.)
Maio 8th, 2008 at 0:43
Ó Anfitrião,
Tem sorte, a minha dava um bom filme do Almodóvar ou mesmo do Kusturica…Mas não a trocava por nenhuma americanada!
Maio 8th, 2008 at 9:30
A minha vida dava um livro de Kafka.
Ou então uma saga de Austin powers…é escolher…
Maio 8th, 2008 at 9:43
A minha é pior…nao dava nada!
nem o guião dava para ir para a reciclagem!
Maio 8th, 2008 at 12:05
ai anfitrião… venho pr’á fila deste rosário de letras, cheia de palavras por dizer e de pensamentos que me assaltam, ressaltam, e continuam a saltitar daqui pr’ali e d’ali pr’ácolá…
Deus é grande. Inventa legiões de profissões, multidões de incumbencias… proselitistas… mercenárias… ou meramente gregárias… mas se nos deixa o prazer de chatear desculpado pelo dever de trabalhar e ainda por cima obriga alguém a pagar-nos por isso ao fim da noite… então ele não é só grande… é amigo! e tem sentido de humor…;)
A minha vida dava para tudo e mais alguma coisa… só não me dá a paz que procuro nem o extase que ardentemente ansejo… vá lá, ainda assim, a misericordia divina deixou-me o prazer de fazer as coisas à minha maneira, e lá vai obrigando a que me vão pagando por isso… talvez chore mais do que rio… mas quando o faço sinto-me livre… livre… ganho asas… e é a vida a voar…
A nossa vida? Dá-se!…
dasss… disse alguma asneira?…
beijinhos
Maio 8th, 2008 at 14:38
Uma vida interessantíssima e ainda reclama LOL. Experimente entrar às 9 horas e sair Às 17.30 numa escola primária, ir para casa jantar/lanchar e dormir e depois falamos, não em fila indiana, mas em enredo indiano de bollywood.
Maio 8th, 2008 at 16:20
sim, nosso caro, pelo menos a sua agenda é agitada, cheia de movimento e actividade!
nem todos nos podemos queixar do mesmo!
Maio 8th, 2008 at 20:51
Shadow and Light,
Não gosto de a ouvir dizer que chora mais do que ri- a Sl é um ser humano tão positivo, tão bonito, já me fez rir tantas vezes, merece ter um sorriso quase sempre no rosto.
Que tal se juntássemos todas as nossas histórias e fizéssemos um guião- era capaz de ser engraçado: histórias polivalentes, outras irrecicláveis, outras do género Austin Powers, misturado com Kafka, Bollywood, Almodóvar e kusturica….Bem, seria um hit!
Maio 8th, 2008 at 21:07
Realmente, VG, que historinha mais irreal LOL.
Maio 8th, 2008 at 22:55
saulus lupus lunae, irreal é bestial!…;)
vg iam rse, você bem sabe, é sempre aquela coisa do etc e tal e outros que tal…;)
jf, reciclado já você está!… o seu conta kilometros vai no 0… enjoy the ride… open your eyes… be coll… and feel good…
Zinkilandia é ficção, imaginação, constelação do coração da nação dos que não gostam muito de racção… (ão…ão…ão) ou será só minha impressão?…;)
beijinhos malta…
LOL
Maio 9th, 2008 at 0:45
O que gosto na Lima é que tudo salta e ressalta e saltita daqui para acoli….ah como bamboleia…pronto(s) lá estou a pornografizar o inpornografizável (Paulo já tinhas saudades dos meus neologismos admite…lol). Bestialmente irreal este espaço alter(ado) ao Zink pela ‘geração à rasca’ ou geração X (Y ou zkjiaaa…eu gosto de rótulos parvos…é uma redundância de certo modo) qe semos noz…Llima estamos com batida hip-hop eu dou a beat tu dás-me a trip, sempre a bombar altamente a rimar, aqui na street há que ter cuidado com os feet..yo mô..tá-se bem? check it out sis…hã…
Maio 9th, 2008 at 9:23
Ó Henrique, perscruto nas suas palavras una certa jalousia, os espaços alter(ados)comme il non faut são sempre os mais enriquecidos…não acha? Sempre do mesmo é uma ganda nóia! Poderá ser uma ilacção precipitada da minha parte (ai de mim fazer julgamentos precipitados, credo!), mas, do que tenho lido, o Henrique e o Paulo fazem uma dupla um pouco proteccionista de espaços alheios e, às vezes, um pouco elitista e até malabarista…deveriam estar numa onda mais cool, mais spleen, mais relax, mais teen, porque, afinal, cada qual aqui deve ser como é e ninguém é como evidentemente…Dá a impressão que estavam a protagonizar um filme que, de repente, mudou de guião e Suas Selências se vêem aflitos para se adaptarem ao contexto e, de vez em quando, saiem de cena para fazer psycho análise dos outros participantes, ofendê-los ou simplesmente cutucá-los em vez de se esforçarem para desenvolver a vossa prestação.
São uma espécie de coro grego ciumento…
Desculpe-me a franqueza, mas, agora, saí eu de cena- noblesse oblige!
Maio 9th, 2008 at 10:00
Pois tinha Henrique, saudade dos teus neologismos e do teu sentido libidinoso apurado. Aprecio principalmente aqueles momentos em que baixas inocentemente de nível, tipo como quem não quer a coisa…. A Lima está cá uma MC fora de série, com uma rima altamente erudita, que até visualizei aqueles jovens artistas/musicos/gatunos/assassinos norte americanos que são magos nesse departamento (temos bons espécimes na buraca, na cova da moura e afins)… Hmmm, Lima, diga lá, já comprou as suas peças decorativas em ouro ou diamante, já tem um carro estupidamente caro, uma casa com 500 quartos (um para cada habitante do gueto), uma shotgun, sei lá, um emmy…??????
Maio 9th, 2008 at 12:27
tenho tudo isso!… e bastantes coisas mais, é que também negoceio em armas e me dedico ao narcotráfico… portanto…;) mas sabem, a nada disso dou importância!… sinto sempre dentro de mim aquele vazio que só o ritmo e a poesia podem preencher… é a minha veia poética!… a que corre ao lado daquela outra que leva o sangue até ao polegar e lhe dá força para apertar com mais força o alicate com que parcimoniosamente vou arrancando as unhas uma a uma a um meu protegido que me quis passar a perna nos negócios… compensá-lo-ei mais tarde do seu arrependimento forçado com um dente de ouro igual ao meu, mas sem o diamante incrustado, talvez… depois vamos apanhar fagots in the street e faze-los arrepender-se de se terem cruzado connosco… passamos pelos heavys-devils e repetimos a dose… hãan?… há que interagir, relacionar-se, darmo-nos a conhecer uns aos outros… procurar a sua inspiração, e o lado mais tenro para espetar a naifa…;)
VG, já imaginou, que se você consegue ser um hibrido reunido numa só pessoa talvez outros hibridos possam surgir da reunião de duas ou mais pessoas?…
Já pensou que uma aparente e incompreensível animosidade pode, muito bem, ser fruto de uma certa dificuldade em lidar com o efeito absolutamente pirótecnico duma forma de expressão, inhabitual e altamente exigente…
Às vezes achamos que estamos em perigo porque não estamos a entender, não sintonizamos… ficamos com receio e defendemo-nos, procuramos aliados, agredimos! mas estamos só a protejer-nos…
Bom… para mim, o espaço está sempre em expansão, cabe sempre mais um, e mais alguma coisa, sou inclusiva… inclusivamente, adoro vocês os três, e rio-me dessa disputa… partilhar protagonismo é difícil… mas é altamente… enriquecedor, excitante, e promissor…
Vá… se vieram aqui dar, e se gostam de aqui estar, porque é que não hão-de todos aproveitar?…;)
beijinhos,malta
Maio 9th, 2008 at 13:31
LLima,
O seu post foi simplesmente um hit: quem tem tem, quem não tem que vá buscá (pode já não havê- pode tê esgotado, ma nunca se lo sabe…)!
De fato e gavata, a disquiminação e ostacismo da difença vem sempe do medo, vulgo cagufa!
Só me espanta gente tão involuída tá a tê compotamentos tão estilo supé-tia snob com alguns laivos macha aco-íris (estas misturas, po vezes, podem resultá explosivas- se bem que vale mais uma explosão do que uma implosão…), pá, é que não se faz, pá! Afinal, a abetura é só a da gaveta? Não dá, pá, abam o amário, tamém, pá, nós tamos no jadim, ma tamém temos direito a apeciá a movília!
Abaçocas,
VG
Maio 9th, 2008 at 18:23
Vá, vá lá, peace and love, men…A enegia da LLima é muito mais positiva que a da Calp e é po ela que vos digo: vamos todos abi o nosso coração em uni-som, pois, amanhã pode muito bem sê o nosso last day on earth, não se esqueçam- o Apocalipse táqui taí e depois, que fare? Depois é que vamos vê a questão das rencanações e ó Paulo se continua com a mania de que é a reencanação do The One, eu ponho o meu lobby esosférico a funcioná e faço-o reencaná num gato da Lili Ai que Tropeças, cuidado comigo que eu tamém tenho a connection do Cosmos Altíssimo, que, by the way, me Adora!
Maio 9th, 2008 at 18:24
Ah, só vos vou ligá de novo pa vos dizê que adoro tá aqui, divito-me a valê!
Abaçocas- o polvo unido jamais será coziso!
Maio 9th, 2008 at 21:49
anfitrião…
tenho saudades daquele autocarro que saía de LA city e avançava na noite e no deserto… da negra dormindo no seu ombro civilizado de escritor pan-europeu… não ligue, mas se não se importa, vou sentar-me aqui a assobiar baixinho como quem não quer a coisa… ouvi dizer que resulta… e quando ela se calar vou ficar no silencio dos motores ronronantes, dos amuos, dos amantes e dos ruminantes… avançando na memória da música dos meus pensamentos e na escura vastidão do horizonte a perscutar nos céus a estrela-guia, que dizem, brilha mais forte na escuridão do deserto… decerto cada vez mais perto… do que está por ser descoberto mas é incerto…
ai anfitrião… estou spleen…
beijinhosmalta…
Maio 10th, 2008 at 0:03
Estou impressionada e cansada, só de ler! Imagino o que possa ser executar. Que reistência!
Maio 10th, 2008 at 0:19
LLima,
Leve-me pa esse deséto que quero vê a estêla, credo…Estou há dias à pocura de uma no céu e só vejo meteoritos, que, ainda po cima, vêm conta mim…Snifff!
Mas, a LLima não pecisa de estêla alguma pois tudo o que diz tem luz…
Nosostos é que somos uns caturras, toujours às turras. Do fogive this show-biz hybrid creature, please. As luzes do espetó do áculo cegam! Fiat lux!
Maio 10th, 2008 at 11:05
Henrique, eu até que gostava de dizer umas coisas, sabes, ordinarices, pensamentos psicóticos, enfim, mas agora é a tua vez de fazer uma pequena apresentação de neologismos e de algumas piadas sexuais inocentes. Podes aproveitar o deserto, as estrelas, LA, a Paris Hilton, o pan europeismo (o new age não alinhamento), as caturras, etc… Vá lá, estou aguardando por um desses seus momentos déliciosos. Entretanto, vou-me jogar dalguma janela, para ver se é verdade o que dizer… que se eu cair de um andar acima do primeiro, certamente parto uma serie di ossos ou até chegui A morrer…
Maio 10th, 2008 at 13:27
Ai, Meus Cosmos, se a petensão vácua e o snobismo pseudo-intelectualóide matasse, Vossa Selência, caro PR, nem necessitaria de se mandá do andá supa-pimeiro…Vossa Selência é pova povada como as mentes que se dizem mais libetárias neste quintal luso e tandso ainda têm tanto de salazarentas, de beatas de saquistia disfaçadas de tansfomistas, credo- vá viajá, areje a pevide, faça parapente, mande-se das Twin Towers de pára-quedas, tente fazê paraquedismo na Foça Aérea ou mêmo tire o brevet, que não há pachorra pá aturá meninos como Vossa Selência, apre! Olhe que eu hoje não tou nos meus dias- pintei as unhas com um aco-íris e não gostei, ainda po cima, poque ficam mal com as minhas botas leopádo!
Maio 10th, 2008 at 13:30
PR e H,
Vou dizê umas supé-odinarices com o mêmo étimo: caturra, turra, esturra, burra, hurra!
Maio 10th, 2008 at 13:32
Esqueci-me de outra: zurra, zurra, companheiro do Pasto, nós seremos a muralha do Arrasto…
Abaçocas e fiquem bem no kinder-garden, não apnhem sol é nas meninges- faz tão mal, pincipalmente a mentes e existências e naturezas muito dandy, sensíveis e tão delicadas!
Maio 10th, 2008 at 15:58
Oh minha cara borrega barrosã, sou muito pouco pretensioso, snobe pseudo intelectualóide, menos ainda, e porque não dizer nada salazarento, mas já quando o assunto é transformismo, a conversa é outra. Gostei da sugestão beata de sacristia. Nunca me havia ocorrido… Imaginando-me assim, toda de negro, de tercinho na mão, a rezar 100 pai nossos e 200 ave marias, até se me começa a pulular algo dentro da fralda. Por falar em fralda, já me começou a cheirar mal. Vou chamar a minha Maria, para ela me mudar a fralda e volto já… Bem voltei, era falso alarme… Parece que o problema é a proximidade entre o cérebro e o nariz… ou não… Sabia que eu sou maso???? Vá lá continue, nem sabe o prazer que me proporciona… Heil Eu…
Maio 11th, 2008 at 0:55
Paulito,
Você é mêmo um menino- acha que me amedonta ou mêmo me arrelia com esse palaveado de filme erróptico B? Tenha dó! Tem de se esfoçá mais…Pimeiro, foram as laranjas ácidas (ai, que medo!), depois outos piropos que tais, dos quais já nem me lembo (sou assim, só me rapello do que quero, tenho uma memória supé-hipé-mega-seletiva) e, agora é a depavação escatológica? Vá lá, get real and clean!
Porém, todavia, com tudo, uma dúvida que não sistemática me assalta (Slavum seja!)- você que me parece do lado áco-íristico da vida, po que é que utiliza tantos rótulos simplistas, pulvo estereótipos pa identificá o seu inte do locutô, caindo no mêma dinâmica diquiminatória de que se queixa po outos motivos? É que é tão redutô minorizá os outos só po causa dos nosso medo que eles venham desestabilizá o nosso cosmozinho catita!
Maio 11th, 2008 at 1:08
Paulo, eu neste momento estou a tentar perceber duas coisas: primeira, de onde raio veio o recalcamento da VG, sabe a teoria de Freud? «aquilo que censuramos aos outros é directamente proporcional ao que nos auto-censuramos, será? (a propósito, tanto quanto sei, só sou protagonista nos meus sonhos eróticos e nas minhas masturbações)…segunda, o que raio quis dizer Wittgenstein com «Estou sentado com um filósofo num jardim; ele repete ‘Eu sei que aquilo é uma árvore’, apontando para uma árvore perto de nós. Chega mais alguém e ouve isto, e eu digo-lhe: ‘Este tipo não está doido. Estamos apenas a fazer filosofia’.» Eu creio que aqui, tanto numa como noutra deve-se ter atenção aos contextos, i.e., àquilo que é dito e àquilo que se espera que seja dito…
Maio 11th, 2008 at 1:26
VG li com atenção moderada (honestamente não tive paciência para mais…foi o meu snobismo…)e pergunto…já que eu e o Paulo (e a Limazita já agora..) somos tão psycho analistas…pergunto então se ainda não passou da fase anal? é que todo o seu discurso visa o ataque pretensioso apurado de crítica acérrima do género ‘vejam eu sou como a Hannah Arendt critico mas nada me toca’…acho isso de uma ironia intragável e só tenho pena que seu plano resulte pois estou a responder-lhe já que é SOMENTE esse o seu intuito..acontece que está a lidar com personagens de ficção que já têm, curiosamente, vários filmes filmados…e o seu pretenso snobismo contrasta claramente com a vontade de não se assumir como séria…(ai desculpe não quero psicanalisá-la..mas sabe..é o meu snobismo…)..a teoria da comunicação que você estudou também a li eu…
Maio 11th, 2008 at 1:28
Henrique, não te canses. Das duas uma, ou estamos perante um caso evidente de BSE (Todos sabemos que esta doença não é de todo alheia ao gado bovino.) ou é mesmo uma profunda amargura resultante da falta de amor, sexo ou simples atenção… Enfim, dildo, minha querida, dildo tamanho XXL… Quiça das caldas, já que faz parte da nossa tradição cultural…
Maio 11th, 2008 at 6:23
Arregaça as mangas esta pensa que veio para dar lições…
Maio 11th, 2008 at 6:35
Ora bem Saulus, eu adoro, amo discussões, é a minha profissão (literalmente), portanto, quero que as festividades comecem…venham os ataques verbais, os insultos à minha inteligência, à falta dela, aos princípios anarquistas, pretensiosos, ou então totalitaristas e xenófobos, à possível homossexualidade ou então à falta de força na verga, tudo isso já espero…mas, ainda estou a contar com mais..silêncio, ruído, conversa intelectual, falta dela, agressão pura, sabes o curioso é que esta gente pensa-se original…que fazem algo inédito…só que eu gosto disso, dá-me tesão que me piquem…talvez isso ela analise…ou talvez não…ah, que excitante..qual será o passo dela? ah…tão intrigante..estou quase quase arrepiado…o nosso instinto gregário está em pulgas não é Saulus? ah…que horripilante enfrentar a sagacidade de uma vaca…gallo…(aqui a minha ofensiva baixa…vai ser alvo de chacota ou silêncio..ou de uma depuração completamente inovadora do ponto de vista da egomania). Vá…venha-se lá….dei-lhe (e possivelmente dirá que não…) o orgasmo das suas provocações…a baixeza de ataque…
Maio 11th, 2008 at 9:27
anfitrião… é noite de bréu…
e avançamos ainda mais dentro no deserto… você muito compenetrado a esqueceres-se da europa dos livros de história e dos tratados de filosofia… epidermicamente submetido ao poder das determinações geograficas e mentais ditadas pela ganância e cegueira dos homens e mulheres de hoje e de sempre…
sempre se perguntou se raio valeria a pena… acreditar na loucura de escrever… nisso de pensar ver, nisso de no caos identificar, eleger e levantar uma voz… nessa coisa de pecar roubando a palavra ao silencio… nessa heresia… mas na verdade, não saberia fazer mais nada… ao fim de tanto tempo lá desencantou esta viagem, esforçadamente… convenceu-se que ia a meca… e lá veio… mas agora não sabe bem…
é muito estranho ter uma afro-americana velha e gorda a ressonar, babando-se, praticamente encostada no nosso ombro… puxa, não há literatura que aguente! é de noite, estamos todos cansados e falidos da passagem pelo casino, este autocarro continua a avançar no deserto… e agora?…
para mim, a velha calou-se.
Estamos todos exaustos… e não temos planos… opá!…
sento-me aqui atrás… meio zonza, sozinha com a minha incompreensão disto tudo… vou matutando… sempre assim!… mas porque raio teria de ser sempre assim?…
(coisas que eu digo! mas nego já a seguir… opá, porque me apetece!…
VG: enquanto andar a distribuir medalhas de bom, mau, ou seja lá o que for, em comportamento a esses rapazes não vai chegar a lado nenhum. Os rapazes não precisam da sua aprovação, para nada, não querem ser julgados e muito menos por si, percebe? Sentem-se agredidos pela sua posição de superioridade, ripostam, e como são brutos!… olhe, tanto quanto você é marrona e espavorida!… eu gosto desse seu jeito louco de ser… e se bem que também a mim me assuste, muitas vezes, reconheço-lhe fulgurância e honestidade, e no fim faz-me rir!… e rir faz-me bem…;)
PR e H, às vezes olhamos no espelho e não vemos lá nada… às vezes, afinal, estamos a contemplar o vazio à espera que ele nos devolva a nossa imagem… às vezes estamos de costas voltadas inadvertidamente e às vezes de proposito… às vezes… não sabemos, ou não queremos, às vezes não sabemos o que queremos… às vezes ter poder é controlar e recusar e outras o inverso… às vezes é preciso… outras não…)
Vou pôr os phones…
anfitrião… até mais logo.
Maio 11th, 2008 at 11:27
Sombra, minha psicanalista virtual, recebi a mensagem e procurei interiorizá-la. Olhei ao espelho e vi uma bicha salazarenta. Não volto a olhar.. ela foi horrivel, mal educada, e quase, quase agressiva.
Henrique, concordo com o que disseste, sinto exactamente o mesmo que sentes, vibro com uma boa confrontação, no calor da batalha, a tensão, o tesão, ão, ão, ão, mas irritam-me pessoas azedas, sem felicidade e pouco amadas, empedernidas por anos de desprezo e indiferença alheia, com o corçãozito e a cabecita carregados de ódio e rancor, que soltam as suas frustações, medos e recalcamentos no anonimato net. São pessoas que se têm em altíssima consideração, mas que nunca, jamais,em tempo algum, sairão do anonimato… E isso doi-lhes, fere-os, rasga o seu interior como uma arma de fogo ou uma lâmina afiada. “Queria ser uma comediante,tenho piada. Ou talvez escrever para humoristas, quiça” dizem felizes “Mas ninguém vÊ o meu talento….” Só para se ser comediante, humorista ou outra coisa qualquer, é preciso a maior das dádivas divinas, é preciso TALENTO.
Maio 11th, 2008 at 11:33
Meus caros Paulito e Henriquito,
A VG foi de novo à praia, refrescar as protuberâncias corneas, para tê-las comme il faut.
Continuo na minha- vocês são uns meninos. As vossas teorias psicanalíticas underground reservem-nas para vocês mesmos e, já, agora, as obscenidades que tanto apreciam…Esse não é, de facto, o meu departamento (by the way, nem o da VG), como tal, não posso responder à letra (noblesse m´interdit !Oohhhhhhhhhh). Para ser franca, nem sei responder nesse registo, é um handicap meu, pronto! Teria todo o gosto em incorrer pela vossa forma de expressão matricial, poderia ser que, assim, pudesse haver alguma troca simbólica, mas de facto, não o sei fazer!
Mas, voltando à questão fundamental que me trouxe aqui (a propósito, qualquer pessoa tem tanto direito de participar neste espaço como vocês- só o Anfitrião tem legitimidade de escolher quem participa ou não), é de senso comum saber-se que, quando se perdem argumentos, não se tem estaleca (para tanta coisa, Meu Cosmos!), recorre-se ao insulto baixo, à ameaça mais ou menos velada, à agaressividade grupal, enfim, é um facto da vida- cada qual fica com as palavras que profere e com as acções que pratica.
Mas há uma circunstância que sempre me espanta que é a cobardia ( aqui vou ser sexista: se numa mulher fica mal, bem, num homem fica mesmo muito mal, em dois homens, então, que necessitam de se unir para atacar alguém nem se fala!) e na cobardia incluo não só ataques obscenos despropositados porque simplesmente se perde a capacidade de argumentação, como uniões siamesas gregárias, quase aniquiladoras de individualidades que deveriam ser genuínas (a bem dos própios, claro), ridiculamente orquestadas contra um alvo que se julga o Outsider que veio estragar o nosso joguinho tão caseiro!
Não queiram incluir a LLima na vossa dupla imbatível, quase siamesa, porque, simplesmente, ela é de outra dimensão que escapará toujours à vossa baixa percepção.
LLima e, agora, para si- como sabe, apesar do meu exercício ficcional com a Vaca Gallo, há um princípio do qual não abdico- a honestidade: já me deveria conhecer melhor- como sabe, adoro exercícios de auto-ironia, aliás, o humor desta estirpe é o que mais aprecio, e por isso lho digo: gostava de participar nestes diálogos meio loucos deste espaço que julgava liberto de preconceitos e simplismos ostracizantes (tão entediantes, Meu Cosmos, pois, por mais sofisticadas versões em que se apresentem, o background ausente de originalidade está lá, vê-se a olho nu); confesso que, logo nos primeiros arremessos da Dupla Batível, achei estranho o proteccionismo de algo que julgavam o seu território já marcado…Enfim, pensei que fosse algum género literário, quando me consciencializo de que não- é mesmo defeito da estrutura…Eu não estou aqui a julgar alguém que seja, estou simplesmente a responder e não à letra a ofensas obscenas, ameaças risíveis e outras pérolas que rimem com falta de fibra que não a óptica!
Maio 11th, 2008 at 11:45
PR,
Nem de propósito- estava aqui a escrever o meu comentário quando me deparo com o seu último…Ó meu caro, não queira inculcar nos outros as suas frustrações, a sua negatividade vivencial, os seus sonhos, os seus pesadelos, as suas ânsias, os seus novelos (esta foi só para rimar!)…Para sua informação, o anonimato na net não faz muito o meu género- se reparar, asino sempre por baixo…Quanto ao anonimato no espaço público, bem, desculpe-me, mas o seu tiro foi tão ao lado que eu só posso dizer, tipo batalha naval: “água”….
Vá, vá lá tomar o Stay Calm- para quem se diz tão talentoso está muito nervoso!
Maio 11th, 2008 at 12:02
Que belo exercicio, mas continuo fiél à minha posição… falta de atenção… Estranho em idades avançadas, mas ok, o mundo está longe de ser um lugar perfeito. A inveja é um pecado, chérie, mesmo para gente com muita noblesse e falta de caralhesse… Queria ser jovem novamente, ser cortejada, ter pelo menos algo de apelativo em si, a juventude, sempre apreciada, sempre bela, sempre cobiçada. A sua superioridade é sua e não tem qualquer espécie de valor aqui, neste joguinho caseiro, nem em qualquer outro sítio, aliás, nem neste mundo nem no outro, porque senão você estaria ocupada com outros afazeres mais importantes e não perderia o seu tempo com kids, right. Não vejo de que modo a Llima entra no seu time, nem quero ver, God Bless LIMA. Concordo que ela está un furos acima de nós, jovens varões, mas está consideravelmente mais próxima de nós do que da minha querida. E não falo a nível intelectual, como tanto gosta de frisar e parece esquecer-se que chama pseudo intelectualóides aos outros, não…. É um ser humano, que sente, que ri, que é feliz, que fica triste e chora, que vê a luz, que vê a sombra, que vive da emoção e que adora abrir as portas À razão. Não é uma vaca azeda, recaLcada, armada ao superior, à procura de uns segundos de atenção. isto basta. Mais é elogio.
Maio 11th, 2008 at 12:14
Isabel Bovina de queria Metelo, deu-me o mote para uma ideia giríssima. Um talk show para domingo à noite chamado “o feroz e o cruel atacam velhas frígidas”. Basicamente, sou eu e o Henrique e destratar velhas frígidas literalmente, Vai rivalizar com o Herman, se vai LOL. Tá ver, tipo os dois marretas da plateia ou Beavis e Butthead…
Maio 11th, 2008 at 12:49
Paulo Raboactivo,
Mais uma vez: water, water, water- não meta tanta água que ainda inunda o espaço e afogamo-nos todos (eu digo-lhe- excluindo a linguagem baixa que usa e abusa, eu até tou a achá imensa piada à sua incapacidade latente para identificá o seu inté do locutô. Ih, ih, ih, você po acaso não tem miopia, tem? E estigma do ismo? Ah, e cegueira compulsiva? Com essa idade e já com tantos poblemas oftal muuu lógicos, credo!
Leia A Áte da Guerra do TZU-TZU, que peconiza como pincípio pimacial na vontade de se ganhá uma contenda o seguinte: a identificação exata do inimigo………………
Quanto ao talk-show, acho a ideia giríssima um hit, mas podia-se fazê algo mais pós-modeníssimo: mudávamos o horário pa sábado de madugada, punhamos como entevistadores (as?) de plantão duas bichas loucas inseparáveis, quase siamesas, muito pá fentex na indumentária pink que adoram ostentá, mas com a mentalidade das nêgas beatas salazarentas, completamente decrépitas, apesá de jovens na idade (a negatividade (enegias supé negativas: inveja, medo, raiva, ódio, rancô, fustação,…) envelhece muito e não sai nem com o queme de La Merde), com aquele síndoma que faz com que os doentes só digam obscenidades compulsivamente, que atacariam os seus convidados nesse registo de poteira ressabiada até conseguirem a satisfação em palco, inexistente nas suas vidas pivadas-ooohhhhh…Seria muito pós-modeníssimo, pois teríamos em palco tês catalisadores emocionais (eu disse tês? são cinco): o tavestimento, a dicotomia juventude bobulhosa outside/velhice enrugada inside, a odinarice pura e dura de soleira de escada, o linchamento em gupo do convidado e a catáse sexualínea pública pa colmatá a inexistente pivada…Seria um must. Qual seria o nosso público-alvo, qual seria? Tchan. tchan, tchan, tchan- homens efeminados jovens, com muito sangue na guelra, mas pouco sucesso sexualíneo p´além daquele que execem no gémeo siamês, demasiado feios po dento e po fora pa cativarem alguém minimamente apesentável, inseguros, totalmente fustrados pela sua falta de talento, invessamente popocional à sua ânsia po potagonismo visível, tão acobadados na sua menoridade física, intelectual e moral que só atacam em alcateia, ávidos po vê sangue a escorrê po falta do mêmo líquido nas veias, adomecidas com benzodeprimolinas!
Maio 11th, 2008 at 13:27
Apesar de tudo, PR, tem razão num aspecto- o que faço eu aqui, se já nem me estou a divertir como costumava? Divertia-me a sério, pois considerava este um espaço de liberdade um pouco surrealista, mas sempre enriquecedor.
Já que descambou nisto, só me posso despedir e desejar-vos a todos a continuação do divertimento.
Adeus LLima,
Anfitrião,
Muito obrigada pelo acolhimento!
Abraço,
Isabel Anjo de Martello
Maio 11th, 2008 at 15:25
LOL, mas a ÚNICA pessoa que PRESUMIU que nos consideraríamos os donos deste espaço foi a VG.
O que é curioso é que me atacou sem me CONHECER e agora faz-se de vítima da segregação salazarista…coitadinha…e pior confirmou que nada do que faz é ORIGINAL que com tantos AN(U)OS de EXPERIÊNCIA não aprendeu grande coisa. Nem o veneno sabe servir. Ataca mas não se diverte, julga que o ataque é REAL que a ataco a SI, minha cara ataco um personagem de FICÇÃO e só você não assume isso, ou pior, quando assume, é para criticar a liberdade.
ponto UM, continua a dizer o que quer e o que pode, a diferença é que nós TAMBÉM. Se quer liberdade de expressão então também tem que dar essa liberdade aos ditadores (que presumo que sejamos nós).
Uma coisa curiosa, só apela à idade quem não tem outros argumentos que lhe sustentem as ideias.
Maio 11th, 2008 at 15:34
Bye bye, my dear. Take care. Se descambou nisto, a minha querida tem a sua quota (cota) de responsabilidade. Você lembra-me o Bob Geldof no The wAll e é uma pena que vá assim, sem mais nem menos, a meio duma luta. Não leu o “arte da guerra”, limita-se a fazer citações que leu num glossário de citações giras para serem usadas quando decidimos atazanar jovens garanhões belos e viris. Adorei a sua sugestão e perdoe-me a baixeza, mas são muitos anos a viver no lodo e quando se é lodo uma vez, é-se lodo para toda a vida. Não consigo inundar a cátia vanessa que vive em mim, nem com psicoterapia, nem com hipnoterapia, nem com talassoterapia e outras terapias que estão na moda. Procure bem em tudo o que foi dito, e verá que quem começou a descambar isto foi você, com a sua postura de pretensa superioridade intelectual, que por sinal, não é belicosa a suficiente para aguentar uma boa batalha com uma bicha salazarenta ordinária. Isto funciona um bocado como as colmeias e os formigueiros. Mete-se com um elemento e vem toda a trupe em sua defesa, neste caso, mete-se comigo e renasce a sopeira de guetto que vive adormecida em mim… E olhe que nem baixei muito o nível, nem sequer recorri ao meu melhor português vernáculo…
Maio 11th, 2008 at 15:36
Não tem mesmo piada de espécie alguma, nada, zero. Esqueça a vaca gallo e os mil e um blogs que tem em seu nome e trate de criar uma coisa nova, totalmente diferente. Um doutoramento em comunicação social não garante sucesso, nem atribui talento… Get rich or die trying, como diz o célebre amigo da Llima 50 cent.
Maio 11th, 2008 at 15:47
Honi soit qui Mal y Pense
Maio 11th, 2008 at 17:54
ohh, cochilei… perdi alguma coisa?…;)
amigos, que fazeis?…;)
porque dou por mim aqui sozinha, com a velha negra sempre a ressonar-me aos ouvidos, a noite cada vez mais escura e o deserto cada vez mais ameaçador?…
Onde estão todos?…
Isabel, tente apreender o que se está a passar…
não desista, lute pelo seu lugar ao sol na zinkilândia, lute por si própria, pelo espaço de liberdade e partilha que todos procuramos nas nossas relações com mundo com os outros e connosco próprios… mas não lute contra ninguém… aqui os seus aliados e os seus inimigos são os mesmos parceiros… o jogo está sempre a ser baralhado e está-se sempre a dar… o que vê!… é-lhe talvez incompreensível mas existe, é real! corresponde a qualquer coisa!… não lhe interessa conhecer essa coisa?!!!… não tem paciencia, não tem tempo? não tem vontade… Poderá eventualmente estar receosa porque pode implicar algum sofrimento? Come on, você não tem medo da dor…;)
Você tem medo, é de não aproveitar uma belíssima oportunidade de encurtar o rosário de reencarnações que lhe estão destinadas… e proventura, de desperdiçar o prazer que pode (e deve?) retirar de cada uma delas…
quando foi a minha vez de ser o alvo da sua bazuka… o meu ferimento também sangrou… tive de decidir entre a minha convicção de que você era uma pessoa especialmente interessante e justa… e o incómodo de a ver pontapetear-me máscula, arrogante e egocentricamente instalada no seu próprio campo, jogo e campeonato… porque se dá você a conhecer nessa embalagem?…já pensou nisso?… porquê exactamente essa?…;)
eu sei, o paulo ou o henrik não a percebe como eu a percebo… nem eu os percebo a eles como você o faz… mas somos todos iguais, somos todos diferentes…
Isabel, o que arde, cura… e o que aperta segura… não queira só deitar os foguetes e apanhar as canas, aprecie o fogo! arda com ele… medite sobre o artifício, esconjure o malefício e abra os olhos do coração, Isabel abra lá o alçapão… não há nenhum bicho papão… dê cá a mão…;)
Assim como não tem medo da dor você não devia temer o amor… o que procura encontrar nos outros e o que tem para lhes dar… andamos todos ao mesmo…
Apedrejar até à morte uma mulher depois de a violar acusando-a de adultério é prática antiga… bem conhecida… muito comum… e eficaz… mas é feio… feio mesmo… tanto quanto torturar homosexuais para se divirtir e depois atirá-los moribundos para um buraco encontrado no chão… ou esfolar animais vivos para garantir a vaidade do nosso troféu pessoal…
No meu balão, cabeis todos… e cada um tem uma pista do mapa que ando a seguir… o do tesouro!…;) vede… é o meu balão, está já ali adiante!… vede como o fogo aquece o ar, e como este enche os panos e os ergue luminosos e quentes contra céu estrelado… é o vento do momento, o do meu sentimento… enquanto há vida há esperança e é ela que me lança e me leva, leve… pairando por sobre o autocarro parado, meio atascado, e a encruzilhada onde discutis em altos berros sobre a direcção a tomar…
Vejo o anfitrião… tem os óculos na ponta do nariz e está a tomar notas… agora sacou do telemóvel… olhou em volta…ohh… ohh… está…está a chama-Lo?!!!…;)
beijinhos malta
até depois
Maio 11th, 2008 at 18:04
Olha que falar em 50 Cent aqui é chamar para a caldeira o assunto do assalto que ele sofreu em Luanda. Acho que o másculo e viril 50 Cent sofreu da dura realidade, a saber: com armas de fogo todos assaltam e matam, não é por aí que se faz um herói. Ironicamente, esse episódio lembra-me muito a vaga norueguesa dos inícios da década passada, onde o feitiço se virou contra o feiticeiro. Qt à VG, o que hilariante é que foi ela que atacou…acontece que eu sou meio víbora…ataco com veneno e sou pretensioso, orgulhoso, megalomaníaco, eu acho que falta à VG um certo cinismo Hobbesiano uma certa confrontação com os instintos gregários que se manifestam socialmente. Isto é um gangue organizado minha cara, organizado não para controlar, mas para destabilizar, e quando colocou um gás num meio adverso esse meio ripostou violentamente. Não se pode colocar um elemento instável num meio atómico. A composição altera-se, não estudou física na faculdade? ou no secundário?
Maio 11th, 2008 at 18:13
Ó minha Lima…eu quando sou atacado despejo todo o meu veneno…mas não de uma só vez. Sou rancoroso, quando me atacam, sem motivo, eu vingo-me é o animal que compõe 99% de mim que domina. Quem foi atacado fui eu, não a pobre da Vaca…é até a primeira vez que falou para comigo, eu até lá tinha-a com muita alegria ignorado, se calhar foi por isso, por não brincar à sua brincadeira de escárnio e mal-dizer…eu não a quero esfolar..apenas quero que ela dialogue antes de atacar, no entanto se ela atacar há aqui muito veneno..se dialogar, aí as coisas poderão ser diferentes..depende dela…a maneira como ela dispor o seu xadrez…
Maio 11th, 2008 at 18:56
Depois destas palavras tão sábias, reconheço que a única pessoa com bom senso nesta história toda é a Lima. Mas ela é fruto duma geração diferente, com outros ideiais, outras formas de abraçar a vida e a dura realidade, e, por isso, pode gabar-se de possuir uma mente e um coração maior. Depois de tantos insultos e baixarias, só me apetece receber uns açoites no rabo, dados pela Lima obviamente, que, neste caso, é a pessoa indicada para o fazer. Tem um jogo de cintura formidável e um coração maior do que o universo. Perante isto, e analisando friamente o meu comportamento, mas também o do Henrique e o da Isabel, sinto-me em condições de afirmar que, embora cada um no seu registo, acabamos por ter e não ter razão. A verdade é que estive consideravelmente mal e devo controlar estes meus ímpetos, quanto mais não seja porque tenho seres humanos em construção sob a minha alçada e não é este o exemplo que devo transmitir. Fui e sou um puto, apenas tenuemente diferente daqueles que me dão que fazer todos os dias. Llima, agradeço o chamamento à terra. Juro que já andava perdido. Ok, dou o braço a torcer.
Maio 11th, 2008 at 18:57
PRibeiro Says: Your comment is awaiting moderation.
Depois destas palavras tão sábias, reconheço que a única pessoa com bom senso nesta história toda é a Lima. Mas ela é fruto duma geração diferente, com outros ideiais, outras formas de abraçar a vida e a dura realidade, e, por isso, pode gabar-se de possuir uma mente e um coração maior. Depois de tantos insultos e baixarias, só me apetece receber uns açoites no rabo, dados pela Lima obviamente, que, neste caso, é a pessoa indicada para o fazer. Tem um jogo de cintura formidável e um coração maior do que o universo. Perante isto, e analisando friamente o meu comportamento, mas também o do Henrique e o da Isabel, sinto-me em condições de afirmar que, embora cada um no seu registo, acabamos por ter e não ter razão. A verdade é que estive consideravelmente mal e devo controlar estes meus ímpetos, quanto mais não seja porque tenho seres humanos em construção sob a minha alçada e não é este o exemplo que devo transmitir. Fui e sou um puto, apenas tenuemente diferente daqueles que me dão que fazer todos os dias. Llima, agradeço o chamamento à terra. Juro que já andava perdido. Ok, dou o braço a torcer.
Maio 11th, 2008 at 19:01
Gostaram do is awaiting moderation… É um toque especial reservado a cães com raiva LOL. Henrique, desde esse dia sinto-me angolano de alma e coração. Noruega burning churches crew…. LOL
Maio 11th, 2008 at 19:19
LLima,
No hard feelings, o rancor e o sentido de vingança para mim não fazem qualquer sentido, muito a sério, estou noutra mais iluminada. ´
Quanto a querer conhecer-me, não será através da Vaca Gallo RSE, pois esta assume-se como uma personagem ficcional humorística, mas se for ao BNW, estou lá eu, inteirinha… Nunca usei máscaras, detesto adereços e muito menos cinismos sofisticados (a Vaca Gallo é simplesmente uma personagem de BD por mim criada para me divertir e para divertir quem se divirta com ela, não tem pretensões a chegar a todos os públicos-alvo, era só o que faltava- a era da massificação indiscriminada já passou à história- estou muito contente com o público que tenho, que sempre eu soube ser restrito, foi para isso mesmo que a VG foi criada, para um público segmentado, os comentários que aqui ouvi só confirmam a minha intenção original).
No entanto, tenho respondido a certas provocações (não aprecio muito linchamentos e ataques animalescos e viperinos, mesmo quando não me elejam como alvo, meto-me e defendo quem o é- é esta a minha matriz- prefiro cicatrizes físicas do que mossas na consciência), pois se há coisa que não sou é cobarde e quando o faço não preciso de back ups- sentir-me-ia indigna se chamasse reforços- sou uma gerreira solitária, e escolho os meus combates, quando vejo que não me enriquecem, retiro-me, só isso…até porque acho que o nível baixou tanto que não consigo acompanhar, a sério (deve ser um choque geracional e cultural, eu cá acho que é isso mesmo)- aprecio diálogos, mais ou menos exacerbados (não gosto de debates assépticos, politicamente correctos, plenos de vácuo, sem significado, assim como não gosto de gente fria, vazia, sem sentimentos, sem sangue a correr-lhes nas veias, não aprecio muito robôs mcddonaldizados, também não aprecio indivíduos que escolhem o insulto e obscenidades gratuitas como bandeira) saio, não é a minha onda ( e como eu gosto de ondas, ó se lo gosto, mas é daquelas salinas que nos limpam o corpo e a facies!). Assim, nem aprecio presunções e snobismos apócrifos nem a mania brejeira de certas pessoas entrarem pela ofensa pessoal, que nada tem a ver com o que se debate, para discussões que se deveriam restringir ao contexto em causa, mesmo que fosse aguerridas- se a LLima se der ao trabalho de ler todo o historial desta trapalhada toda, verá como tudo começou…
Só me vou embora, pois não faz sentido estar aqui a ser insultada gratuitamente…eu gostava deste espaço pois todos eram muito diferentes, e os diálogos twilight zone resultavam num patchworking que me divertia e me enriquecia (gosto da diversidade, o mundo já tem tantos autómatos…)…Muito a sério- este espaço já o sentia como familiar…agora, vejo-o como um espaço de agressão (confesso: também tive de agredir, instintivamente, para me defender e não gostei da sensação, sinceramente, por isso me retiro, também, quando caio do salto dói-me sempre o pé!)
A Vaca Gallo não agride, não é um poço de mal-dizer, é uma figura satírica, até porque defendo o que o Anfitrião diz: as conversas de porteira são, geralmente, sob a égide do sujeito indeterminado: o diz-se que se diz e não identificado e se for ver tudo o que escrevo assino, mesmo que seja dito no âmbito de um blog de índole ficcional.
Vá lá, já me alonguei, fique bem LLima,
Isabel Metello
Maio 11th, 2008 at 20:35
Isabel cito comentário décimo primeiro: (fazer notar que NUNCA me havia metido com qualquer dos seus comentários anteriormente) «Ó Henrique, perscruto nas suas palavras una certa jalousia, os espaços alter(ados)comme il non faut são sempre os mais enriquecidos…não acha? Sempre do mesmo é uma ganda nóia! Poderá ser uma ilacção precipitada da minha parte (ai de mim fazer julgamentos precipitados, credo!), mas, do que tenho lido, o Henrique e o Paulo fazem uma dupla um pouco proteccionista de espaços alheios e, às vezes, um pouco elitista e até malabarista…» ISTO é um ATAQUE pessoal, se eu respondi foi porque me encaixotou nos seus preconceitos. Não a estou a irritar só porque quer…se quer um nível diferente, imponha, mas julgar antes e depois moralizar não dá. Porque tanto quanto eu sei nunca tentou falar COMIGO educadamente, porque quando me meteu ao barulho, esqueceu-se que se calhar eu estava era a meter-me com a Lima com quem o faço frequentemente por pura diversão (e evice-versa). No entanto, englobou-me em algo que eu nem sabia o que era, veja as coisas do lado oposto, gostaria? eu obviamente ripostei. Pois, se eu nunca tinha tecido qualquer comentário sobre si, e de repente estava a ser intitulado de ‘elitista’ e ‘proteccionista’ mas de que bases se fixou você? do meu blog? isso é uma faceta, dos meus comentários? minha nossa isso é apenas distracção. Então o que a cativou para a provocação? é só isso que eu gostaria que me fosse capaz de responder com honestidade e frontalidade sem me atacar. Eu não a estou a atacar agora, espero de si então alguma honestidade. Se fui injustamente rude consigo, peço desculpa, mas eu honestamente julgo que fui atacado sem ter culpa de nada.
Maio 11th, 2008 at 20:49
Este discurso de vitimização não a absolve de tudo o que aconteceu. Foi a menina que começou, sem ninguém lhe ter feito mal algum. Primeiro atacou o Henrique, chamando-lhe ciumento, e depois virou-se para mim. Quanto ao baixar de nível, também não está ilibada nesse departamento. Foi a menina que começo (beata salazarenta, arco íris, etc)… É incrível como certas pessoas se fecham numa redoma e ficam totalmente indiferentes ao acontecimentos que se passam à sua volta e limitam-se a constatar os factos da forma que lhes convém, sem ter a humildade de reconhecer um erro, e, mesmo perante factos incriminatórios, insistem em defender a sua inocência. Não a conheço pessoalmente, mas presumo que, com esse comportamento, tenha uma cadeia de relacionamentos muito restrita, porque é obviamente difícil lidar com pessoas assim, e olhe que falo por conhecimento próprio. Pelo que vi, não lhe é muito difícil baixar o nível e afirmo que há uma bela barraqueira oculta nessa pretensa superioridade intelectual, e não procure justificações muito elaboradas para situações assaz simples. Se nem num contexto surreal e hipócrita, como este, consegue coexistir com pessoas diferentes, imagino como será na real life. Olhe que o tempo passa e depois é complicado mudar. Não vou perder mais tempo com este assunto e recuso-me a alongá-lo. Rip para o confronto. Aprenda com os erros, pelo menos isso, e não procure resolver os problemas lançando a culpa a outrem. Não cai muito bem e há factos que orientam as análises para outros sentidos, neste caso, para o sentido da verdade e da verdadeira culpa. This is the end, beautiful friend, this is the end, my only friend, the end….
Maio 11th, 2008 at 21:38
Isabel, perceba, aqui é mesmo a twilight zone!…;)
claro que aqui também é a sua casa… se cá veio parar é porque pertence a esta família de doidos… seja benvinda… deixe-se aqui estar… relaxe… somos os Perdidos na Zinkilândia(sequela blogosférica doutros folhetins…) acredite, isto é a primeira ditadura em auto-gestão da História!…;)
A nossa guerra, Isabel, é lidarmos com as nossas exigencias mais intimas enquanto seres humanos… é dar resposta às perguntas que todos conhecemos e com as quais todos desde sempre nos debatemos… quem somos, e para onde vamos… solitário é o caminho, mas não terá de sê-lo a jornada… acredite… não há qualquer glória no desperdício do que temos para dar outros…
Vá lá, ria-se Isabel! Atire-nos com toda a viva inteligência, a tremenda sagacidade, brilhante ousadia, e as corajosas bondade e rebeldia que tem nos bofes… solte lá isso tudo… mas não faça na arena dum circo sangrento… abdique dessa perspectiva…;) não nos esmague contra a nossa pequenez… insufle-nos ânimo… e anime-se connosco!…; sacuda as penas do pescoço e os pelos do ponta da cauda, e vá lá, faça-nos cócegas… ria-se e faça-nos rir a nós…
O zink gesticula que se farta… sopra de vez em quando, abana que não com a cabeça, repetidamente, a coisa não parece estar fácil… sopra um ventinho… estais roucos de tanto gritar… e já não vos lembrais bem para ondes querieis ir… a lua avança e decreve um arco…
Maio 11th, 2008 at 23:58
(Saulus, tem calma homem..relaxa…pensa em coisas boas…) Essa de cantarolar o The End dos the Doors é de facto típica do teu humor negro (o que para fascista covenhamos não está nada mal, lol). (O que será que a Lima anda a fazer para manter-se assim tão neutra e calma?…) divaguei agora…ora bem, mas o assunto é só este? bolas, não há mais ninguém indignado que queira fazer guerra verbal? ou então só mesmo conversar sobre outras coisas interessantes como periglucofilia ou a morte de Deus (não espera essa já é batida..) eu por mim faço como os Monty Python e monto uma clínica de discussão…é terapêutica..apesar de ter que confessar…gosto mais de sexo…(pronto e agora já me podem acusar, fundadamente, de javardolas). Eu também acho interessante falar de estrelas, e de quem as conta…dos arco-íris…enfim falo sobre tudo, especialmente sobre o que não sei….enquanto o Paulo dispara os canhões e eu estou de binóculos a ver se há contra-ataque, vou-me divertindo estrategicamente com os meu legos na areia…queres vir Lima?
Maio 12th, 2008 at 0:08
Paulo meu amigo, mas uma coisa é verdade, nós os sádicos, mórbidos, estrategas de guerras imaginárias e sobretudo impossíveis. Inventores da História nunca antes conhecida nem realizada, ovnilogistas e cosmologistas de renome internacional em Lilipute, estamos a ficar moralistas…ai de nós que não nos tornemos outra vez ávidos de violência…(palpita-me que o teu contacto de trabalho recente e que as minhas preocupações éticas estejam a corroer-nos por dentro…)..temos que voltar para o lado negro da força jovem jedi…vou começar imediatamente a ler o Húmus de Raul Brandão para me pôr deprimido e iniciar a fase um…estou a ponderar seguir a carreira DSMIV em particular a Perturbação Distímica….alguém é servido?
Maio 12th, 2008 at 0:22
Eu sou. Grande e feroz combate aqui vai!
Sabem isso pode ser verificado: a personalidade paranóide tem as seguintes características:
- É relutante em confidenciar por medo injustificado de que as informações possam ser usadas maliciosamente contra ele.
- Vê atitudes dissimuladas ou significados ameaçadores em comentários ou acontecimentos inofensivos.
- Mantém uma má vontade persistente (não perdoa insultos, injúrias ou desfeitas).
- Percebe ataques ao seu carácter ou reputação que não são aparentes aos outros, sendo rápido a reagir com ira ou a contra-atacar.
- Suspeitas infundadas de que os outros o exploraram, prejudicam ou enganam.
- Desconfianças injustificadas e recorrentes sobre a fidelidade do cônjugue ou companheiro.
Nada disso é inventado, pelo menos por mim, aliás essa referência do Henrique ao DSMIV (não sei se consciente ou não) refere-se precisamente ao termo americano: Diagnostic and Statistical Manula of Mental Disorders, da associação americana de psiquiatria. Se calhar é por isso que se recorre aqui com frequência à psicanálise. Quem sabe….
Maio 12th, 2008 at 0:31
LLIma,
A sua alma é tão pura, o seu verbo tão elevado que aqui me tem, amiga. Volto, também, pelo Henrique- já digo porquê…
Realmente, lendo todos os posts e como gosto de ser justa e hoje não estou nos meus melhores dias, tenho de reconhecer que, relativamente aos comentários deste post, fui eu que interpelei primeiro o Henrique, mas não o ofendi, nem muito menos usei uma linguagem menos própria, apenas interpretei mal a sua resposta à LLima e, como gosto muito da sabedoria iluminada e do coração de ouro desta Alam Superior, tentei defendê-la.
Mas, reconheço que, talvez, estivesse sugestionada pelo seguinte post do PR relativo ao outro post do Anfitrião:
Paulo Ribeiro Says:
“Maio 6th, 2008 at 23:51
As vacas e os homens inverteram os papéis, aliás, corrigiram-nos, porque estiveram uns milénios valentes trocados. A função do homem, na pós-modernidade da religião cristã, e nas palavras do Messias, é ruminar. É a única coisa que ele sabe fazer e bem; ruminar. Há quem defenda que ele também pasta lindamente, mas ainda não aprofundei essa questão, quer por falta de vontade, que por total desinteresse. Acho que a ideia de analisar o pastoreio humano não me diz grande coisa, embora aceite que outros se enterneçam com isso, não duvido. Quando disse vaca, referia-me efectivamente às vaquinhas malhadas, que, cansadas de dar ao maxilar para comer exactamente a mesma coisa que haviam comido há duas horas, optaram por revelar toda a sapiência que quiseram ocultar numas grandes tetas leiteiras. É precisamente nessas abcessos que se situam os seus neurónios e são consideravelmente mais evoluídos e requintados de que os humanos, havendo até quem diga que o universo existe da maneira que o conhecemos por causa das tetas das vacas. A evolução universal processou-se, segundo alguns, desta maneira só para que pudesse existir na terra um animal dotado de inteligência, cujo o órgão difusor dessa mesma inteligência fosse as tetas.
Não simpatizo com vacas malhadas. Acho-as exuberantes, preguiçosas e enfadonhas. Em primeiro lugar, têm uma vida muito pouco agitada, que se baseia nas viagens curral/pasto e na pinadela com o macho. Em segundo lugar, a meu ver, aquele padrão branco preto está muito out of fashion, como dizem os “instrangeiros”, e não é preciso conhecer as tendências da moda para se perceber isso. Olhe a Cruela De Vil, toda ela é louca por dálmatas. O padrão é o mesmo, mas há uma evolução figurativa.
Os bovinoides selvagens, por sua vez, fazem as minhas delícias, principalmente aqueles que os homos pintavam nas paredes.
Raios, queria ser uma vaca, neste momento. Tenho aqui uma melga a deliciar-se com um dos meus braços e não tenho um rabo para afugentá-la…”
Depois comecei, mesmo, a ficar um pouco aborrecida após o seguinte post, antes da verdadeira enxurrada de ofensas gratuitas:
Paulo Ribeiro Says:
Maio 10th, 2008 at 11:05
“Henrique, eu até que gostava de dizer umas coisas, sabes, ordinarices, pensamentos psicóticos, enfim, mas agora é a tua vez de fazer uma pequena apresentação de neologismos e de algumas piadas sexuais inocentes. Podes aproveitar o deserto, as estrelas, LA, a Paris Hilton, o pan europeismo (o new age não alinhamento), as caturras, etc… Vá lá, estou aguardando por um desses seus momentos déliciosos. Entretanto, vou-me jogar dalguma janela, para ver se é verdade o que dizer… que se eu cair de um andar acima do primeiro, certamente parto uma serie di ossos ou até chegui A morrer…”
Bem, os outros já todos sabemos como foram..Bem só tenho de concluir- talvez tenha sido o facto de o PR invocar como único parceiro de diálogo o Henrique e de ter logo enveredado pela agressividade e insulto que me tenha levado a considerá-los como um todo.
Assim, sendo, Henrique, queira desculpar-me, de facto, fui eu que o puxei para um diálogo do qual se estava a abster..
Quanto a si, Paulo, quem se quer desresponsabilizar de atitudes menos próprias é S.Exa.
Eu, ainda tentei que as coisas se recompusessem, brincando consigo:
“Vaca Gallo Says:
Maio 9th, 2008 at 18:23
Vá, vá lá, peace and love, men…A enegia da LLima é muito mais positiva que a da Calp e é po ela que vos digo: vamos todos abi o nosso coração em uni-som, pois, amanhã pode muito bem sê o nosso last day on earth, não se esqueçam- o Apocalipse táqui taí e depois, que fare? Depois é que vamos vê a questão das rencanações e ó Paulo se continua com a mania de que é a reencanação do The One, eu ponho o meu lobby esosférico a funcioná e faço-o reencaná num gato da Lili Ai que Tropeças, cuidado comigo que eu tamém tenho a connection do Cosmos Altíssimo, que, by the way, me Adora!”
reistência!”
Também, ainda tentei desanuviar o ambiente:
Vaca Gallo Says:
Maio 10th, 2008 at 0:19
“LLima,
Leve-me pa esse deséto que quero vê a estêla, credo…Estou há dias à pocura de uma no céu e só vejo meteoritos, que, ainda po cima, vêm conta mim…Snifff!
Mas, a LLima não pecisa de estêla alguma pois tudo o que diz tem luz…
Nosostos é que somos uns caturras, toujours às turras. Do fogive this show-biz hybrid creature, please. As luzes do espetó do áculo cegam! Fiat lux!”
Assim, sendo, tendo se der justa, mantenho neste aspecto, a minha: meu caro PR, S. Exa desceu baixo demais, mas eu tenho de fazer a mea culpa- arrependo-me de lhe ter respondido, apesar de, se verificar bem, os registos serem muito diferentes. Mas reconheço que, também, não estive bem, deveria ter-me remetido ao silêncio ou assobiado para o ar, mas hoje, foi-se meter logo, hoje, comigo e logo com essa linguagem que me assusta (a sério, não é para me fazer de santa, mas põe-me em pânico, e o medo leva-nos a cometer disparates…)
Até porque o PR partiu de um equívoco- alguma vez leu algum texto meu, neste espaço, a falar da minha real vida pessoal, profissional, da minha pretensa “superioridade intelectual” ou do meu estatuto social como refere? Não, claro que não, apenas escrevo de acordo com o meu estilo, do qual não gosta, está bem, compreende-se, cada qual é como cada qual (já lhe disse- eu aprecio a diversidade e não discrimino alguém seja ele quem for, só sou uma grande snob quanto a uma variante- a falta de carácter), mas não pode inferir algo que eu nunca disse, só porque tem uma ideia estereotipada de mim que não corresponde de todo ao que eu sou na realidade- se fosse uma snob, nem lhe dirigiria a palavra e tentaria ignorá-lo, mas sempre tentei levar as coisas para a brincadeira, antes de o senhor me começar a ofender. Acrescento mais: abstenha-se de fazer mais comentários sobre a minha vida privada e profissional, por favor, já se excedeu, já se retractou, tudo bem, compreendo, mas agora, se voltar ao mesmo, já não tem desculpas.
Bem, se calhar foi da atmosfera electrizada de hoje, mas meu caro PR, quem sempre tem demonstrado um snobismo atroz é S. Exa e ainda não percebi bem porquê…
Quanto a descer de nível, infelizmente, tenho esse handycap, talvez se o fizesse, se houvesse mesmo uma barraqueira prestes a ser solta dentro de mim, certas pessoas soubessem os seus limites, mas, de facto, é um terreno que me é estranho…Cada qual com o seu karpa…
Fiquem todos bem, a sério, são talvez os misunderstandings da mistura entre o real, o ficcional e o hiper-real que nos levam a entral nesta maluca espiral (esta, também, foi só para rimar)- da minha parte, no hard feelings, compreendo perfeitamente…O essencial é derrubarem-se os estereótipos que nos levam a não comunicar com quem julgamos ser o que não é…
Maio 12th, 2008 at 1:22
ohh Rirri, meu diabinho preferido…;) bora lá brincar aos legos na areia… já experimentaste, tonto?… eu já!… por força das circunstâncias e extrema persuasão do parceiro… digo-te, não se consegue!… aquilo não encaixa!… vais ficando com os ouvidos feridos do ranger das areias a ser esmagadas… enervas-te… levantas-te e até sugeres ir brincar nas pocinhas à borda de água… fazes o que for preciso para acabar com aquilo!…
Intriga-te a minha calma?…;) Achas-me neutral?…;) Desengana-te. Fervo, ranjo os dentos e arrepelo os cabelos!… O que vês é outra coisa!… É a minha vontade de não ceder ao medo que sinto… é a minha fé em ser verdadeira mesmo quando minto…;)
Saulus… também a acho uma barraqueira!…;) tem aquela extravagante pureza do excesso controverso… tal e qual como você…;)
beijinhos malta
o anfitrião já desligou. Está a andar de um lado para o outro e a falar entre dentes… há-de voltar… acho eu…;)
(ai! dá-me desejos de chispalhada… e de enrolar bigodes farfalhudos no polegar…;)
Maio 12th, 2008 at 1:44
Isabel, para mim, barraqueira é um elogio!…;)
e lembre-se, amiga, você é a pirata dos sete mares, não há tempestade que a afunde… além disso amanhã é outro dia… descanse por hoje, foi duro, mas vê?… ganhou o seu lugar ao sol, e agora esta também é a sua ilha…;)
Maio 12th, 2008 at 2:02
Ultimamente ocupo-me a procurar a origem das palavras.
Hoje dediquei-me ao termo FOLEIRO, tem como origem a palavra fole, aquele objecto que servia para “cuspir” ar para as foqueiras das forjas dos ferreiros. O que sabemos é que o fole não tinha nada dentro dele, aspirava ar e expirava ar, nada mais, NADA! Ser foleiro é não ter nada dentro, não ter qualquer conteúdo, desprezando o ar que está em todo o lado (mais ou menos poluído). Lamento meus caros, mas depois de ler partes do que aqui foi escrito (certamente com um entusiasmo foleiro ) vou-me com alguns sopros fortíssimos de vários foles foleiros.
Maio 12th, 2008 at 2:09
Há um equívoco, claramente. A minha passagem da vaca não era destinada à cara Isabel e a piada ao Henrique é já um costume cá da casa. Se tivesse interpretado as coisas duma maneira diferente, talvez tivesse evitado esta confrontação. Eu queria mesmo chamar ruminantes aos homens, sem nenhum sentido pejorativo para com a sua pessoa, mesmo, sendo apenas uma mera opinião em relação aquilo que o comportamento humano representa para mim. Nem sequer alcancei que seria aí o inicio da belicosidade, francamente, porque foi inocente, absolutamente ingénuo. Eu tenho este meu lado cruel, não se assuste, ele só aparece em situações destas, perfeitos mal entendidos sem fundamentos e tenho também o coração aqui, junto à garganta, e o resultado é o nível que se viu. Continuemos na divagação surreal e pouco lúcida, que é para isso que frequentamos este espaço. O diálogo resolve a maioria dos conflitos, as provocações são entendidas de outra forma e, dentro de alguns dias, isto fará parte da praxis da zinklandia (como sempre fez.) Estou com sono, demasiado cansado para me alongar em comentários, e acho que já dissemos tudo o que não devíamos ter dito. Fumemos no cachimbo, esse cachimbo que nos ajuda a suportar a velha ranhosa que ronca, naquelas estradas áridas e vazias de homens. Vamos, tomemos o nosso lugar no balão da nossa Lima e chamemos os judaliens para confraternizar.
Maio 12th, 2008 at 2:26
Ps - Também adoro ser bode expiatório e por isso voltei… Estava para aqui a ouvir baques de relógios, enrolando os olhos e vendo caleidoscópios de cores e muita luz, e decidi aceitar o fardo… Vou pinchar nalgum falo com mais de 20 cms para ver se me liberto da tensão que este dia provocou (oh, eu a viver intensamente tudo o que ocorre na zinklandia. Ela imiscui-se em nós e depois não nos conseguimos distanciar, ter noção do que é real ou surreal, concreto ou ilusório)… Sim, não consigo evitar o heil eu, porque só eu a mim interesso, porque o mundo lá fora não existe, porque não existem pessoas, porque não existe vida, apenas existo eu, eu, eu e a manada que ornamenta o espaço. Não interessam, não contam para coisa alguma, limitam-se a decorar este espaço a que infelizmente chamam terra. O que existe é um conjunto de sombras deambulantes que decidiram assombrar este espaço, mas não deixam de ser meros fantasmas, à procura dum lugar no lugar que não querem assombrar.
Boa Noite, que a semana chegou…. Temos auto de fé agendado para o terreiro do paço, uma coisa bem ao género processo dos távoras, e quero sentir o fogo cozinhar as minhas carnes… Fuui
Maio 12th, 2008 at 2:35
Ora bem: vamos lá a esclarecer umas coisas antes de mais. Quando eu e o Paulo nos conhecemos na blogosfera, na realidade, confrontamo-nos acidamente e passamos secretamente a, não digo odiar-nos mas a desprezar-nos mutuamente, após não sei quantas ofensivas de cá para lá e vice-versa, acabamos por nos aperceber que tínhamos algumas coisas em comum. A partir daí toda e qualquer (aparente) ofensa por parte de um ou de outro não é para ser literal. Porque nós gozamos muito um com outro e particularmente connosco mesmo. As minhas interpelações com a Lima visam sempre o que chamo ‘obsessão que para além de manifestamente manienta visa a taradice’ na qual tento levá-la subrepticiamente para meandros sexuais, a questão que se põe é, porquê? porque a acho tão engraçada e gosto tanto das divagações dela (que são de maior qualidade que as minhas) que tento fazer uma brincadeira freudiana. Na realidade, o meu pressuposto aqui neste blog do zinkómen é o seguinte: O que diria o Freud se estivesse aqui? como é óbvio sigo a bastante ficcionável obsessão pelo sexo. Mas, é satírico. Outra característica dos três interlocutores é o surrealismo. A Lima freia-nos um pouco (graças a Alá) pois eu e o Paulo precisamos de alguém com juízo para nos acalmar em devaneios.
Resumindo e concluindo, há largos meses que muitas das nossas conversas são autênticas deambulações surrealistas e a verdade é que gosto disso. O Zink dá o mote e nós desconstruímo-lo de tal forma que eu acho que ele deve querer-nos no manicómio. Isto para mim é um curso de escrita livre, i.e., aqui não viso muito senão a criação livre. Se mantiveres calma, concerteza imporás o teu estilo (o que quero dizer é que se continuares a criar coisas à tua maneira, vais obrigar-nos a adaptar-nos às tuas escritas e isso acaba por tornar-se interessante do ponto de vista da escrita que é a minha paixão).
Isto tudo para dizer, que nós temos, de facto um passado aqui, pois houve tempos em que só nós três escrevíamos aqui, criamos hábitos. Porém, toda e qualquer pessoa, pode e deve, ser ainda mais criativa que nós.
Maio 12th, 2008 at 2:45
Por falar nisso há muito tempo que os Judaliens não entram em conversas alheias….como esta…ó Paulo então e porque não um falo maior? fá-lo grandemente (reparaste na piada simultaneamente brejeira e de má qualidade e a sua utilização semântica para utilizações aparentemente intelectuais? estou de volta!!) Sabes o que é isso Lima? falta de humidificação nas partes sensíveis…os legos necessitam de encaixar com suavidade e não de forma bruta e insensível..a areia também tem direito à alegria ou não?(perdoa-me a coerência impele-me)…(é impressão minha ou o Woody Allen entrou nesta conversa? chiça, eu próprio já não sei bem por onde comecei..o que me lembra um texto dele….bom adiante…senão nunca mais saio daqui…)
Maio 12th, 2008 at 2:53
Isto é uma trilogia…não sei porquê mas só hoje é que me senti impelido a descobrir quem era o Fernando Mateus….Isabel «Que tal se juntássemos todas as nossas histórias e fizéssemos um guião- era capaz de ser engraçado: histórias polivalentes, outras irrecicláveis, outras do género Austin Powers, misturado com Kafka, Bollywood, Almodóvar e kusturica….Bem, seria um hit!» Texto 7. Olha é precisamente isso que eu acho que andamos a fazer…..por isso junta-te à festa e traz o teu conhecimento, traz também comida, eu levo o champanhe e dinheiro, o Paulo os alucinogéneos e vai buscar os judaliens, a Lima conta-nos histórias e vamos viajar no Balão dela, já se pensou quão longe iria a humanidade? (infinitamente a lado nenhum mas a nossa loucura daria gozo…)
Maio 12th, 2008 at 9:39
Sua Leviandade Lá Vai Lama bem que nos avisou que colá-nos a um dos slogans daquele reclame pós-modeníssimo da fagmentação existencial, em que a cachopa manipula vários objetos e cicunstâncias vivenciais com mais do que um pá de mãos- o de “não é pa meninos”- ainda nos taria poblemas, pois, facilmente, despetaria o camionista que há dento de cada um de nós e dos demais (e se lo há, oh, se lo há!). Mas nós achámo-lo tão trendy que o usámos- semeámos meninos nasceram Hulks…Bem feito, “quem não qué vê o lobo não lhe despe a pele”…..
A Belita já tá melhó- tadita, aquilo é da loirice- é um estado que não se com a duna muito bem com ataques rinocerônticos aficanizados apopléticos- tá, agora, a curá as feridas, a vê se as cicatizes das potuberânceas cóneas que lhe nasceram ontem passam. Eu até já lhe disse que fica um mimo cosi- não há nada como uma boa potuberância na testa, é sempe muito trendy, mas ela não se aquedita.
Henrique, vamos lá no Balão da Lima- ai como eu adoro balões, ó, se los adoro, eu levo os laticínios…..
Cheerioo……………………….
Maio 12th, 2008 at 10:02
Alto, há para aí conversas de falos big e de camionistas e juro-vos que isso soa-me a ataque pessoas. Qual é tua Henrique, humidificação das paredes sensíveis??? Estás a duvidar do meu poder de aquisição e da minha ultra hiper mega informação em relação a produtos que facilitam a penetração em zonas que supostamente só têm utilidade para a extracção????
Oh, lembra-te sempre que eu sou um super herói da infância, ao género Power Ranger, e sou o que usa a pink Lycra. Cuidado comigo, tenho um arsenal de instrumentos que fazem ruborizar o maior pervertido… São as minhas armas, sem elas não estaria em condições de combater essa bandidagem do car jacking e da corrupção desportiva e, ainda, estaria a proibir o acesso a prazer sexual do Rui Santos…. Gostaste do e ainda… com toda a minha sabedoria televisiva, lembrei-me da Bota Botilde…. Que súbita vontade de vomitar… Se os responsáveis irresponsáveis sobre o caso “casa pia” soubessem o que eu sei, essa porca da bota botilde já estava de cana há muito…. Ela abusava dos reformados que jogavam às cartas nos jardins públicos… Depois vieram-me com histórias sobre abusos na casa pia, bullshit….. Abusos no Lar do Comércio é
Mais correcto, perpetrados pela porca da Botilde, a mando da Ruth Rita, aquela assistente do Herman que lembrava um esquimó ou a Bjork…. dass
Nice Week, my dears, and peace e love para toda a gente…. Em vez da The End, deixo-vos “Sei quem ele é, ele é bom rapaz, um pouco tímido até” para selarmos o nosso pacto de não agressão. (my fuhrer sickness)
Maio 12th, 2008 at 10:32
FYI, esqueci-me de mencionar que a bota não atacava sozinha. A gang era composta pela bota, a cabecilha, o poupas das rua sesamo, o conde de contar, o Fernando Mendes, o bocas e a heidi também, mas essa arranjou um pimp chamado e marco e deixou de abusar do avô….
Maio 12th, 2008 at 14:31
quem tem umas 19h assim não se pode queixar
Maio 12th, 2008 at 15:52
Ai, a Heidi, essa maluca, que andava sempe a dizê mal da Ylvie do Vicky e depois foi o que se lo viu…oh, se lo viu, viu-se-lo todo! O Avô tamém não ajudou, aquele pevetido! Andava sempe a assediá o Cascão- logo o Cascão, tadito, que nem dinheiro tinha pa tomá um banho nas casas-de-banho públicas!
Mas, changing the subdeject, Capitão Pink Stockings, revelamos-lhe em pimeira demão de que com que nosotas, pa não ficámos atás de Sua Leviandade Lá Vai Lama, vamos, no Vaca Gallo RSE, abi um cussilho de Verão in titu da lado: Se tá entupido, ma não consegue libetá-se pelo cabeludo palavão, solte o camionista que há dento de si e limpe o coração! A Belita já se insqueveu- tá mêmo necessitada, tadita, pa vê se desentope a guimpa e deixa de sê a sócia honorária da Bigada Anti-Bejeirice- é que é uma nóia- lá no nosso spot pimpólico, eu não sou mais arrojadamente pós-modeníssima, pois o batôn azul da libedáde light da loira aficanizada tá sempe em riste, credo, é que não há pachorra p´aturá plantices de estufices destas- é pió que a Tide, Valha-nos Santo Ginásio. Mas o Cosmos já a castigou- a potuberância cónea ainda se mntém pujante- ela já tentou pô um gel, ma ainda quesceu mais. Aquilo só com a varinha trágica, mas ela diz que não, pois, senão ainda lhe dava mais dores de tête!
Declaramos, também, que pecisamos de si e dos seus supé-hipé-mega poderes (Floribella dixit et non desdixit!)- a nossa co-respondente e agente in-filtada Pipi das Meias Soltas diz que se diz que a Bota Botilde mais O Bize Contínuo e o Mehari Citoen (meliantes já cadastadíssimos) acabam de a infomá de que com que a nossa polícia, tadita, com os seus Lancia já não consegue apanhá nem potegê meliantes, pois estes andam só em BWM e Metêdes pa cima e a eles, taditos, ainda não nasceram umas asitas- já experimentaram enchacá-se em Pet Bull, ma não conseguem- as botas da fada (de fada fa polícia, não de fada duende) são muito pesadas, apesá dos seus bolsos estarem cada vez mais leves- têm de sê eles a compá o colete à pova de bazukas, topedos e outo material calcinante!
Tamos feitos- já nem as auctoritas, auctoritatis são respeitadas- eu até a eles lhes recomendo o nosso cusso. By the way, que vai sê lecionado po uma sumidade anglófofa, especialista na matéria- o David Beca-me- nalguns módulos a Vi a Tory com o Beca-me tamém se dispos a conferenciá, ma diz que pimeiro vai tê que apendê a lê!
Abaçocas a todo o pelotão de fuzilamento, pedão, de apaziguamento,
Vaca Gállica
Maio 12th, 2008 at 16:34
Essa Heidi de facto era algo promíscua. Ela e a Alice ‘ah, e não sei quê ando sempre no país das maravilhas’ isso cá para mim era desconversa (desde que reparei que os mais antigos têm um apetite voraz pela palavra desconversa nunca mais fui o mesmo). Ó Saulus, peço desculpa por privá-lo da sua defesa por ‘tentativa de agressão’ mas quando disse ‘Lima’ já era só uma ofensiva direccionada à Limazita…em todo o caso dou-te o prémio BAFTA (Boa Americanização Fazendo Trabalho Auto-reflexivo) por essa excelente interpretação pelo papel dramático no filme ‘fui (quase) agredido mas não o cheguei (ainda) a sê-lo’ estreia num cinema perto de si lá para o dia de S. Nunca à tarde…;P O q a Floribella quer sei eu pá….florzinhas obviamente…o sillycone na realidade é um inchaço provocado por uma picada de abelhas…
Maio 12th, 2008 at 16:37
E quer picada diga-se…a rapariga devia ir ao médico..tou preocupado com a sua saúde. (e com a de vários e múltiplos - gostaram do pleonasmo? - adolescentes). O meu próximo passo é descobrir quantas personagens do Kafka não têm a décima primeira letra do nosso alfabeto..
Maio 12th, 2008 at 17:14
Por falar em Alice, vocês sabiam que a Alice era uma prostituta londrina que consumia ácidos com o Louis Carrol. Colavam o selo e depois iam à caça dos coelhos, que na ilha são animais de estimação, armados de zarabatana e arco e flecha, que pediam emprestado ao William Tell, quando este se via obrigado a trabalhar por turnos, em dois lugares diferentes. De dia era o Herói da besta e à noite era a Lays, uma transexual que atacava lá na Confederação Helvética. Pois é, a Alice e o Carrol gostavam muito de selos e consumiam-nos com alguma frequência, exactamente por gostarem de atormentar coelhos. Chegava até a desafiá-los para joguinhos de cartas marotos, daí aparece a rainha de copas, que terminavam com um homicídio generalizado dos perdedores. O Carrol, a Alice e a Rainha tinham montado um complot e nunca perdiam, e os pobres coelhos eram sempre os bombos da festa. Diz-se, por aí, que eram metidos vivos em chaleiras de chá, tamanho caldeirão de bruxa, a ferver.
Para grande surpresa vossa, imaginem quem andava metido nestas maluqueiras…? Pois é, os nossos imaculados três pastorinhos. O Saraiva Martins recusa-se a abordar esse assunto porque sabe dos documents royales que estão na posse do Dan Brown, que revelam o comportamento decadente e auto destrutivo da Lúcia e Companhia. Milagre da azinheira uma ova, grande moca… Tenho registos áudio tipo apito dourado/final onde se pode escutar a Lúcia a dizer palavras sem estruturação gramática, semântica e sintáxica, enquanto os outros dois participam num ritual xamanista encabeçado por um Dj de dark psytrance, pelo Roger Waters e pelo Syd Barret…. Loucura. Conta-se, nesses meandros da imprensa pinkalhada religiosa, que os desencaminhadores dos nossos santinhos foram o Louis Carrol e a Alice, se bem que parece que existem provas a indicar a colaboração do Aleister Crowley e do Fernando Pessoa. Amigos, compreendem agora porque é que o Vaticano está tão reticente em beatificar os nossos pastorinhos. A Lúcia usava aqueles bottle ass porque ficou presa numa trip interminável e só com óculos ultra graduados conseguia visualizar o mundo conforme ele aparenta ser. Ia dizer, é realmente, mas posso estar a cometer um erro de lesa-majestade. Quem conhece o real da realidade….
Maio 13th, 2008 at 0:06
ai…;)
que é isto?!…;)
dois maravilhosos comentários, inexistentes, reaparecidos, embutidos numa troca que se desenvolveu sem os tomar em conta?… perdi-me de riso! é assim que o anfitrião faz os testes ao guião?… vai agitando daqui… tira um depois pôe o outro…
O efeito é hilariante… porque estes anónimos são demais… o primeiro percebe de psiquiatria clínica a pacotes… e não sei se também veio à consulta ou anda só a passear a sua fantasia de carnaval preferida… traduz siglas estrangeiras e traz recados na lapela…;) o segundo, ohh… ai o segundo…se é o Zé que eu conheço… e estou em crer que sim… fico deliciada… é um homem de saber… de fazer e de acontecer…;) venha cá zé, sabia que o meu avó era serralheiro?… sabia que ele tinha uma pequena forja, com um pequeno fole?… que meu pai aprendeu com ele a dobrar ferro… a fazer belíssimas cornucópias… depois conto-lhe uma história curiosa a esse propósito, doutor…;) É que poderia ter interesse para poder ir ainda mais profundamente nessa bendita diligência da sua curiosidade quanto à origem e final(idades)das palavras… Adorei vê-lo por cá. adorei, adorei, adorei…;)
saulus, isto está um circo, autentico!autentico!…;)
henrik, explica-me lá outra vez aquilo da suavidade do encaixe… do manuseamento de partes sensíveis… e do direito à alegria… confundi-me…;)
VG: quero inscrever-me! que este meu camionista interior grande vagabundo do asfalto blogosférico desde que está proibido de dizer palavrões… anda impossível…
Beijinhos malta
que bela corrida foi este post anfitrião…
mes homages…;)
Maio 13th, 2008 at 0:47
Lima, vou ser brevíssimo. Sim, é o zé (o meu Zé, lololol, o power ranger negro, o mais raro e poderoso), e não, não vai voltar´… LOL barreirices, quem as compreende
Maio 14th, 2008 at 9:29
LLima,
Já tá insquita- vai sê um hit! E contatámos especialistas-não se esqueça- agora há mais dois que detêm um PhD no assunto. Já tão lá…
Sua Leviandade, como é um invejoso-comulsivo, tamém, já lançou a sua conta-campanha-ofensiva conta nosotas in titu lata: Campanha autoflagelatória : : liberte o purgana que há dentro de si.
Só gostaria de sabê qual a via que vão segui as pseudo-tias- na volta, com aquela inconguência oganizacional toda, insquevem-se nos dois cussos- elas costumam fequentá os cusilhos de verão/outono/inverno/primavera de Sua Leviandade O Lá Vai Lama em Ponta da Cana…Tadito, ele vem de lá completamente exhausted..Pudera!
Maio 14th, 2008 at 13:55
Quem são? Posso entrar na bricadeira?
Maio 14th, 2008 at 14:06
Mesmo sem licença, cá vai. E que tal levantar às 7h 30m, acordar 3 filhos, mandar vestir, conferir se estão decentes, dar o pequeno almoço, encaminhá-los para o autocarro do colégio, voltar, tomar banho,vestir(que raio de tempo faz), tomar um café,chegar à escola às 9h, sair às 12h para almoçar, voltar às 13h, trabalhar até às 15h, pegar no carro, andar 250km até Santiago de Compostela, assistir a uma aula de 3 horas(primeira ano de doutoramento), regressar, mais 2h30m de viagem, ver se os filhos precisam de alguma coisa, perguntar se fizeram os tpcs, se lavaram os dentes, jantar, ver o correio, estudar, tomar banho e deitar. Tentar dormir. É um dia animado não acham?