Sempre fui mais feliz sendo um idiota inútil, perfeitamente arrumado a um canto, limitando-me a contar o tempo passar e a ficar mais perto da morte a cada minuto, do que depois de encarnar o meu papel de idiota útil e completamente encaixado no sistema de toda a gente, nesta sociedade infeliz onde alguns prosperam e outros desesperam… Tinha a vantagem de não incomodar ou ser incomodado e passava ao lado da maioria das boçalidades que para aí se fazem… Escutava o som do tique taque dos relógios, conseguia contar as vezes que inspirava e expirava, sentia as minhas articulações a ranger quando me movia e, mesmo nesta existência de estupidez e embrutecimento, sentia-me feliz. Preocupa-me o estado actual da terra e o caminho que a humanidade escolheu para seguir e satisfaz-me manter esta minha distância da maioria da manada… O único senão é que a barriga não se enche de tique taques de relógio, dos som das articulações, do ritmo da respiração e da minha felicidade por ser uma perfeita rocha… Foi indispensável alterar este modus vivendi e infelizmente saiu-me na rifa premiada, que, contrariamente ao que acontece nesse vulgar jogo de azar, não me favoreceu com qualquer espécie de sorte. Actualmente sou desrespeitado por meninos de 6 a 10 anos, verdadeiramente insolentes e mal-educados, e tenho os braços chagados por tentar deter os seus impulsos homicidas precoces… Estou de mãos e pés atados e limito-me a observar a situação com complacência, porque descobri que os meninos que frequentam a escola dos dias de hoje são perfeitamente impunes, repito, completamente, verdadeiramente, indubitavelmente, impunes. Se tivesse o dom da adivinhação e pudesse saber o que seria no meu futuro profissional, tinha escolhido outra carreira e cagava para a docência. Merda, merda, merda…
Zink, já fiz a minha confissão. Posso tomar o corpo de Deus?
Já que estamos numa onda de confissões, eu pecador me confesso!
Sempre foi achado de idiota, mesmo para mim eu era idiota…idiota pelas minhas ideias, não idiota pela maledicência da boca conspurcada dos outros.
Com o tempo um gajo habitua-se!, fica-se um bocadinho A`margem, deixa-se de fala nas suas ideias, e remete-se para um constringido pesaroso e sorumbático silencio, que se vai mantendo até ao triste dia em que ganhamos força e voltamos a expor a nosso idiotice à frente dos outros…
Ai é o momento, nessa altura é que se dá o choque, é nessa altura que vem a palavra inútil!
Inútil! Inútil, proferida tantas vezes que até nós convencemos dela! De tal maneira cuspida na nossa cara que por mais que tentemos acabaremos por dará razão! Por dar razão ao asno que nos chama de inútil, que cospe na nossa cara essa palavra e que nos renega ainda para uma mais profundo estado do que aquele em que nós estava-mos…
É nessa altura, dessas alturas que eu brando aos céus, que eu clamo lá para cima, que eu rogo a quem de direito, quem não me ouve e que digo: “ Porra! Porque não me fizeste estúpido! Pelo menos seria feliz! Feliz como o asno é feliz! Mas seria feliz!”
Assim vou pró aqui panando, no meio na inutilidade da minha idiotice!
Sim, confesso a vós, todo-poderoso, e a vós irmãos que sou um idiota inútil!
Venha lá o bocado de trigo tostado que também é carne!
Ámen!
VG: Que me desculpem os pesentes e me delapidem os ausentes, ma eu vou recorrê a um clássico, embora queia que ainda a sua oba pima ainda não teja a ciculá, venalmente, pelos corredores do papel higiénico dos supé-mecados vituais- O Elogio da Loucura, de Erasmo de Rota do Dão…Diz o mêmo na p. 11 da minha editio, editionis: “nada mais tolo do que tratar a sério de frioleiras; nada mais espirituoso do que pôr a frivolidade ao serviço do que é sério”…Vedáde seja dita que, neste Citoen Mehari à beira-má estacionado, é mais fequente a pimeira atitude do que a segunda, ainda que agora, como disse a LL, seja moda sê-se subvessivo…Ma a subvessão é só um ponto de vista- um vedadeiro subvessivo é sempe do conta, gosta mêmo é de levantá voo conta o vento, de remá conta a maré, mêmo que tejam 10.000 imbecis a ofendê-lo aos altos guitos sentados no muro que rodeia a costa…
Como tal, qualqué idiotice é sempe útil, mais não seja pa contariá a hóda de caneiros bafientos que geralmente canta em uni-som!
Pois. E parece que este é também o 12410º dia “inteiro e limpo”. Olhando para o lado, sou levado a pensar que a rapaziada da recolha do lixo está em greve há muitas primaveras.
VG: Ó Ricádo, po acaso Vossa Selência podia-me infomá como é que se vê o má daí do muro que ladeia a costa?
Os homens do lixo são tamádos, mêmo, pá, tamos nós à espera deles pa que levem os monos que abo-minamos e, de repente, somos metidos no camião. Não tá céto, pá, não se faz!
PR e JF quando não se é nada,é-se tudo, pois duas negativas dão uma positiva absoluta…Just jocking!
V.G. (que raio de nick. Recuso-me a escreve-lo na totalidade), neste caso, temos obrigatoriamente um nulo. Os positivo e o negativo anulam-se e, consequentemente, ficamos com o nada… O nada é tudo. phone ix….
saulus…;)
Vaca Gallo é uma “mutante mutantis” luso tansa… imparável, inegualável, e admirável…
VG…;) saulus é uma flor, grácil e sombria… bem estranha! … mas uma verdadeira flor…
Vá lá… não me despedacem o coração… ambos!…;)
(Anfitrião faça qualquer coisa! sei lá… deite água na fervura… fale-nos do 5º império… e olhe, viva o 25 de abril… sempre! Não há qualquer dilema. Viva. Viva a ideia de liberdade, vivam os idiotas que nela acreditam… útil, ou inútil ainda é ela a mais bela… para sempre, para sempre…)
Muitíssimo obigadíssima, amicíssima, po defendê me, myself and I- a lealdade e a bondade são dois pincípios que nós no VG RSE admiramos acima de qualqué outos, apesá de támos viradas p´ó lado pestiléneo da existência po obigações editoriais (a Belita envia-lhe um gande kanimambo)…E obigada pela flô (fiquei comovida!)………………………
Mas Ó PR- aqui vai a bazuka- (tamém me nego a esquevê o seu nome, como mera repesália…), Vaca Gallo não é um nick, é o minha designação social. É que sou uma qui-atura hibidíssima pós-modéna e “nasci assim, creci assim, vou sê sempe assim” (Gabiela Cavo e Canela dixit!)…
Ma, voltando ao touro quente, é vedade, nos cussos de autoflagelação de Sua Leviandade e no Livo das Motos tubistas verá que o pugana é o nada que é tudo…Ah, quem me dera já tê atingido o pugana e libetá-me desta dimensão e sê tudo ao mêmo tempo como o Sidáta- assim, podia sê a Angefina Jolie e conhecê in loco e in foco o Bad Pita! Ou mêmo sê a Vi a Tory com o Beca-me e beneficiá da companhia desse í-cone dos relvados…Ai, ai!
LL, como é linda a libedáde, pa sê-se, pa não se sê, pa se está, pa se escapuli, pa se aqueditá que é na idiotice que tá a chave ou que é a chave que nos dá a idiotice…(eu acho que o PR ficou aborrecido com o carátê reacionário do nosso último post lá no nosso blop). Mas, Ó PR, a Belita é que é a reacionária- ela é que congemina aquela linha editorial…Qué atacá? Ataque-a ela, ma cuidado, que ela fica piussa nesta data…Ela só de ouvi a Gandula fica que nem se pode aturá! Pazza-se! E as músicas do Ségio Gotinho e as outas do Zequinha Afonso? Credo, a cachopa descompensa- diz ela que lhe despoletam a Maconde que há dento de si (não de si- dela…).
Pior, pior é ser idiota umas vezes útil, e outras vezs inútil, porque se há coisa que me irrite num idiota é a sua inconstância personalistica, quão viracasacas das lides políticas, que ora beija o povo, ora lhe caga em cima. Que se seja idiota, mas ao menos que se saiba que tipo de idiota está à nossa frente ou mesmo dentro de nós!
Hoje, respondo eu, que a Vaca Gallo está na praia! Ih, ih, ih! Essa está boa! Vinda de si, acho um piadão! Quer dizer, que aprecia o que é bastante explícito- isso já nós sabíamos, não é? Olhe, já por nós, lá no nosso spot, o que gostamos mesmo é da ambiguidade, da inferência, do equívoco…Convenhamos ambiguidade nem sexuística, nem clubística, mas aquela que está menos adstrita aos simplismos e narrativas por estes orientadas, esses sim de uma idiotice completamente vulgar! Sabe, felizmente, que a liberdade não está associada a formas, tipo aquelas que vão ao forno- seria tudo muito mais fácil de deglutir, n´est-ce pas?
Acho um piadão à concepção vulgar de liberdade de expressão- só o é se estiver de acordo com a forma muito umílica de ser-se e estar-se do árbitro…Bom, nós estamos, de fato e gravata, fora desse campeonato…
Bai-bai
Acrescentata: nós beijamos o povo, mas abominamos o polvo, por vezes, dirfarçado de illuminati completamente obscuros, mas como somos educadas, não lhe impingimos matérias escatológicas, não…Respondemos-lhe à letra- desta vez, sem ambiguidades…Lá diz o ditado: em Vendilhona sê vendilhão! E se há coisa que V. Exa não nos dá é lições de frontalidade…Essa, meu caro, não se aprende em cursilhos de Verão, ou se tem verdadeiramente ou já não nos nasce!
Eu gostava de afirmar que sou membro da Associação portuguesa de Idiotas Convictos e Hirtos como uma Barra de Ferro. Acreditamos que é na idiotice que está não só o ganho como o engenho. Opomo-nos à presunção idiota de que a idiotice só existe em mente alheia. Um idiota que se preze sabe que ser-se idiota é uma das maiores qualidades de ser-se humano- ter ideias, pensar. E como ter ideias e pensar é tão mal visto pelo vulgo, a palavra idiota passou a ter um significado pejorativo quando o étimo nos remete para uma das maiores capacidades que alguém pode almejar: pensar o mundo em que vive por si e não se deixar manietar pelo filtro dos outros.
Bem-hajam!
Tenho um amigo que não cansa de me repetir: «idiota, vem de idiossincrasia».
Contudo, a pergunta é genial - tal a clareza do propósito.
O Rui é muito bom a ser mauzinho.
Abril 23rd, 2008 at 19:54
Sempre fui mais feliz sendo um idiota inútil, perfeitamente arrumado a um canto, limitando-me a contar o tempo passar e a ficar mais perto da morte a cada minuto, do que depois de encarnar o meu papel de idiota útil e completamente encaixado no sistema de toda a gente, nesta sociedade infeliz onde alguns prosperam e outros desesperam… Tinha a vantagem de não incomodar ou ser incomodado e passava ao lado da maioria das boçalidades que para aí se fazem… Escutava o som do tique taque dos relógios, conseguia contar as vezes que inspirava e expirava, sentia as minhas articulações a ranger quando me movia e, mesmo nesta existência de estupidez e embrutecimento, sentia-me feliz. Preocupa-me o estado actual da terra e o caminho que a humanidade escolheu para seguir e satisfaz-me manter esta minha distância da maioria da manada… O único senão é que a barriga não se enche de tique taques de relógio, dos som das articulações, do ritmo da respiração e da minha felicidade por ser uma perfeita rocha… Foi indispensável alterar este modus vivendi e infelizmente saiu-me na rifa premiada, que, contrariamente ao que acontece nesse vulgar jogo de azar, não me favoreceu com qualquer espécie de sorte. Actualmente sou desrespeitado por meninos de 6 a 10 anos, verdadeiramente insolentes e mal-educados, e tenho os braços chagados por tentar deter os seus impulsos homicidas precoces… Estou de mãos e pés atados e limito-me a observar a situação com complacência, porque descobri que os meninos que frequentam a escola dos dias de hoje são perfeitamente impunes, repito, completamente, verdadeiramente, indubitavelmente, impunes. Se tivesse o dom da adivinhação e pudesse saber o que seria no meu futuro profissional, tinha escolhido outra carreira e cagava para a docência. Merda, merda, merda…
Zink, já fiz a minha confissão. Posso tomar o corpo de Deus?
Abril 23rd, 2008 at 22:07
Não sei. Não há outra opção?
Abril 23rd, 2008 at 23:03
Já que estamos numa onda de confissões, eu pecador me confesso!
Sempre foi achado de idiota, mesmo para mim eu era idiota…idiota pelas minhas ideias, não idiota pela maledicência da boca conspurcada dos outros.
Com o tempo um gajo habitua-se!, fica-se um bocadinho A`margem, deixa-se de fala nas suas ideias, e remete-se para um constringido pesaroso e sorumbático silencio, que se vai mantendo até ao triste dia em que ganhamos força e voltamos a expor a nosso idiotice à frente dos outros…
Ai é o momento, nessa altura é que se dá o choque, é nessa altura que vem a palavra inútil!
Inútil! Inútil, proferida tantas vezes que até nós convencemos dela! De tal maneira cuspida na nossa cara que por mais que tentemos acabaremos por dará razão! Por dar razão ao asno que nos chama de inútil, que cospe na nossa cara essa palavra e que nos renega ainda para uma mais profundo estado do que aquele em que nós estava-mos…
É nessa altura, dessas alturas que eu brando aos céus, que eu clamo lá para cima, que eu rogo a quem de direito, quem não me ouve e que digo: “ Porra! Porque não me fizeste estúpido! Pelo menos seria feliz! Feliz como o asno é feliz! Mas seria feliz!”
Assim vou pró aqui panando, no meio na inutilidade da minha idiotice!
Sim, confesso a vós, todo-poderoso, e a vós irmãos que sou um idiota inútil!
Venha lá o bocado de trigo tostado que também é carne!
Ámen!
Abril 24th, 2008 at 0:15
VG: Que me desculpem os pesentes e me delapidem os ausentes, ma eu vou recorrê a um clássico, embora queia que ainda a sua oba pima ainda não teja a ciculá, venalmente, pelos corredores do papel higiénico dos supé-mecados vituais- O Elogio da Loucura, de Erasmo de Rota do Dão…Diz o mêmo na p. 11 da minha editio, editionis: “nada mais tolo do que tratar a sério de frioleiras; nada mais espirituoso do que pôr a frivolidade ao serviço do que é sério”…Vedáde seja dita que, neste Citoen Mehari à beira-má estacionado, é mais fequente a pimeira atitude do que a segunda, ainda que agora, como disse a LL, seja moda sê-se subvessivo…Ma a subvessão é só um ponto de vista- um vedadeiro subvessivo é sempe do conta, gosta mêmo é de levantá voo conta o vento, de remá conta a maré, mêmo que tejam 10.000 imbecis a ofendê-lo aos altos guitos sentados no muro que rodeia a costa…
Como tal, qualqué idiotice é sempe útil, mais não seja pa contariá a hóda de caneiros bafientos que geralmente canta em uni-som!
Abril 24th, 2008 at 20:17
Ser idiota já é mau, então inútil só piora!
Abril 24th, 2008 at 21:15
Não acho que ser idiota é mau, muito menos inútil.
Abril 24th, 2008 at 21:48
Uma pessoa será só inutil aos olhos dos outros.
Aos seus proprios olhos nao será nada.
Abril 24th, 2008 at 22:28
Nada não se é. É-se sempre qualquer coisa, mesmo que seja nada.
Abril 25th, 2008 at 10:01
Pois. E parece que este é também o 12410º dia “inteiro e limpo”. Olhando para o lado, sou levado a pensar que a rapaziada da recolha do lixo está em greve há muitas primaveras.
Abril 25th, 2008 at 19:41
VG: Ó Ricádo, po acaso Vossa Selência podia-me infomá como é que se vê o má daí do muro que ladeia a costa?
Os homens do lixo são tamádos, mêmo, pá, tamos nós à espera deles pa que levem os monos que abo-minamos e, de repente, somos metidos no camião. Não tá céto, pá, não se faz!
PR e JF quando não se é nada,é-se tudo, pois duas negativas dão uma positiva absoluta…Just jocking!
Abril 25th, 2008 at 20:35
V.G. (que raio de nick. Recuso-me a escreve-lo na totalidade), neste caso, temos obrigatoriamente um nulo. Os positivo e o negativo anulam-se e, consequentemente, ficamos com o nada… O nada é tudo. phone ix….
Abril 25th, 2008 at 23:04
saulus…;)
Vaca Gallo é uma “mutante mutantis” luso tansa… imparável, inegualável, e admirável…
VG…;) saulus é uma flor, grácil e sombria… bem estranha! … mas uma verdadeira flor…
Vá lá… não me despedacem o coração… ambos!…;)
(Anfitrião faça qualquer coisa! sei lá… deite água na fervura… fale-nos do 5º império… e olhe, viva o 25 de abril… sempre! Não há qualquer dilema. Viva. Viva a ideia de liberdade, vivam os idiotas que nela acreditam… útil, ou inútil ainda é ela a mais bela… para sempre, para sempre…)
Abril 26th, 2008 at 1:13
LL,
Muitíssimo obigadíssima, amicíssima, po defendê me, myself and I- a lealdade e a bondade são dois pincípios que nós no VG RSE admiramos acima de qualqué outos, apesá de támos viradas p´ó lado pestiléneo da existência po obigações editoriais (a Belita envia-lhe um gande kanimambo)…E obigada pela flô (fiquei comovida!)………………………
Mas Ó PR- aqui vai a bazuka- (tamém me nego a esquevê o seu nome, como mera repesália…), Vaca Gallo não é um nick, é o minha designação social. É que sou uma qui-atura hibidíssima pós-modéna e “nasci assim, creci assim, vou sê sempe assim” (Gabiela Cavo e Canela dixit!)…
Ma, voltando ao touro quente, é vedade, nos cussos de autoflagelação de Sua Leviandade e no Livo das Motos tubistas verá que o pugana é o nada que é tudo…Ah, quem me dera já tê atingido o pugana e libetá-me desta dimensão e sê tudo ao mêmo tempo como o Sidáta- assim, podia sê a Angefina Jolie e conhecê in loco e in foco o Bad Pita! Ou mêmo sê a Vi a Tory com o Beca-me e beneficiá da companhia desse í-cone dos relvados…Ai, ai!
LL, como é linda a libedáde, pa sê-se, pa não se sê, pa se está, pa se escapuli, pa se aqueditá que é na idiotice que tá a chave ou que é a chave que nos dá a idiotice…(eu acho que o PR ficou aborrecido com o carátê reacionário do nosso último post lá no nosso blop). Mas, Ó PR, a Belita é que é a reacionária- ela é que congemina aquela linha editorial…Qué atacá? Ataque-a ela, ma cuidado, que ela fica piussa nesta data…Ela só de ouvi a Gandula fica que nem se pode aturá! Pazza-se! E as músicas do Ségio Gotinho e as outas do Zequinha Afonso? Credo, a cachopa descompensa- diz ela que lhe despoletam a Maconde que há dento de si (não de si- dela…).
Abaçocas bovino-galináceas aos dois
Abril 26th, 2008 at 3:31
Pior, pior é ser idiota umas vezes útil, e outras vezs inútil, porque se há coisa que me irrite num idiota é a sua inconstância personalistica, quão viracasacas das lides políticas, que ora beija o povo, ora lhe caga em cima. Que se seja idiota, mas ao menos que se saiba que tipo de idiota está à nossa frente ou mesmo dentro de nós!
Abril 26th, 2008 at 12:07
DL,
Hoje, respondo eu, que a Vaca Gallo está na praia! Ih, ih, ih! Essa está boa! Vinda de si, acho um piadão! Quer dizer, que aprecia o que é bastante explícito- isso já nós sabíamos, não é? Olhe, já por nós, lá no nosso spot, o que gostamos mesmo é da ambiguidade, da inferência, do equívoco…Convenhamos ambiguidade nem sexuística, nem clubística, mas aquela que está menos adstrita aos simplismos e narrativas por estes orientadas, esses sim de uma idiotice completamente vulgar! Sabe, felizmente, que a liberdade não está associada a formas, tipo aquelas que vão ao forno- seria tudo muito mais fácil de deglutir, n´est-ce pas?
Acho um piadão à concepção vulgar de liberdade de expressão- só o é se estiver de acordo com a forma muito umílica de ser-se e estar-se do árbitro…Bom, nós estamos, de fato e gravata, fora desse campeonato…
Bai-bai
Isabel Anjo de Martello
Abril 26th, 2008 at 12:11
Erro ta nata: umbílica
Erro da pata: bye-bye
Abril 26th, 2008 at 12:15
Acrescentata: nós beijamos o povo, mas abominamos o polvo, por vezes, dirfarçado de illuminati completamente obscuros, mas como somos educadas, não lhe impingimos matérias escatológicas, não…Respondemos-lhe à letra- desta vez, sem ambiguidades…Lá diz o ditado: em Vendilhona sê vendilhão! E se há coisa que V. Exa não nos dá é lições de frontalidade…Essa, meu caro, não se aprende em cursilhos de Verão, ou se tem verdadeiramente ou já não nos nasce!
Abril 27th, 2008 at 0:28
bem, se for para ser meu servo, é bom que seja um idiota útil…
se for em relação a mim, o pior é o ser idiota, útil ou não, continuo idiota…
Abril 27th, 2008 at 3:06
Eu gostava de afirmar que sou membro da Associação portuguesa de Idiotas Convictos e Hirtos como uma Barra de Ferro. Acreditamos que é na idiotice que está não só o ganho como o engenho. Opomo-nos à presunção idiota de que a idiotice só existe em mente alheia. Um idiota que se preze sabe que ser-se idiota é uma das maiores qualidades de ser-se humano- ter ideias, pensar. E como ter ideias e pensar é tão mal visto pelo vulgo, a palavra idiota passou a ter um significado pejorativo quando o étimo nos remete para uma das maiores capacidades que alguém pode almejar: pensar o mundo em que vive por si e não se deixar manietar pelo filtro dos outros.
Bem-hajam!
Abril 30th, 2008 at 4:34
Tenho um amigo que não cansa de me repetir: «idiota, vem de idiossincrasia».
Contudo, a pergunta é genial - tal a clareza do propósito.
O Rui é muito bom a ser mauzinho.
Abril 30th, 2008 at 19:09
Um inútil de um idiota…