Amiguinhos, o Rui não é tão “ingénuo” como “parece”. Ainda que este texto não passe de um exercício brincalhão para ir entretendo as criancinhas até ao próximo livro, nada é deixado ao acaso, amiguinhos. Se o sopro lá está, é porque quer soprar, amiguinhos.
…ora, ora… o corria… ou ocorre, que o tempo também corre… atrás do vento, do fim do sofrimento e do esquecimento….
O corria sabe-o bem!… amiguinhos o rui está com aquele probleminha da folha em branco e nós é que vamos ter de escrever o seu novo best-seller… Apurem-se.
(Luisa, vou, aqui, tambem ficar a ouvir o poema a soprar-me ao entendimento…
Fico ou corro?
Oh Zé, se a razão do sofrimento humano fosse o vento,acredite que seria fácil resolver o problema. Bastava que todo a humanidade arranjasse um daqueles pára-vento de praia e não se falava mais no assunto… A razão do sofrimento humano…. é a chuva…
atchim!!… que cabeça-de-vento, esqueci-me de um agasalho e talvez me tenha constipado em “Desde o princípio do mundo”, embora também faça frio em “Sempre, sempre assim”. curiosamente, onde faz um solzinho é na conjugação do verbo sofrer. mas não se pode estar lá mais de meia-hora de cada vez… tem de se intercalar com um passeio pelas linhas sem palavras… foi boa ideia, estas linhas e aposto que deu trabalho, arejar o poema, porque nestas coisas da poesia há sempre palavras a mais a quererem entrar para a folha…
Lima, deixa-te estar e empresta aí um lenço daquele pacotinho de outro dia. ainda tens algum?
claro! luísa, desde então nunca mais me separei deles… um jeitão…obrigada.
Isto realmente é uma ventania danada…e há já tanto tempo…
também prefiro os passeios pelas linhas sem palavras… estão cheias delas a também quererem entrar na folha…
Sopram risos… e afagos do sol nas tardes quentes… querem viver virar catavento e transformar a energia do sofrimento no seu sustento…
(luísa passa ai o pacotinho de lenços por favor…)
Eu fico tocado pela beleza das palavras destas “meninas”…
Quem precisa dos lenços sou eu???? Vai para qui uma choradeira. Sérgio, que em tempos corria e deixou de correr para ficar acorrentado a qualquer coisa, o “bacci a tutti” também é para mim… ????
ps - Agora choro mais e com motivos? Alguém me dê um rolo de papel higiénico. Ouço grunhidoss perdidos da televisão. Parece que são cantados, mas não tenho a certeza…. Está a dar a “operação triunfo”… Estou com medo… muito medo…
não chora… paulo… desliga a televisão!!! (duma vez!)
…senta-te aqui na caixa de comentários, medita no poema… abriga-te do vento… escuta o teu pensamento…
“bacci a tutti quanti”…
(um, em especial para o sérgio que fez rir…)
Lima, acha que posso “acabar” com a televisão, assim, sem mais nem menos. É a minha única companhia…. Posso sempre optar pela companhia do vento. É, de longe, melhor do que a maldita televisão, que pragueja, pragueja e não diz nada….
então tá… vamos lá ouvir o vento… deixá-lo soprar e em vez de sofrer enfia-lo num balão levantar e viajar…
tá ver lá em baixo… são os amiguinhos…
(a atirar-nos fisgadas?!… não!… acenam-nos com lencinhos…)
Está aqui feita uma ventania. O que está aqui em discussão é um problema de «blowjob» entre soprar e não soprar está a questão. Realmente desde o princípio do mundo que se sopra (e ainda bem) pois todos os males do mundo fossem o soprar. Mas a dor do mundo não vem da chuva Paulo, vem das roupas molhadas pela água que provocam constipações. Aí é que está o mal do universo.
Paulo, desliga o televisor, please. eu ponho o Blow do Miles Davis a tocar. assim está-se bem. bolachinhas triunfo, migalhinhas no teclado. Lima, vamos todos dar a volta ao mundo no teu balão, não sei em quantos dias ou comentários, enquanto bebemos caipiroskas. desde que isto não haicaia, mas o Sérgio trata disso, com especial atenção às cordas.
Henrique, “o que está em discussão” será então a oralidade. escrita.
Bora lá Luísa… que o eu quero é viajar… pois se o vento está de feição e o mundo é tão grande… as tuas caipiroskas ajudando … ainda havemos de lá chegar… também vem paulo?…(pode trazer o à mesma o seu aparelho tv…mas desligago ok?) limpe os olhos… e abra os ouvidos… escute o blowmiles… soprando o sentimento…
Deixamos as cordas com o sérgio, isto não haicai de certeza! ele é muito cordial… e já agora, que amarre o henrique na ponta de uma delas…mas pelos pés…que ele vai precisar daquela sua escancarada boca e daquela sua afiada lingua para nos ir entretendo, embevecidos, com as suas habilidades orais…
se mais alguém quiser vir…se.. senta e já cá está!…
Luisinha… estamos a voar
Bora lá, Luísa… que o eu quero é viajar… pois se o vento está de feição e o mundo é tão grande… as tuas caipiroskas ajudando … ainda havemos de lá chegar… também vem paulo?…(pode trazer o à mesma o seu aparelho tv…mas desligago ok?) limpe os olhos… e abra os ouvidos… escute o blowmiles… soprando o sentimento…
Deixamos as cordas com o sérgio, isto não haicai de certeza! ele é muito cordial… e já agora, que amarre o henrique na ponta de uma delas…mas pelos pés…que ele vai precisar daquela sua escancarada boca e daquela sua afiada lingua para nos ir entretendo, embevecidos, com as suas habilidades orais…
se mais alguém quiser vir…se.. senta e já cá está!…
Luisinha… estamos a voar.
Vocês têm a certeza que é seguro? Olhem que eu tenho um medo de alturas a sério. Há quem lhe chame atracção pelo abismo, mas eu entendo-o como vertigem. Ao som do miles davis, penso que conseguirei esquecer que nos afastamos da terra e que voamos ao sabor do vento… Só preciso das vossas doces palavras para perder o temor e apreciar a liberdade que o ar proporciona…. O Henrique é um ordinário…. Só pensa em safadezas… buuuu
bem, é mais seguro do que um zeppelim (que aliás tresanda a nazis - blharg!). e sempre podemos cantar o “sobe, sobe, balão sobe”, esse clássico do festival da eurovisão. o Henrique tb vem, não? precisamos de alguém para dizer umas frases ora mais a sério, ora a abardinar.
e nem temos de pagar portagens, lá pelo ar só há a brisa que sopra.
Vamos até ao princípio do mundo, embalados pelo vento.
Simmmm… o sobe sobe, balão sobe… é muito bem pensado…(thim na caipiroska…) o paulo que percebe de televisão pode começar (paulo, já tem a sua caipiroska, não tem?), nós rezamos a letra atrás… (mas só as primeiras vezes porque como vai ser o hino da nossa expedição até ao princípio do mundo, acabaremos todos a cantá-la a plenos pulmões ainda antes de chegar à alta idade média…ali ao lado dos continentes desconhecidos das américas…)
O Henrique só vai amarrado, parece-me…
Nada o comove, nem a nossa necessidade de seriedade, (para equilibrar a equipagem) nem a nossa alegria de o ouvir a dizer bardinagens (para repor a boa disposição nos tempos mortos…)
Vem amarrado!… E prontos.
O sérgio é que tarda… mas não faz mal.
Basta um sms e apanhámo-lo em qualquer lado… Sem ele a dar-nos corda não saberíamos para onde nos dirigir…
(precisamos dos cai-cai dele… Humm?!… dos KooKai…???… bom… disso… )
É que eu não ando a brincar… já equipei isto com GPS espacio-temporal…não vai faltar nada…
Sem portagens, pelos ares… até onde nos levar o vento do momento e o pensamento…
(luísa, um lencinho que se me entrou chisco pr’ó olho…)
Bem, eu sou expert em TV trash mas não me lembro do nome da querida que cantou o “sobe, sobe, balão sob”. Para compensar, levamos o José Cid, amarrado, juntamente com o Henrique. A única diferença é que, caso haja necessidade, sei lá, pode ser que o balão comece a descer e precisemos de aliviar o peso no “cesto”, atira-se o José Cid “borda fora”. Ah, e se pudesse vir nu, tipo aquela célebre fotografia que fez`há uns anos, não era mau de todo. Epa, preciso dum lenço outra vez… Aquela imagem bateu fundo na minha consciência e desatei a chorar.
Eu não sei se a brisa, que controla tanto a terra como o ar, criou portagens aéreas… Mas penso que possamos usar as Scuts, ou já não existem scuts????
tá…paulo largamos o cid primeiro… pode ser…
Agora essa ideia de o amarrar nu , com o henrique… um de pernas para o ar, a dizer coisas e loisas, o outro escondido debaixo do chapéu… não sei, não… Para mim a convenção de genebra não é letra morta… até os prisioneiros têem os seus direitos!… Henrique amigo, podes subir a bordo, e se só falares quando tens alguma coisa para dizer… tás à vontade…
A brisa da terra sopra à superficie…nós como já estamos no ar apanhamos o sirocco… o mistral… o levante…ou o suão… ainda não foram concessionados…
(de qualquer maneira como somos passageiros do vento… não nos apanham… vamos mas é lá passar sem pagar!…)
na verdade, para a nossa viagem precisamos de muita física, mais do que a da bbc. chegados ao princípio do mundo podemos mudar quase tudo. e o poema pode deixar de fazer remoinhos em “sempre, sempre assim”. ou pode aparecer outro verbo. talvez.
isso, luísa… precisamos é de um novo verbo!… e remoinhos só queremos os que nos elevarem para as altas camadas da estratosfera… Agora que você tem montes de olho para escolher a equipagem, isso tem… o sérgio é concerteza o homem das cordas, tece para nós os universos paralelos que tanto procuramos…
E o nosso balão segue… rumo às novas… e últimas fronteiras…
o paulo sua um pouco, mas lá se vai entretendo, beberica do seu copo… e escreve posts demolidadores para os governantes deste mundo que agora deixamos para trás. O cid diz que aquilo é um pouquinho desconfortável mas que como nasceu para música, vale tudo… o henrique não diz nada… (mas juro que só o amordacei a brincar…se ele quisesse poderia muito bem dizer qualquer coisa… acho que está sentido…só isso, e vai passar-lhe…)
Luisinha… ainda tem caipiroska?…
olha, de olhar, esqueci-me, de esquecer, do verbo ler…
lima, atira aí uns pneus pela borda fora para subirmos, de subir, para a estratosfera, de estratosferizar.
Ei, quem disse que o Cid tinha direito a pára-quedas???? O único pára-quedas a que tem direito é a dúzia de pneus que vão ser atirados borda fora. Imaginem-no bem amarradinho aos michelin, a força descendente que tal peso provoca… e o Cid a dizer adeus em variadíssimas línguas, enquanto o Henrique, liberto da mordaça, diz uma série de disparates relacionados com “blow jobs”….
Lindo, manda mais lenços…. já não há coração que aguente…
estratosferizar é o que está a dar…
pois luísa, este pessoal é muito cuidadoso… e aventuras… nem nos comentários da blogosfera… tudo muito terra a terra, nem que seja para ficar rentinho ao chão a apanhar aquela ventania sem principio nem fim…
(o henrique diz que nem vai nem fica, que está de mau-humor, o paulo foi ao wc… o sérgio diz que tem de gravar os programas da bbc todos… e em vhs que é mais…) que entrem no balão quando quiserem… que nos deixem seguir… que partimos mesmo agora…
Luísinha, isto aqui de cima é bem mais bonito…
Podemos conversar as duas… alegremo-nos de ter saltado no balão… de termos partido à procura do esclarecimento desse grande sofrimento sem fim desde o principio…
Por mim, quero abraçar as minhas memórias de menina e iluminar as recordações que continuam doendo… solucionar essas contradicções…inventar um destino… longe do frio vento que sopra na terra, sempre e sempre…
Porque isto, tanto na estratosfera, na blogosfera ou na vida real… do que se trata é sempre de nos aconchegarmos, o que até pode acontecer na escrita… e sempre temos o dar e receber da leitura…
Amar o infinito, voar para além do tempo, beijar o impossível, amanhecer em paz… e acordar feliz.
Imagino, muitas vezes, que tudo o que hoje ainda não sei um dia será elucidado… talvez até aprendido… mas o que me cativa, mesmo, é a liberdade…
Vivo para me deslumbrar diante dela… que doutra forma não aceito este fardo da gravidade terrena… Apimentar a existência é a única maneira de nos protegermos do grande gelo da morte… e do vento frio que a anuncia, no dia a dia…
Quero rir das coisas simples, empatizar com os meus irmãos de caminho, gargalhar da nossa sorte e pigmentá-la com a alegria… com o prazer de a ver no poema, a ser criada, viva, a renascer esquecida da sua dor…
De tanto olhar, não sei se isto é do vento, ou quê… mas tens de me passar os lencinhos…
( olha, mas antes disso manda aí uma caipiroska, que de tanta conversa, tenho a boca seca…)
li, de ouvir, o que escreveste e ainda bem que apareces porque já nos tinha acabado o sumo do teu texto para as caipiroskas. e é, pés na terra e “bom senso” é o vento seco que mais sopra lá em baixo no chão do tempo, onde uns caem e outros vingam, verbos que nós por cá na estratosfera até vamos esquecer por falta de uso. vamos no vôo da liberdade e… hã?? já reparaste que é pikinini o mundo visto daqui? até parece…
acabaram-se os lenços. ou paramos de lacrimejar ou usamos um lençol. mas talvez que ao nos aproximarmos do princípio do mundo acabem as lágrimas de choro e fiquem as outras, igualmente salgadas mas também doces.
pikinini, pikinini…até me pergunto, como lá cabe tudo o que deixamos…
Bom, se calhar era por não ser grande coisa…
Vamos no voo da liberdade, luisinha?…Que alegria!… (só espero que o paulo tenha perdido aquele seu pavor das alturas e saltado a tempo! engraço com o rapaz… e confesso, ele faz-me… falta…)
Mas bom, que procuramos? O principio do mundo? O vortice da ventania? Hã?!! provavelmente são a mesma coisa?!!..
Melhor! então é para lá que vamos…
sempre quero saber por que tanto sopra… porque nunca se cansa e a todos empurra, esmurra, verga e mata. Porquê?!
mas sobretudo para quê?!
Não me acredito em fados nem maldições, há certamente uma razão, e mesmo que não haja, quero descobrir o que não há, à mesma…
Se as lágrimas vierem… que fiquem então. saberemos prová-las e apreciá-las…No seu sal recordar a terra, que ainda amamos, e na sua doçura aspirar o novo ar que ansiamos… e procuramos.
as caipiroskas… é que temos de nos abastecer aí em qualquer lado… nos balões, sabes as temperaturas baixam muito, temos de ter pelo menos estojo de primeiros socorros (já que não podemos sonhar com bar aberto…)
Que foi, que vês, luisa? tantas nuvens… uma montanha, é?
A grande montanha do egoísmo!!! Pois é luisinha… aí vem o nosso primeiro obstaculo… preparada?… vai ser canja… Agarra-te… e aguenta-te…
Epá as coisas que eu disse enquanto estive fora. Eu cá transcrevo a llima e trato da parte da língua que eu não sou esquisito e trato mesmo é da oralidade que eu cá gosto disso. Agrada-me saber que «posso subir a bordo» já agora…quanto ao Cid é uma injustiça perante mim, estão a privar-me da simples eficácia de poder pontapeá-lo mas redimir-me-ei e cortarei as amarras só para o pontapear durante uns segundos para depois «subir a bordo» mais um pouco. É pá Paulo a chamar-me ordinário? porco ainda vá que não vá, agora ordinário isso é quase fora dos limites mas vá deixo passar que sei bem que tu me achas mais porco que ordinário.
talvez seja de haver menos oxigénio aqui na estratosfera, mas não estou a ver em que é que o egoísmo é uma canja.
a propósito, o que havemos de comer hoje? lata de chispalhada?
isto de noite é escurinho, mas podemos contar estrelas até já não conseguirmos mais dizer os números sem gaguejar ou rir.
Meu Deus, lata de chispalhada, assim sem mais nem menos. Que pensamento sinistro. Eu e todos(as) vocês num balão. Vocês cantam, alegremente, uma música do Cid e vêm-no espalhar-se nos solo (tudo com muita caipiroska e palmas), enquanto eu, qual esfomeado, vou me lambuzando todo de latas de chispalhada… O vento sopra, sopra e, nesse sopro, vai-me insultando…. porco, porco, porco…
O Henrique continua ordinário.
vês…não é falta de oxigénio…
é a sabedoria das altitudes…
os tipos que têem imensa inveja da nossa viagem, mas que também não querem, vir…se…sentar connosco, contar miriades de googleplex de estrelas, brancas vermelhas e azuis, rir da noite escura toda iluminada, e inspirar o desejo frágil e tenaz de um novo horizonte… são esses os tipos egoistas.
E são canja…
Porque ardem, como tu e eu,
mas consomem-se na escuridão…
nunca conseguem brilhar
e dar luz a um novo dia…
Chispalhada… trouxeste chispalhada, luisinha?…
Previdente!… vamos lá dar ao dente…
(…)
Queres do meu café? também tenho chá… e laranjada…
Leitinho com mel e limão?…
Caipiroska?!
Hoje, mais, não…
mil miriades de googleplex, mais um…ganhei-te…
Ah… luisinha, havemos de lá chegar,
não há egoistas, preconceituosos, arrogantes, mesquinhos e ignorantes que nos saibam deter… porque nós temos o coração que nos guia, seguimos o vento, somos livres, e lançaremos sobre o vulcão do tempo a inocência da nossa humanidade, em carne viva…
Como temos o sentimento, podemos chamar o bom tempo, e isso, a qualquer momento…
os cães ladram, o balão passa…em todo o seu esplendor… olhem…
Boa noite luisinha, amanhã temos de enfrentar as garras da maldade… temos de nos retemperar… que a danada dá luta…bons sonhos…e descansa…
Quem? O Cid, o el Cid? Bora lá, caturreira! Um beijinho pequenino pequenino inho inho nho nho ho ho o o o o nhocas nhocas nhim im im m m m para a Luisinha e outro munta gande pá pá pá pá pá pá pá pá Lima, cruzes, avestruzes! bora lá! a propósito: posso subir para o vosso balão de vento e aventura? acena-me a Luísa que sim, contradiz-me a Lima que assim-assim, o Henrique e o Paulo nem por isso, mais um rival a bordo, para quê? Quanto ao Cid, népia ou népias, o ar é de todos, é a lógica do quarto excluído… apesar de tudo, subo e dessubo, vou e desvou, velejo e resvalejo, incólume aos lencinhos e às chispalhadas… bora lá, ó becas eu o becas tu, bora lá… assim é que é, balão no ar, braços ao vento, narizes nas alturas do voar, pés bem assentes no cósmico chão do balão, já passámos as galáxias conhecidas, péra lá, estamos a descer, a descer, a descer…péra lá que aqui há gato! que é que se passa? Limazinha, cadê a caipiroska da nossa transfiguração cósmica? olha, estamos novamente a subir para baixo… caipiroska no copo, acidente garantido…hummm, nada disso…o universo não é português…por favor, não atirem o cid borda fora, epá, Henrique não, por favor, deixa-o estar entre nós, queremo-lo vivo sem lencinhos, aqui, entre a maldade do que fomos e a que havemos de ser, estamos condenados ao Cid que há em cada um de nós, mas que é aquilo? parece um boneco de trapos…socorro! Lima? Aonde é que meteste a hermenêutica?
calma… isto não é um simulador de voo blogosferico…
O boneco de trapos são farripas dos sonhos de outros viajantes que por aqui se perderam… e saíram irremediávelmente da rota que levava ao princípio do mundo e ao vórtice da ventania… Calma…vamos passar…
Luisinha?… O Sérgio voltou! e encheu-nos de beijinhos… não é um belíssimo e delicioso despertar depois daquela esplendida refeiçao de estrelas cadentes?… Queremo-lo connosco, não queremos paulo (minha flor…)?… Henrique?… ainda estás a dormir?… cansadinho de tanto pontapetear aquele boneco insuflável do Cid que lá puz para te deixar ser mauzinho sem fazeres mal a ninguém?… (Foi só por brincadeira que fazendo-o de borracha, cada pontapé fazia ricochete!… deu para te consolares…mas é claro que é muito mais exigente a nível muscular… não é?…)Descansa… nós levamos-te, belo e adormecido, mais um pouco…
Pois, eu acho, que depois de distribuir mais uma rodada de caipiroska a todos… esta manhã, deveriamos aproveitar o sol que está radioso…inspirar o ar mais leve puro desta altitude e distribuir as tarefas de bordo…
A viagem não será sem precalços…nem perigos… Viajantes… vigilantes … têem mais chances!…
A hermeneutica dorme… silenciosa, abraçada ao henrique… (outras histórias…) não os incomodemos…
A menina dos mais recentes aikus não quer vir?… e juntar-se a nós nesta expedição… nesta aventura que procura a origem do sofrimento que varre a terra desde o principio do mundo?… Dava-nos jeito uma cândida que gosta de dizer palavrões… poeta e mulher de armas… E há montes e montes de caipiroska… (não me diga que tem de ir às compras… não me diga isso…)
Luisinha, gostei… ainda havemos de lá chegar…thcim.
rapazes e raparigas da minha aldeia,
devido ao googleplex inter-estelar fui até outra galáxia onde encontrei um ET - preto como breu e de olhos verdes (lindo!) e com quatro braços (o que me pareceu dar um jeitão…) - que gozou com o nosso balão; segundo ele precisamos de uma nave e também - tanto quanto ele sabia sobre a humanidade e mainãoseikê - de um laboratório de emoções. confesso que ao princípio desconfiei que fosse um espião infiltrado a querer fazer valer o plano tecnológico. afinal, que mal tem o nosso balão artesanal e poético?! ele insistia, gesticulando com os seus quatro braços e mãos, nas questões da complexidade e necessidade de um pensamento científico. acabei por concordar com ele, mas apenas em parte, de forma que lhe amandei com um poema que lhe deixou as antenas a brilhar.
e foi assim…
quantos somos nesta viagem? muitos, poucos, os suficientes?
Que maçada. Detesto ETS com a mania da superioridade… A culpa é do Henrique (tudo nesta vida é culpa do Henrique).Bem, se é para arranjar uma nave, digo já que recuso entrar a bordo. Desde pequeno que me chamam MR SPOCK e isto só serviria para dar razão às avantesmas que criaram a alcunha…. Levem o CID. Dizem que é óptimo comandante nas viagens inter-estelares. E tem o dom de comunicar com alienigenas de linguajares estranhos. Parece que basta um “cai neve em nova york” para os assustar de morte. Caso isto não baste, obrigasse o homem a tirar o roupinha…
luisinha, se contarmos com o teu extraterrestre (puseste-lhe mesmo as antenas a brilhar? oh pá!… gostava de ter visto!…), mais a menina dos aikus… já somos uma porrada deles… agora se somos os suficientes… ainda é uma incógnita!…
Há muito a fazer… muitas atribulações… e tudo desconhecido…
Será que o teu extraterrestre tem razão!… e precisamos mesmo de um laboratório de emoções, humanas?…
Bom… seja como for, gosto de os ver assim, todos estremunhados mas animados… loucos por saber o que fazem aqui e o que os espera…
Amiguinhos… rapazes e raparigas da minha aldeia… agarrem-se… bebam lá mais um gole da caipiroska…
vai ser giro!…
a sério, Paulo? no tempo do espaço 1999, eu queria ser a Maia, o Spok e a Maia não eram do mesmo planeta? mas se quiseres o papel de spooky, porque não? alguém tem de se encarregar de fazer medo, assim de quando em vez. O ET dava-se de facto ares de superioridade, mas vi o D.Quixote de la Mancha dentro de uma esfera às cores e perguntei-lhe o que estavam a fazer. e ele, que estavam a processar a obra há uns três mil anos-luz e, depois, fechou-se em copas. e eu, qual era o resultado? o ET acabou por confessar que ainda não tinham resultados… muita tecnologia, mas e depois?? foi aí, Lima, que me lembrei de lhe dizer um poema e foi aquilo das antenas a brilhar, a brilhar. para a próxima conto-lhe uma piada, esqueceu-me… Quanto ao laboratório de emoções é uma ideia mas também pode ser perigoso, não sei…
mantemos, portanto, o balão…
caipiroskas per tutti and here we go!!
Quer dizer, eu agarrado à hermenêutica, e a pontapear insufláveis e de repente vêm os ETs? Mau maria!! e ainda por cima a tentar expulsar-me e ao Paulo do balão? (e sim Paulo infelizmente a culpa é smepre minha) mas Sérgio, concorrência em quê? olha olha autopromoções. Por falar em D. Quixote dentro de uma esfera de cores essa seria uma bela imagem não Luísa? Já tou como o Paulo..amuei..levem o CID…
luisinha, quem disse que precisavamos dum laboratorio…
experimentaçao “in vitro” é para ET’s diligentes, desenganados, de olhos verde… com parcerias literárias desactualizadas…
Nós é experimentação “in situ”,
“in strictu e lato sensu”… amen…
Bom… no nosso balão vem quem quer… Somos os rapazes e raparigas da nossa aldeia, somos todos iguais, todos diferentes… Ouvimos o vento, sabemos o que nos traz, e queremos… descobrir porque sopra… transformar essa sua força, que nos arrefece o olhar e enregela os ossos de frio, numa outra energia…num novo dia!…
Apeamos o Cid duma vez. Levamos só o cd… é discreto, ocupa pouco espaço, e por favor… faz parte do nosso acervo documental… é história, e não se reescreve…
Open mind, open mind…
Tolerância e muita caipiroska…
Beijinhos a todos e cada um…muitos…
Eu acho que o ET é iletrado, apesar de toda a tecnologia que tem, e recuso-me a viajar com ele. Quanto a experimentações “in vitro”, sempre quis ser uma cobaia, ser abduzido pelos ets e que me fossem inseridas sondas por todos os orifícios do corpo.
Aproveito e levo uma folhita de ácidos, para ver se podemos proporcionar momentos de proximidade de sentimento humano ao alien… Já agora, Luísa, de certeza que o Et não babava ácido?????
In strictu et lato sensu a verdade é que o ET é uma chaga e ainda por cima tem um dedo defeituoso que provoca luminosidades estranhas eu cá acho melhor trazeres mesmo o ácido(mas não o do baboso), pelo menos, saberemos de onde vem toda essa luminosidade.
luisinha, eu sei que estás em negociações com o teu ET das trevas… gesticula que se farta… até tem as suas razões… mas lembra-te… tens de lhe contar a tal piada… dá-lhe aprovar da nossa caipiroska…
Os nossos rapazes não descontraem… querem vir, não querem vir… só vão se os outros não forem… enchem-nos o porão de substâncias ílicitas… mordem-se, mordem-nos… muôris!!!…
tanta baboseira!…pr’a quê?…hummm?!…
Queridos!… O nosso balão já vai a caminho, tragam lá o que quiserem, o que acham que vos faz falta… mas aqui ninguém manda nem põe condições… apenas seguimos o vento… mantemo-nos no ar e avançamos…é como na vida lá em baixo na nossa aldeia… e estamos por nossa conta… (pelo menos enquanto o zink anda assim a fazer-se de distraído)
Luisinha, eu gosto da tua chispalhada, do teu ET…(olha para ele!… não lhe dês mais caipiroska… olha kele não está habituado…)dos teus moinhos de vento estelares… dos teus poemas em prosa…
E fazes-me rir… quero ir contigo.
É que nem o vento amainou, nem o sofrimento abrandou…eu ainda cá estou… e se querem saber, lá vou…
Beijinhos para quem quiser…
e muita caipiroska para todos…
Pronto bora lá mas é..que já se faz tarde e não sei por quanto tempo o Zink vai manter o nosso circo…como é que raptaste a Luísa se vi o teu ovni no mecânico para reparações? ah Luísa é mulher de Deus e não se deixa levar por qualquer um.
Novembro 3rd, 2007 at 15:47
Que poema tão bonito.. Gosto da conjugação do verbo sofrer… Lindo (e soprar como terceira pessoa do singular e do plural)
Novembro 3rd, 2007 at 18:10
é. tão bonito.
vou sentar-me neste degrau da caixa de comentários e ficar a ouvir o poema a soprar ao ouvido.
Novembro 3rd, 2007 at 18:39
Nunca consegui perceber o que é que põe o ar em movimento.
Novembro 3rd, 2007 at 18:42
Já agora, uma outra abordagem do vento, igualmente interessante:
http://www.lowellwind.com/faq/83.html
Novembro 3rd, 2007 at 20:06
Amiguinhos, o Rui não é tão “ingénuo” como “parece”. Ainda que este texto não passe de um exercício brincalhão para ir entretendo as criancinhas até ao próximo livro, nada é deixado ao acaso, amiguinhos. Se o sopro lá está, é porque quer soprar, amiguinhos.
Novembro 3rd, 2007 at 22:00
…ora, ora… o corria… ou ocorre, que o tempo também corre… atrás do vento, do fim do sofrimento e do esquecimento….
O corria sabe-o bem!… amiguinhos o rui está com aquele probleminha da folha em branco e nós é que vamos ter de escrever o seu novo best-seller… Apurem-se.
(Luisa, vou, aqui, tambem ficar a ouvir o poema a soprar-me ao entendimento…
Fico ou corro?
Novembro 3rd, 2007 at 23:22
Se realmente é sempre assim desde o príncipio do mundo, será que é o sopro do vento a razão do nosso sofrimento?
Novembro 4th, 2007 at 1:56
Oh Zé, se a razão do sofrimento humano fosse o vento,acredite que seria fácil resolver o problema. Bastava que todo a humanidade arranjasse um daqueles pára-vento de praia e não se falava mais no assunto… A razão do sofrimento humano…. é a chuva…
Novembro 4th, 2007 at 13:18
Rui:
Vai dando notícias alfredovieira48@clix.pt, pois sabes que um prazer divulgar os teus livros.
Alfredo Vieira
Novembro 4th, 2007 at 15:28
atchim!!… que cabeça-de-vento, esqueci-me de um agasalho e talvez me tenha constipado em “Desde o princípio do mundo”, embora também faça frio em “Sempre, sempre assim”. curiosamente, onde faz um solzinho é na conjugação do verbo sofrer. mas não se pode estar lá mais de meia-hora de cada vez… tem de se intercalar com um passeio pelas linhas sem palavras… foi boa ideia, estas linhas e aposto que deu trabalho, arejar o poema, porque nestas coisas da poesia há sempre palavras a mais a quererem entrar para a folha…
Lima, deixa-te estar e empresta aí um lenço daquele pacotinho de outro dia. ainda tens algum?
Novembro 4th, 2007 at 16:06
claro! luísa, desde então nunca mais me separei deles… um jeitão…obrigada.
Isto realmente é uma ventania danada…e há já tanto tempo…
também prefiro os passeios pelas linhas sem palavras… estão cheias delas a também quererem entrar na folha…
Sopram risos… e afagos do sol nas tardes quentes… querem viver virar catavento e transformar a energia do sofrimento no seu sustento…
(luísa passa ai o pacotinho de lenços por favor…)
Novembro 4th, 2007 at 19:45
A minha “provocação” tinha por alvo exclusivamente o primeiro comentário do Paulo Ribeiro, nada mais e apenas nada mais-:) Bacci a tutti!
Novembro 4th, 2007 at 20:00
Eu fico tocado pela beleza das palavras destas “meninas”…
Quem precisa dos lenços sou eu???? Vai para qui uma choradeira. Sérgio, que em tempos corria e deixou de correr para ficar acorrentado a qualquer coisa, o “bacci a tutti” também é para mim… ????
Novembro 4th, 2007 at 20:03
ps - Agora choro mais e com motivos? Alguém me dê um rolo de papel higiénico. Ouço grunhidoss perdidos da televisão. Parece que são cantados, mas não tenho a certeza…. Está a dar a “operação triunfo”… Estou com medo… muito medo…
Novembro 4th, 2007 at 21:11
não chora… paulo… desliga a televisão!!! (duma vez!)
…senta-te aqui na caixa de comentários, medita no poema… abriga-te do vento… escuta o teu pensamento…
“bacci a tutti quanti”…
(um, em especial para o sérgio que fez rir…)
Novembro 4th, 2007 at 22:14
Lima, acha que posso “acabar” com a televisão, assim, sem mais nem menos. É a minha única companhia…. Posso sempre optar pela companhia do vento. É, de longe, melhor do que a maldita televisão, que pragueja, pragueja e não diz nada….
Novembro 4th, 2007 at 23:00
então tá… vamos lá ouvir o vento… deixá-lo soprar e em vez de sofrer enfia-lo num balão levantar e viajar…
tá ver lá em baixo… são os amiguinhos…
(a atirar-nos fisgadas?!… não!… acenam-nos com lencinhos…)
Novembro 5th, 2007 at 3:38
Bem, toca a animar este pessoal com estes fabulosos haikais:)
O vento corria devagar
como um amiguinho num ribeiro.
Dá-me a lima ou então vai bugiar!
Um ribeiro à luz corria
qual lima no horizonte.
Amiguinho, façamos a ponte!
Amiguinhos aos montes
ribeiros e limas ainda mais.
Ela corria nos postais.
Bacci a tutti:)
Novembro 5th, 2007 at 14:22
Está aqui feita uma ventania. O que está aqui em discussão é um problema de «blowjob» entre soprar e não soprar está a questão. Realmente desde o princípio do mundo que se sopra (e ainda bem) pois todos os males do mundo fossem o soprar. Mas a dor do mundo não vem da chuva Paulo, vem das roupas molhadas pela água que provocam constipações. Aí é que está o mal do universo.
Novembro 5th, 2007 at 14:25
Um Haiku seria mais: «ela soprou levemente, como quem nunca o tinha feito antes.»
Novembro 5th, 2007 at 15:48
ao princípio era o vento, o silêncio soprava no rosto.
Novembro 5th, 2007 at 16:10
Paulo, desliga o televisor, please. eu ponho o Blow do Miles Davis a tocar. assim está-se bem. bolachinhas triunfo, migalhinhas no teclado. Lima, vamos todos dar a volta ao mundo no teu balão, não sei em quantos dias ou comentários, enquanto bebemos caipiroskas. desde que isto não haicaia, mas o Sérgio trata disso, com especial atenção às cordas.
Henrique, “o que está em discussão” será então a oralidade. escrita.
Novembro 5th, 2007 at 17:00
Bora lá Luísa… que o eu quero é viajar… pois se o vento está de feição e o mundo é tão grande… as tuas caipiroskas ajudando … ainda havemos de lá chegar… também vem paulo?…(pode trazer o à mesma o seu aparelho tv…mas desligago ok?) limpe os olhos… e abra os ouvidos… escute o blowmiles… soprando o sentimento…
Deixamos as cordas com o sérgio, isto não haicai de certeza! ele é muito cordial… e já agora, que amarre o henrique na ponta de uma delas…mas pelos pés…que ele vai precisar daquela sua escancarada boca e daquela sua afiada lingua para nos ir entretendo, embevecidos, com as suas habilidades orais…
se mais alguém quiser vir…se.. senta e já cá está!…
Luisinha… estamos a voar
Novembro 5th, 2007 at 17:01
Bora lá, Luísa… que o eu quero é viajar… pois se o vento está de feição e o mundo é tão grande… as tuas caipiroskas ajudando … ainda havemos de lá chegar… também vem paulo?…(pode trazer o à mesma o seu aparelho tv…mas desligago ok?) limpe os olhos… e abra os ouvidos… escute o blowmiles… soprando o sentimento…
Deixamos as cordas com o sérgio, isto não haicai de certeza! ele é muito cordial… e já agora, que amarre o henrique na ponta de uma delas…mas pelos pés…que ele vai precisar daquela sua escancarada boca e daquela sua afiada lingua para nos ir entretendo, embevecidos, com as suas habilidades orais…
se mais alguém quiser vir…se.. senta e já cá está!…
Luisinha… estamos a voar.
Novembro 5th, 2007 at 17:21
Vocês têm a certeza que é seguro? Olhem que eu tenho um medo de alturas a sério. Há quem lhe chame atracção pelo abismo, mas eu entendo-o como vertigem. Ao som do miles davis, penso que conseguirei esquecer que nos afastamos da terra e que voamos ao sabor do vento… Só preciso das vossas doces palavras para perder o temor e apreciar a liberdade que o ar proporciona…. O Henrique é um ordinário…. Só pensa em safadezas… buuuu
Novembro 5th, 2007 at 19:55
bem, é mais seguro do que um zeppelim (que aliás tresanda a nazis - blharg!). e sempre podemos cantar o “sobe, sobe, balão sobe”, esse clássico do festival da eurovisão. o Henrique tb vem, não? precisamos de alguém para dizer umas frases ora mais a sério, ora a abardinar.
e nem temos de pagar portagens, lá pelo ar só há a brisa que sopra.
Vamos até ao princípio do mundo, embalados pelo vento.
Novembro 5th, 2007 at 20:52
Simmmm… o sobe sobe, balão sobe… é muito bem pensado…(thim na caipiroska…) o paulo que percebe de televisão pode começar (paulo, já tem a sua caipiroska, não tem?), nós rezamos a letra atrás… (mas só as primeiras vezes porque como vai ser o hino da nossa expedição até ao princípio do mundo, acabaremos todos a cantá-la a plenos pulmões ainda antes de chegar à alta idade média…ali ao lado dos continentes desconhecidos das américas…)
O Henrique só vai amarrado, parece-me…
Nada o comove, nem a nossa necessidade de seriedade, (para equilibrar a equipagem) nem a nossa alegria de o ouvir a dizer bardinagens (para repor a boa disposição nos tempos mortos…)
Vem amarrado!… E prontos.
O sérgio é que tarda… mas não faz mal.
Basta um sms e apanhámo-lo em qualquer lado… Sem ele a dar-nos corda não saberíamos para onde nos dirigir…
(precisamos dos cai-cai dele… Humm?!… dos KooKai…???… bom… disso… )
É que eu não ando a brincar… já equipei isto com GPS espacio-temporal…não vai faltar nada…
Sem portagens, pelos ares… até onde nos levar o vento do momento e o pensamento…
(luísa, um lencinho que se me entrou chisco pr’ó olho…)
Novembro 5th, 2007 at 21:25
Bem, eu sou expert em TV trash mas não me lembro do nome da querida que cantou o “sobe, sobe, balão sob”. Para compensar, levamos o José Cid, amarrado, juntamente com o Henrique. A única diferença é que, caso haja necessidade, sei lá, pode ser que o balão comece a descer e precisemos de aliviar o peso no “cesto”, atira-se o José Cid “borda fora”. Ah, e se pudesse vir nu, tipo aquela célebre fotografia que fez`há uns anos, não era mau de todo. Epa, preciso dum lenço outra vez… Aquela imagem bateu fundo na minha consciência e desatei a chorar.
Eu não sei se a brisa, que controla tanto a terra como o ar, criou portagens aéreas… Mas penso que possamos usar as Scuts, ou já não existem scuts????
Novembro 5th, 2007 at 21:52
tá…paulo largamos o cid primeiro… pode ser…
Agora essa ideia de o amarrar nu , com o henrique… um de pernas para o ar, a dizer coisas e loisas, o outro escondido debaixo do chapéu… não sei, não… Para mim a convenção de genebra não é letra morta… até os prisioneiros têem os seus direitos!… Henrique amigo, podes subir a bordo, e se só falares quando tens alguma coisa para dizer… tás à vontade…
A brisa da terra sopra à superficie…nós como já estamos no ar apanhamos o sirocco… o mistral… o levante…ou o suão… ainda não foram concessionados…
(de qualquer maneira como somos passageiros do vento… não nos apanham… vamos mas é lá passar sem pagar!…)
Novembro 6th, 2007 at 3:40
A propósito de vento e de cavalos alados e balões, que tal uma viagem alucinante ao outro lado da mais recente teoria da física?
(nunca me canso de ver este filme, nem de chatear as pessoas para que o vejam…)
“Universos paralelos” no youtube.com
o documentário é da BBC
Bons vôos e boa noite a todos
Novembro 6th, 2007 at 13:02
na verdade, para a nossa viagem precisamos de muita física, mais do que a da bbc. chegados ao princípio do mundo podemos mudar quase tudo. e o poema pode deixar de fazer remoinhos em “sempre, sempre assim”. ou pode aparecer outro verbo. talvez.
Novembro 6th, 2007 at 13:44
isso, luísa… precisamos é de um novo verbo!… e remoinhos só queremos os que nos elevarem para as altas camadas da estratosfera… Agora que você tem montes de olho para escolher a equipagem, isso tem… o sérgio é concerteza o homem das cordas, tece para nós os universos paralelos que tanto procuramos…
E o nosso balão segue… rumo às novas… e últimas fronteiras…
o paulo sua um pouco, mas lá se vai entretendo, beberica do seu copo… e escreve posts demolidadores para os governantes deste mundo que agora deixamos para trás. O cid diz que aquilo é um pouquinho desconfortável mas que como nasceu para música, vale tudo… o henrique não diz nada… (mas juro que só o amordacei a brincar…se ele quisesse poderia muito bem dizer qualquer coisa… acho que está sentido…só isso, e vai passar-lhe…)
Luisinha… ainda tem caipiroska?…
Tchim, bora lá…
Novembro 6th, 2007 at 16:36
precisamos de verbos para a navegação. eu posso começar, são tantos… abraçar, beijar, conversar, amar, aconchegar, escrever, proteger, amanhecer, imaginar, inventar, solucionar, esclarecer, elucidar, iluminar, aprender, dar, receber, ver, deslumbrar, cativar, libertar, acordar, criar, empatizar, voar, comprazer, alegrar, presentear, pigmentar, apimentar, rir, gargalhar, poemar…
o cid saltou de pára-quedas enquanto cantava adeus em várias línguas. volta, henrique, que deitámos fora o verbo amordaçar…
tchim-tchim!!
Novembro 6th, 2007 at 16:47
olha, de olhar, esqueci-me, de esquecer, do verbo ler…
lima, atira aí uns pneus pela borda fora para subirmos, de subir, para a estratosfera, de estratosferizar.
Novembro 6th, 2007 at 17:08
Ei, quem disse que o Cid tinha direito a pára-quedas???? O único pára-quedas a que tem direito é a dúzia de pneus que vão ser atirados borda fora. Imaginem-no bem amarradinho aos michelin, a força descendente que tal peso provoca… e o Cid a dizer adeus em variadíssimas línguas, enquanto o Henrique, liberto da mordaça, diz uma série de disparates relacionados com “blow jobs”….
Lindo, manda mais lenços…. já não há coração que aguente…
Novembro 6th, 2007 at 17:38
estratosferizar é o que está a dar…
pois luísa, este pessoal é muito cuidadoso… e aventuras… nem nos comentários da blogosfera… tudo muito terra a terra, nem que seja para ficar rentinho ao chão a apanhar aquela ventania sem principio nem fim…
(o henrique diz que nem vai nem fica, que está de mau-humor, o paulo foi ao wc… o sérgio diz que tem de gravar os programas da bbc todos… e em vhs que é mais…) que entrem no balão quando quiserem… que nos deixem seguir… que partimos mesmo agora…
Luísinha, isto aqui de cima é bem mais bonito…
Podemos conversar as duas… alegremo-nos de ter saltado no balão… de termos partido à procura do esclarecimento desse grande sofrimento sem fim desde o principio…
Por mim, quero abraçar as minhas memórias de menina e iluminar as recordações que continuam doendo… solucionar essas contradicções…inventar um destino… longe do frio vento que sopra na terra, sempre e sempre…
Porque isto, tanto na estratosfera, na blogosfera ou na vida real… do que se trata é sempre de nos aconchegarmos, o que até pode acontecer na escrita… e sempre temos o dar e receber da leitura…
Amar o infinito, voar para além do tempo, beijar o impossível, amanhecer em paz… e acordar feliz.
Imagino, muitas vezes, que tudo o que hoje ainda não sei um dia será elucidado… talvez até aprendido… mas o que me cativa, mesmo, é a liberdade…
Vivo para me deslumbrar diante dela… que doutra forma não aceito este fardo da gravidade terrena… Apimentar a existência é a única maneira de nos protegermos do grande gelo da morte… e do vento frio que a anuncia, no dia a dia…
Quero rir das coisas simples, empatizar com os meus irmãos de caminho, gargalhar da nossa sorte e pigmentá-la com a alegria… com o prazer de a ver no poema, a ser criada, viva, a renascer esquecida da sua dor…
De tanto olhar, não sei se isto é do vento, ou quê… mas tens de me passar os lencinhos…
( olha, mas antes disso manda aí uma caipiroska, que de tanta conversa, tenho a boca seca…)
Novembro 6th, 2007 at 18:41
li, de ouvir, o que escreveste e ainda bem que apareces porque já nos tinha acabado o sumo do teu texto para as caipiroskas. e é, pés na terra e “bom senso” é o vento seco que mais sopra lá em baixo no chão do tempo, onde uns caem e outros vingam, verbos que nós por cá na estratosfera até vamos esquecer por falta de uso. vamos no vôo da liberdade e… hã?? já reparaste que é pikinini o mundo visto daqui? até parece…
acabaram-se os lenços. ou paramos de lacrimejar ou usamos um lençol. mas talvez que ao nos aproximarmos do princípio do mundo acabem as lágrimas de choro e fiquem as outras, igualmente salgadas mas também doces.
Novembro 6th, 2007 at 19:11
pikinini, pikinini…até me pergunto, como lá cabe tudo o que deixamos…
Bom, se calhar era por não ser grande coisa…
Vamos no voo da liberdade, luisinha?…Que alegria!… (só espero que o paulo tenha perdido aquele seu pavor das alturas e saltado a tempo! engraço com o rapaz… e confesso, ele faz-me… falta…)
Mas bom, que procuramos? O principio do mundo? O vortice da ventania? Hã?!! provavelmente são a mesma coisa?!!..
Melhor! então é para lá que vamos…
sempre quero saber por que tanto sopra… porque nunca se cansa e a todos empurra, esmurra, verga e mata. Porquê?!
mas sobretudo para quê?!
Não me acredito em fados nem maldições, há certamente uma razão, e mesmo que não haja, quero descobrir o que não há, à mesma…
Se as lágrimas vierem… que fiquem então. saberemos prová-las e apreciá-las…No seu sal recordar a terra, que ainda amamos, e na sua doçura aspirar o novo ar que ansiamos… e procuramos.
as caipiroskas… é que temos de nos abastecer aí em qualquer lado… nos balões, sabes as temperaturas baixam muito, temos de ter pelo menos estojo de primeiros socorros (já que não podemos sonhar com bar aberto…)
Que foi, que vês, luisa? tantas nuvens… uma montanha, é?
A grande montanha do egoísmo!!! Pois é luisinha… aí vem o nosso primeiro obstaculo… preparada?… vai ser canja… Agarra-te… e aguenta-te…
Novembro 6th, 2007 at 20:17
Epá as coisas que eu disse enquanto estive fora. Eu cá transcrevo a llima e trato da parte da língua que eu não sou esquisito e trato mesmo é da oralidade que eu cá gosto disso. Agrada-me saber que «posso subir a bordo» já agora…quanto ao Cid é uma injustiça perante mim, estão a privar-me da simples eficácia de poder pontapeá-lo mas redimir-me-ei e cortarei as amarras só para o pontapear durante uns segundos para depois «subir a bordo» mais um pouco. É pá Paulo a chamar-me ordinário? porco ainda vá que não vá, agora ordinário isso é quase fora dos limites mas vá deixo passar que sei bem que tu me achas mais porco que ordinário.
Novembro 6th, 2007 at 21:42
não me digam, ainda agora levantámos voo e já nos vamos despenhar contra a montanha do egoísmo.
sempre, sempre assim.
zink, venha outro poema que este já se despenhou.
Novembro 6th, 2007 at 22:55
sempre! menos hoje…
a montanha de egoismo falante…
não diz nada que se aproveite…
é só blá-blá-blá…
é só mais um empata fadas…
é canja luisinha…
Tchim
Novembro 6th, 2007 at 23:52
talvez seja de haver menos oxigénio aqui na estratosfera, mas não estou a ver em que é que o egoísmo é uma canja.
a propósito, o que havemos de comer hoje? lata de chispalhada?
isto de noite é escurinho, mas podemos contar estrelas até já não conseguirmos mais dizer os números sem gaguejar ou rir.
Novembro 7th, 2007 at 0:56
Meu Deus, lata de chispalhada, assim sem mais nem menos. Que pensamento sinistro. Eu e todos(as) vocês num balão. Vocês cantam, alegremente, uma música do Cid e vêm-no espalhar-se nos solo (tudo com muita caipiroska e palmas), enquanto eu, qual esfomeado, vou me lambuzando todo de latas de chispalhada… O vento sopra, sopra e, nesse sopro, vai-me insultando…. porco, porco, porco…
O Henrique continua ordinário.
Novembro 7th, 2007 at 1:21
vês…não é falta de oxigénio…
é a sabedoria das altitudes…
os tipos que têem imensa inveja da nossa viagem, mas que também não querem, vir…se…sentar connosco, contar miriades de googleplex de estrelas, brancas vermelhas e azuis, rir da noite escura toda iluminada, e inspirar o desejo frágil e tenaz de um novo horizonte… são esses os tipos egoistas.
E são canja…
Porque ardem, como tu e eu,
mas consomem-se na escuridão…
nunca conseguem brilhar
e dar luz a um novo dia…
Chispalhada… trouxeste chispalhada, luisinha?…
Previdente!… vamos lá dar ao dente…
(…)
Queres do meu café? também tenho chá… e laranjada…
Leitinho com mel e limão?…
Caipiroska?!
Hoje, mais, não…
mil miriades de googleplex, mais um…ganhei-te…
Ah… luisinha, havemos de lá chegar,
não há egoistas, preconceituosos, arrogantes, mesquinhos e ignorantes que nos saibam deter… porque nós temos o coração que nos guia, seguimos o vento, somos livres, e lançaremos sobre o vulcão do tempo a inocência da nossa humanidade, em carne viva…
Como temos o sentimento, podemos chamar o bom tempo, e isso, a qualquer momento…
os cães ladram, o balão passa…em todo o seu esplendor… olhem…
Boa noite luisinha, amanhã temos de enfrentar as garras da maldade… temos de nos retemperar… que a danada dá luta…bons sonhos…e descansa…
Novembro 7th, 2007 at 14:03
Pois continuo….bora lá masé…
Novembro 7th, 2007 at 15:36
p’adonde?… simpático…
Novembro 7th, 2007 at 23:27
Bora lá… Olha que estou a confiar em ti… Trazes o Cid????
Novembro 8th, 2007 at 2:51
Quem? O Cid, o el Cid? Bora lá, caturreira! Um beijinho pequenino pequenino inho inho nho nho ho ho o o o o nhocas nhocas nhim im im m m m para a Luisinha e outro munta gande pá pá pá pá pá pá pá pá Lima, cruzes, avestruzes! bora lá! a propósito: posso subir para o vosso balão de vento e aventura? acena-me a Luísa que sim, contradiz-me a Lima que assim-assim, o Henrique e o Paulo nem por isso, mais um rival a bordo, para quê? Quanto ao Cid, népia ou népias, o ar é de todos, é a lógica do quarto excluído… apesar de tudo, subo e dessubo, vou e desvou, velejo e resvalejo, incólume aos lencinhos e às chispalhadas… bora lá, ó becas eu o becas tu, bora lá… assim é que é, balão no ar, braços ao vento, narizes nas alturas do voar, pés bem assentes no cósmico chão do balão, já passámos as galáxias conhecidas, péra lá, estamos a descer, a descer, a descer…péra lá que aqui há gato! que é que se passa? Limazinha, cadê a caipiroska da nossa transfiguração cósmica? olha, estamos novamente a subir para baixo… caipiroska no copo, acidente garantido…hummm, nada disso…o universo não é português…por favor, não atirem o cid borda fora, epá, Henrique não, por favor, deixa-o estar entre nós, queremo-lo vivo sem lencinhos, aqui, entre a maldade do que fomos e a que havemos de ser, estamos condenados ao Cid que há em cada um de nós, mas que é aquilo? parece um boneco de trapos…socorro! Lima? Aonde é que meteste a hermenêutica?
Novembro 8th, 2007 at 4:19
eu não posso acreditar k tu sejas um mau rapaz, mas prontos. olha, k se foda tudo!
Novembro 8th, 2007 at 4:33
um haiku pa ti:
um redemoinho breve,

o ar cinzento em contraluz
e eu em feedback cetáceo
Novembro 8th, 2007 at 14:55
calma… isto não é um simulador de voo blogosferico…
O boneco de trapos são farripas dos sonhos de outros viajantes que por aqui se perderam… e saíram irremediávelmente da rota que levava ao princípio do mundo e ao vórtice da ventania… Calma…vamos passar…
Luisinha?… O Sérgio voltou! e encheu-nos de beijinhos… não é um belíssimo e delicioso despertar depois daquela esplendida refeiçao de estrelas cadentes?… Queremo-lo connosco, não queremos paulo (minha flor…)?… Henrique?… ainda estás a dormir?… cansadinho de tanto pontapetear aquele boneco insuflável do Cid que lá puz para te deixar ser mauzinho sem fazeres mal a ninguém?… (Foi só por brincadeira que fazendo-o de borracha, cada pontapé fazia ricochete!… deu para te consolares…mas é claro que é muito mais exigente a nível muscular… não é?…)Descansa… nós levamos-te, belo e adormecido, mais um pouco…
Pois, eu acho, que depois de distribuir mais uma rodada de caipiroska a todos… esta manhã, deveriamos aproveitar o sol que está radioso…inspirar o ar mais leve puro desta altitude e distribuir as tarefas de bordo…
A viagem não será sem precalços…nem perigos… Viajantes… vigilantes … têem mais chances!…
A hermeneutica dorme… silenciosa, abraçada ao henrique… (outras histórias…) não os incomodemos…
A menina dos mais recentes aikus não quer vir?… e juntar-se a nós nesta expedição… nesta aventura que procura a origem do sofrimento que varre a terra desde o principio do mundo?… Dava-nos jeito uma cândida que gosta de dizer palavrões… poeta e mulher de armas… E há montes e montes de caipiroska… (não me diga que tem de ir às compras… não me diga isso…)
Luisinha, gostei… ainda havemos de lá chegar…thcim.
Novembro 8th, 2007 at 14:58
rapazes e raparigas da minha aldeia,
devido ao googleplex inter-estelar fui até outra galáxia onde encontrei um ET - preto como breu e de olhos verdes (lindo!) e com quatro braços (o que me pareceu dar um jeitão…) - que gozou com o nosso balão; segundo ele precisamos de uma nave e também - tanto quanto ele sabia sobre a humanidade e mainãoseikê - de um laboratório de emoções. confesso que ao princípio desconfiei que fosse um espião infiltrado a querer fazer valer o plano tecnológico. afinal, que mal tem o nosso balão artesanal e poético?! ele insistia, gesticulando com os seus quatro braços e mãos, nas questões da complexidade e necessidade de um pensamento científico. acabei por concordar com ele, mas apenas em parte, de forma que lhe amandei com um poema que lhe deixou as antenas a brilhar.
e foi assim…
quantos somos nesta viagem? muitos, poucos, os suficientes?
luisinha ronhónhózica
Novembro 8th, 2007 at 15:16
Que maçada. Detesto ETS com a mania da superioridade… A culpa é do Henrique (tudo nesta vida é culpa do Henrique).Bem, se é para arranjar uma nave, digo já que recuso entrar a bordo. Desde pequeno que me chamam MR SPOCK e isto só serviria para dar razão às avantesmas que criaram a alcunha…. Levem o CID. Dizem que é óptimo comandante nas viagens inter-estelares. E tem o dom de comunicar com alienigenas de linguajares estranhos. Parece que basta um “cai neve em nova york” para os assustar de morte. Caso isto não baste, obrigasse o homem a tirar o roupinha…
Novembro 8th, 2007 at 15:28
luisinha, se contarmos com o teu extraterrestre (puseste-lhe mesmo as antenas a brilhar? oh pá!… gostava de ter visto!…), mais a menina dos aikus… já somos uma porrada deles… agora se somos os suficientes… ainda é uma incógnita!…
Há muito a fazer… muitas atribulações… e tudo desconhecido…
Será que o teu extraterrestre tem razão!… e precisamos mesmo de um laboratório de emoções, humanas?…
Bom… seja como for, gosto de os ver assim, todos estremunhados mas animados… loucos por saber o que fazem aqui e o que os espera…
Amiguinhos… rapazes e raparigas da minha aldeia… agarrem-se… bebam lá mais um gole da caipiroska…
vai ser giro!…
Novembro 8th, 2007 at 18:31
a sério, Paulo? no tempo do espaço 1999, eu queria ser a Maia, o Spok e a Maia não eram do mesmo planeta? mas se quiseres o papel de spooky, porque não? alguém tem de se encarregar de fazer medo, assim de quando em vez. O ET dava-se de facto ares de superioridade, mas vi o D.Quixote de la Mancha dentro de uma esfera às cores e perguntei-lhe o que estavam a fazer. e ele, que estavam a processar a obra há uns três mil anos-luz e, depois, fechou-se em copas. e eu, qual era o resultado? o ET acabou por confessar que ainda não tinham resultados… muita tecnologia, mas e depois?? foi aí, Lima, que me lembrei de lhe dizer um poema e foi aquilo das antenas a brilhar, a brilhar. para a próxima conto-lhe uma piada, esqueceu-me… Quanto ao laboratório de emoções é uma ideia mas também pode ser perigoso, não sei…
mantemos, portanto, o balão…
caipiroskas per tutti and here we go!!
Novembro 8th, 2007 at 19:47
Quer dizer, eu agarrado à hermenêutica, e a pontapear insufláveis e de repente vêm os ETs? Mau maria!! e ainda por cima a tentar expulsar-me e ao Paulo do balão? (e sim Paulo infelizmente a culpa é smepre minha) mas Sérgio, concorrência em quê? olha olha autopromoções. Por falar em D. Quixote dentro de uma esfera de cores essa seria uma bela imagem não Luísa? Já tou como o Paulo..amuei..levem o CID…
Novembro 8th, 2007 at 20:49
luisinha, quem disse que precisavamos dum laboratorio…
experimentaçao “in vitro” é para ET’s diligentes, desenganados, de olhos verde… com parcerias literárias desactualizadas…
Nós é experimentação “in situ”,
“in strictu e lato sensu”… amen…
Bom… no nosso balão vem quem quer… Somos os rapazes e raparigas da nossa aldeia, somos todos iguais, todos diferentes… Ouvimos o vento, sabemos o que nos traz, e queremos… descobrir porque sopra… transformar essa sua força, que nos arrefece o olhar e enregela os ossos de frio, numa outra energia…num novo dia!…
Apeamos o Cid duma vez. Levamos só o cd… é discreto, ocupa pouco espaço, e por favor… faz parte do nosso acervo documental… é história, e não se reescreve…
Open mind, open mind…
Tolerância e muita caipiroska…
Beijinhos a todos e cada um…muitos…
Novembro 8th, 2007 at 22:06
Eu acho que o ET é iletrado, apesar de toda a tecnologia que tem, e recuso-me a viajar com ele. Quanto a experimentações “in vitro”, sempre quis ser uma cobaia, ser abduzido pelos ets e que me fossem inseridas sondas por todos os orifícios do corpo.
Aproveito e levo uma folhita de ácidos, para ver se podemos proporcionar momentos de proximidade de sentimento humano ao alien… Já agora, Luísa, de certeza que o Et não babava ácido?????
Novembro 9th, 2007 at 1:31
In strictu et lato sensu a verdade é que o ET é uma chaga e ainda por cima tem um dedo defeituoso que provoca luminosidades estranhas eu cá acho melhor trazeres mesmo o ácido(mas não o do baboso), pelo menos, saberemos de onde vem toda essa luminosidade.
Novembro 9th, 2007 at 13:50
luisinha, eu sei que estás em negociações com o teu ET das trevas… gesticula que se farta… até tem as suas razões… mas lembra-te… tens de lhe contar a tal piada… dá-lhe aprovar da nossa caipiroska…
Os nossos rapazes não descontraem… querem vir, não querem vir… só vão se os outros não forem… enchem-nos o porão de substâncias ílicitas… mordem-se, mordem-nos… muôris!!!…
tanta baboseira!…pr’a quê?…hummm?!…
Queridos!… O nosso balão já vai a caminho, tragam lá o que quiserem, o que acham que vos faz falta… mas aqui ninguém manda nem põe condições… apenas seguimos o vento… mantemo-nos no ar e avançamos…é como na vida lá em baixo na nossa aldeia… e estamos por nossa conta… (pelo menos enquanto o zink anda assim a fazer-se de distraído)
Luisinha, eu gosto da tua chispalhada, do teu ET…(olha para ele!… não lhe dês mais caipiroska… olha kele não está habituado…)dos teus moinhos de vento estelares… dos teus poemas em prosa…
E fazes-me rir… quero ir contigo.
É que nem o vento amainou, nem o sofrimento abrandou…eu ainda cá estou… e se querem saber, lá vou…
Beijinhos para quem quiser…
e muita caipiroska para todos…
Novembro 9th, 2007 at 15:21
olá terráqueos, raptei a luisa pacheca para o meu ovni.
Novembro 10th, 2007 at 10:57
… sem vento, a vida jamais sopraria assim.
Novembro 11th, 2007 at 23:00
Pronto bora lá mas é..que já se faz tarde e não sei por quanto tempo o Zink vai manter o nosso circo…como é que raptaste a Luísa se vi o teu ovni no mecânico para reparações? ah Luísa é mulher de Deus e não se deixa levar por qualquer um.