A sibila

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Contra a vontade da mãe, casou com ele.
Foram felizes para sempre durante quase duas décadas. Um dia divorciaram-se. A mãe sibilou, enfim:

- Eu bem te disse que ele não era homem para ti.

Ciclo verdades como punhos I

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É um desperdício ser amigo de um administrador do Instituto de Oncologia e não ter cancro.

Pedro Alpiarça (1958-2007) até amanhã, camarada

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Estamos a ficar frágeis. Morreu um amigo – atirou-se do quinto andar. Por que o fez? Doença? Depressão? Foi um vaipe que lhe deu? E por que tenho eu direito a saber? Isto da morte – do suicídio – também é tipo telejornal, “você tem direito à informação”? Eu tenho direito à informação? Indagar como – e por que – o Pedro Alpiarça morreu é profanação da vida alheia? Ou terei direito a sabê-lo porque ele fazia parte da minha vida, embora nos últimos anos meio à distância, apenas com aquele abraço sazonal, tão típico da nossa geração e da boémia artística, do “ó pá há quanto tempo então que é feito”?

Estamos ficando frágeis. Fica melhor com o gerúndio à brasileira, aquele gerúndio que alonga preguiçosamente a segunda sílaba, emprestadando-lhe aquele jeito manso de até à batucada fazer soar melancólica. Estamos ficando frágeis, Pedro, pá.

O que diria Maddie se por milagre falasse alemão?

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- Bin laden!

O que diz a PJ sobre o cheiro a morte na roupa de Kate?

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in dog we trust.

Como desempatar este imbróglio Portugal-Inglaterra?

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Talvez um golo do Ricardo.

O que dizem os comentadores superiores aos outros comentadores que esses sim são brutos & primários

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O assunto não me interessa mas…

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