Teoria
Novidades 4 comentários »Teoria, meu caro,
é como cigarro.
Antes ou depois,
nunca durante
senão você se queima.
Teoria, meu caro,
é como cigarro.
Antes ou depois,
nunca durante
senão você se queima.
Porquê ir ao arrayal nã sendo h-sexual?
Porque se trata de uma
celebração
de uma opção
de uma condição
humana
e não de uma
segregação
sacana.
Já repararam que, desde o ano passado, o Arraial Pride (Sábado 23, a partir das 18h) assumiu mais uma letra? LGBT e H de hetero. Isso quer dizer que todos os heterossexuais que apoiam e defendem direitos iguais para todas as categorias de género e orientação sexual, podem comparecer a manifestar-se e a festejar o S. João.
Mas estas letras ainda não abrangem tod@s. É que nem toda gente encaixa no modelo de parelha que aquelas letras descrevem. Assim como há famílias unipessoais, também haverá os que se contentam na sua unicidade e ainda os que dispensam orientações sexuais. Por isso, eu acrescentava ainda mais duas letras - O de onanista - e A de assexuado: LGBTHOA (que rima com Lisboa).

«A questão é que o novo-velho livro livro de Rui Zink, A Espera, só me evoca metáforas vinícolas e eu até sou abstémia.» Helena Barbas, Expresso
«Livro para uma viagem de comboio? No melhor sentido da palavra, sim.» Jorge Listopad, Jornal de Letras
«O livro contém apenas uma imprecisão. Rui explica-nos que a bordo só há cabos, não há cordas. Não é bem assim. Há, de facto, três cordas: a corda do relógio, a corda do sino e acorda que está na hora do teu turno.» João Morales, Os meus livros
«A Espera é um texto que se alimenta de antiquíssimas memórias da literatura.» Pedro Mexia, Público
(Nota da gerência: é claro que só publicamos as boas críticas e, mesmo destas, as passagens menos severas. Infelizmente, não nascemos ontem. Ontem, aliás, segundo dados do Instituto Nacional de Estatísticas, não houve nascimentos.)

Raramente lhes chamo nomes. Gosto de conversar com elas. Não me metem medo (quase nenhum). Às vezes danço Madonna. Acho o Yentl da Barbara Streisand quase tão bom como Um Violino no Telhado. Gosto de cigarros de mentol. Chorei ao ver o Billy Elliot. Gosto do novo design do Público. Não me identifico com os personagens do Pedro Paixão. Vou à bola com a Jane Austen. E, ainda é o que me faz mais espécie, gosto genuinamente de mulheres.
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