Teoria

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Teoria, meu caro,

é como cigarro.

Antes ou depois,

nunca durante

senão você se queima.

O novo softwear de Verão (www.aca-m.org)

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cortesia-minioutdoor2.jpgO 1º mandamento da Cortesia ao Volante: “Não usarás o carro como arma de guerra.” Até Bento XVI já se converteu. (Os maliciosos dizem que apenas porque o boneco é giro.)

É fácil, é barato, salva milhões.

A pedido de muitas famílias

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Porquê ir ao arrayal                                                                                                                         nã sendo h-sexual?

Porque se trata de uma

celebração

de uma opção

de uma condição

humana

e não de uma

segregação

sacana.

Ah é? Também somos bem vindos? Atão bora

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Faço minhas as palavras da Leonor:

As 7 letras do arco-íris


Já repararam que, desde o ano passado, o Arraial Pride (Sábado 23, a partir das 18h) assumiu mais uma letra? LGBT e H de hetero. Isso quer dizer que todos os heterossexuais que apoiam e defendem direitos iguais para todas as categorias de género e orientação sexual, podem comparecer a manifestar-se e a festejar o S. João.

Mas estas letras ainda não abrangem tod@s. É que nem toda gente encaixa no modelo de parelha que aquelas letras descrevem. Assim como há famílias unipessoais, também haverá os que se contentam na sua unicidade e ainda os que dispensam orientações sexuais. Por isso, eu acrescentava ainda mais duas letras - O de onanista - e A de assexuado: LGBTHOA (que rima com Lisboa).

Em viagem

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A Espera, Rui Zink

«A questão é que o novo-velho livro livro de Rui Zink, A Espera, só me evoca metáforas vinícolas e eu até sou abstémia.» Helena Barbas, Expresso

«Livro para uma viagem de comboio? No melhor sentido da palavra, sim.» Jorge Listopad, Jornal de Letras

«O livro contém apenas uma imprecisão. Rui explica-nos que a bordo só há cabos, não há cordas. Não é bem assim. Há, de facto, três cordas: a corda do relógio, a corda do sino e acorda que está na hora do teu turno.» João Morales, Os meus livros

«A Espera é um texto que se alimenta de antiquíssimas memórias da literatura.» Pedro Mexia, Público

(Nota da gerência: é claro que só publicamos as boas críticas e, mesmo destas, as passagens menos severas. Infelizmente, não nascemos ontem. Ontem, aliás, segundo dados do Instituto Nacional de Estatísticas, não houve nascimentos.)

Enfim a revelação

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lx-naturezas-mortas-05-063.jpgDeus existe e, a julgar pelo lindo serviço, é Portuguez.

Serei gay, doutor?

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Raramente lhes chamo nomes. Gosto de conversar com elas. Não me metem medo (quase nenhum). Às vezes danço Madonna. Acho o Yentl da Barbara Streisand quase tão bom como Um Violino no Telhado. Gosto de cigarros de mentol. Chorei ao ver o Billy Elliot. Gosto do novo design do Público. Não me identifico com os personagens do Pedro Paixão. Vou à bola com a Jane Austen. E, ainda é o que me faz mais espécie, gosto genuinamente de mulheres.

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